A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

dezembro 6, 2016

Viagem à escola do século XXI

box_acervo_seculoxxi_736x341

Botão para “Clique para Fazer o Download”

Uma jornada inspiradora pela educação no mundo. Esta é a proposta do livro Viagem à escola do século XXI – Assim trabalham os colégios mais inovadores do mundo, escrito pelo psicólogo e pesquisador espanhol Alfredo Hernando Calvo. Em pleno século XXI, um ensino baseado somente na transmissão de informação já não atende aos anseios das novas gerações, que pedem por novos espaços, novos métodos e novas maneiras mais colaborativas de extrair conhecimentos relevantes da informação que nos cerca. Assim, conseguem potencializar competências e desenvolver novas habilidades.

Ao longo das páginas da publicação, o leitor conhece 80 exemplos de ações transformadoras realizadas em escolas ao redor do mundo. A narrativa é desenvolvida no formato de um diário de bordo, possibilitando uma experiência de leitura dinâmica e fluida. Dividido em quatro blocos  – viagem, ideia, método e ação – é possível vivenciar o dia-a-dia dos estabelecimentos, seus desafios, evidências e métodos de inovação. É como se o leitor/viajante estivesse pessoalmente em cada um dos locais retratados!

Além disso, a publicação também oferece sugestões de atividades simples e diretas para educadores e para todos aqueles que buscam a inovação no dia-a-dia.

Fonte: http://fundacaotelefonica.org.br/

dezembro 5, 2016

Letra Aberta – no Baderna Bar

Conheci José Arrabal em um dia 29 de um mês qualquer no nhoque da fortuna oferecido na casa de um grande amigo. Fiquei fascinado com a figura, a inteligência, a cultura e o temperamento diferente de todas as pessoas que eu conhecera até então. Por isso recomendo fortemente o convite abaixo. Vá conferir!

O Baderna Bar abre as portas para o “Letra Aberta”, um encontro para debater literatura, comportamento e sociedade. O escritor José Arrabal comandará temas que serão debatidos entre os participantes.
Autor de contos, crônicas, romances e biografias, José Arrabal apresenta em seu blog: relatos a respeito do processo de criação, comentários críticos, notícias e troca de ideias com os leitores.

arrabal-1
Essa fórmula se repete de maneira presencial nas quartas-feiras (7, 14, 21 e 28 de dezembro) aqui. Participe e traga seus textos.

Horário do encontro: das 19h às 21h
Abertura da casa: 16h

Rua Oscar Freire, 2529 Metrô Sumaré.
Paraciclo na casa, bicicletas de aluguel ao lado e estacionamento na rua de trás.


Serviço

JOSÉ ARRABAL é professor universitário, jornalista, e escritor, autor de contos, novelas e romances. Lecionou por muitos anos na PUC de São Paulo, na Universidade Metodista, UNIP e FAAP, em áreas de Letras e Comunicação Social. Jornalista, trabalhou em revistas, jornais e agências de notícias do Rio de Janeiro e de São Paulo, onde exerceu atividades de redator, articulista e editor de Assuntos Internacionais, Crítico de Literatura e de Teatro, editor de Cultura e correspondente estrangeiro em países da América Latina. Traduziu obras literárias, coordenou coleções, analisou e preparou originais para muitas empresas editoriais paulistas. É autor de livros de ficção para crianças, jovens e adultos, assim como de ensaios, biografias, peças de teatro, poemas e roteiros para cd-rom. Tem cerca de 50 títulos publicados por editoras nacionais e estrangeiras. (more…)

dezembro 1, 2016

OS MISTERIOSOS TÚNEIS DE RIO CLARO

  1. Fonte: OS MISTERIOSOS TÚNEIS DE RIO CLAROParte I
  2. Clique aqui e leia a Parte II

    Um dos maiores mistérios do Brasil, ainda não devidamente pesquisado e estudado por arqueólogos, historiadores, e por aqueles que gostam e estudam teorias conspiratórias, ufologia e mistérios em geral, está na cidade de Rio Claro no Estado de São Paulo.

    7c61_mc166-06Denominados como “Túneis Secretos”, o local das escavações descoberto no início da década de 90, foi alvo de investigações do médico dr. Rodrigo Pires de Oliveira, da Diretora de Patrimônio Histórico, Marizilda Couto Campos, que solicitou ao Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) autorização para as escavações na época, e de outros pesquisadores e documentaristas.

    Atualmente, o sítio arqueológico encontra-se totalmente fechado, vedado, blindado, por razões as mais controversas.

    ___aerea_RioClaro_tuneis_03A Rio Claro Online inicia uma série de matérias sobre esse tema tão importante, e que desperta tanta curiosidade, não só dos rioclarenses, mas dos brasileiros e, por que não dizer, de diversos pesquisadores de outros países.

    (more…)

novembro 24, 2016

Oficinas de bioconstrução, fitoterapia e autoconhecimento

1 de novembro de 2016 • Atualizado às 09 : 52
Fonte: http://ciclovivo.com.br/

Ecovila em SP tem Oficinas de bioconstrução, fitoterapia e autoconhecimento

Os participantes das oficinas vão se alimentar com ingredientes colhidos na horta comunitária orgânica. | Foto: Divulgação

A programação de novembro da Ecovila Clareando, em Piracaia, a apenas 90 Km de São Paulo, é ideal para quem quer fazer um detox da cidade e conectar-se à Natureza. As Oficinas de Bioconstrução (dias 12 e 13), Autoconhecimento (dias 19 e 20) e Fitoterapia (dias 26  e27) são ferramentas para quem busca maior empoderamento: aprender a fazer a própria casa, cuidar da própria saúde e conhecer a si mesmo. Os participantes das oficinas vão se alimentar com ingredientes colhidos na horta comunitária orgânica (sempre que possível, claro). A hospedagem será na casa dos próprios moradores. As casas oferecem água mineral da nascente na torneira, chuveiro aquecido por energia solar, tratamento de esgoto natural. O valor de cada oficina é de R$ 280 e já inclui hospedagem e alimentação. As inscrições podem ser feitas pelo email: projetocasaclara@gmail.com.

Veja abaixo os detalhes de cada oficina:

Bioconstrução – A Oficina de Bioconstrução, nos dias 12 e 13 de novembro, vai apresentar as principais técnicas (pau a pique, adobe, superadobe, cordwood, tadelakt e bambu) que não agridem o meio ambiente de uma maneira bem bacana: em uma visita guiada pelas casas da Ecovila. “Vamos ver na prática como é possível morar em casas sustentáveis”, afirma o oficineiro e bioconstrutor Angelo Negri, morador da Ecovila que construiu sua própria casa. O projeto da sua casa ganhou o prêmio Planeta Casa em 2012 de melhor projeto arquitetônico. Os participantes vão aprender a erguer uma parede de pau a pique (ou taipa de mão) do zero. A parte mais gostosa é quando os participantes, juntos, amassam o barro para fazer a massa. “Ao pisar descalço no barro há uma reconexão com a terra”, afirma Negri.

(more…)

novembro 20, 2016

Giacomo Puccini e sua Tosca – para mim, ele é pop!

Sim eu aprecio muito a música clássica. Apesar de não ter um profundo conhecimento sobre a mesma, gosto imensamente. Enquanto meus amigos ouviam Rock eu já gostava de ouvir Mozart,  Frederic Choppin, Beethoven, J. S. Bach e outros famosos compositores deste gênero de música. Todos os anos na noite de Natal na minha paróquia ouvia Messias Hallelujan de G. F. Handel. E me emocionava!

Eu adoro música, sou bem versátil. Tenho o certo dia para o tipo de música. Tem dias que posso escutar bossa nova o dia todo. Outro dia Frank Sinatra, Nat King Cole, Celine Dion, Barbara Streisand, Rod Stewart,  Tony Bennett, Neil Diamond, Dionne Warwick, Elvis, Elton John, etc, etc..

Também aprecio chorinho, samba enredo ,bolero e tango. Quando toca uma música eu logo digo: adoro esta música. Qual música que realmente não gosto? Rapp e funk!

Bem já escrevi bastante sobre o assunto por aqui, mas é sempre  o que acontece quando escrevo sobre algum assunto apaixonante. Boa música é uma coisa de Deus!

Adoro as óperas e suas árias, principalmente trechos de La Boheme, Madame Buterfly, Tosca (deu para perceber que gosto de Puccini e que ele é um de meus preferidos, não é?). Mas, como música, nada se compara ao intermezzo de Cavalleria rusticana (ouça e me diga se não é verdade). Porém, adoro também as óperas de Mozart.

Voltando ao Giacomo Puccini, li o trecho que segue abaixo no site Sobretudo, música  e o transcrevo.

Sentimentos poderosos como o amor e seu oposto, o ódio, e uma variante desses dois elementos – o ciúme –, fazem parte do enredo de Tosca, uma das óperas mais conhecidas de Giacomo Puccini. Ah, e o poder personificado no mal. Você conhece esse enredo, não? Pensando bem, faz parte da vida cotidiana.

Nas óperas, na literatura e em alguns casos da vida real, esses elementos se apresentam potencializados; essa é a diferença. Quem sabe, críticas em relação a determinado esquematismo dos “librettos” ou aos roteiros dos musicais, sejam injustos: se na ficção alguma coisa parece exagerada, pensando bem, a realidade é mais tudo e mais alguma coisa em sua crueza; a mulher traída mutila seu par, o traficante deixa expostas cabeças cortadas de suas vítimas para servirem de exemplo, o vizinho estupra e mata o amigo em guerras. (more…)

novembro 17, 2016

As mesinhas são a parte mais suja do avião – muito mais do que os banheiros

Se você faz parte daquelas pessoas que se preocupa com germes e bactérias, não pense que é apenas nos banheiros públicos que ocorrem situações de extrema sujeira. Vai ficar surpreso ao descobrir que existem objetos do dia a dia que podem ser ainda mais sujos que o mal falado sanitário. Leia abaixo.

mesa

Quando viajamos de avião notamos que há um lugar que se suja muito rapidamente, principalmente no caso de viagens de longa duração: o banheiro. Embora os tripulantes façam o possível para mantê-lo limpo, não é incomum que entre os 300 passageiros tenhamos que conviver com alguns indivíduos que sujam o local sem maiores preocupações. No entanto, apesar do nojo que um banheiro usado possa nos causar, esta não é a parte mais suja de um avião. Na realidade, o objeto mais sujo está muito mais próximo de nós do que imaginávamos.
A mesinha presa à parte traseira dos assentos é a área que mais concentra micróbios em toda a aeronave. É o que afirma o site Travelmath, que enviou um microbiologista especialista neste tipo de micro-organismo para analisar diferentes objetos e lugares que os viajantes utilizam quando entram em um avião.
A lista dos objetos mais sujos é a seguinte:
1. A mesinha individual.
2. Os botões que acionam os bebedouros.
3. O ar-condicionado que fica na parte superior de cada assento.
4. O botão que aciona a descarga do vaso sanitário.
5. A fivela do cinto de segurança.
6. A fechadura do banheiro dos aviões.
Sem dúvida a mesinha de apoio ganha de goleada do restante dos objetos: ela tem o dobro de micróbios do segundo classificado, e 1000% a mais do que o terceiro. A partir do ar-condicionado a quantidade de micro-organismos é quase residual, por isso pode-se considerar que os aviões são lugares limpos.
Higiene nas aeronaves.
O especialista, após ver os resultados, recomenda que ninguém coma qualquer pedaço de comida que tenha entrado em contato direto com a superfície da mesa de apoio. Aparentemente esta área é a mais contaminada pois não costuma ser limpa, e também porque os restos de comida que caem nela criam o ambiente perfeito para que os pequenos micro-organismos nasçam, cresçam e se reproduzam.
Felizmente a análise da Travelmath também traz boas notícias: em nenhum dos locais analisados foram identificados restos de bactérias perigosas, como a E. Coli, ou restos fecais.

Fonte:Yahoo Noticias International – 10 de novembro de 2016

novembro 11, 2016

Estado de São Paulo é agraciado com o 1º Lugar do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, na categoria Instituições, e com o 3º Lugar, na categoria Escolas

Os cinco vencedores da quinta edição do Prêmio Nacional de Educação Fiscal foram divulgados na noite desta quarta, dia 09, no Clube de Engenharia de Brasília, em cerimônia marcada pela diversidade de temas dos finalistas do ano que atuam com a temática da educação fiscal no país. Dos 141 projetos inscritos nas categorias Escolas e Instituições, 10 chegaram à final, destes dois são projetos do Estado de São Paulo.

Para o presidente da Febrafite, Roberto Kupski, a entrega do prêmio é um momento especial para a federação, suas associadas, auditores fiscais e representantes dos projetos finalistas, pois todos são vencedores. Em sua manifestação, ele citou sobre o momento atual do Brasil, onde tanto se fala em ajuste fiscal, como uma oportunidade para se falar mais em educação fiscal, sem deixar de ver as necessidades da sociedade. “O país clama por uma consciência sobre a importância de pagar tributos e sobre monitorar sua correta aplicação”, disse.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Na categoria Instituições, o grande vencedor foi o projeto “Cuidando do Meu Bairro”, uma iniciativa da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. A professora Gisele Silva Craveiro levou para a universidade a premiação em dinheiro no valor de dez mil reais e troféu.

O projeto busca oferecer uma ferramenta para que a sociedade possa conhecer melhor a temática do orçamento público, exercer o controle e fiscalização dos gastos realizados em equipamentos públicos da cidade e promover ações concretas no seu bairro. Por meio do georreferenciamento a ferramenta permite que o cidadão verifique por bairro como está a distribuição do orçamento e o status de cada uma das rubricas (planejado, empenhado ou liquidado). Além disso, o site permite que dúvidas sejam encaminhadas diretamente ao SIC do município de São Paulo e faz o acompanhamento e monitoramento das respostas, sendo que tanto pergunta, quanto resposta, permanecem públicas ao acesso de qualquer cidadão. (more…)

novembro 7, 2016

Lembranças de minha infância: os meus primeiros refrigerantes – Cerejinha e Tubaína!

Filed under: Uncategorized — Augusto Martini @ 20:58

A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

Quem viveu a infância nos anos 60 sabe muito bem o que relatarei aqui.

Durante os meus primeiros anos de vida poucas vezes tomei refrigerante. Explico – era artigo de luxo! Tomei algumas poucas Tubaínas (desta vou falar mais adiante) na casa da Tia Nica, uma vizinha, ou nas festas de aniversário de meu avô, Primo Martini, que fazia anos em 01 de janeiro e sempre comemorava com uma comilança daquelas comuns em famílias italianas.

Nasci em 1959 e meus pais foram morar “na cidade” por volta de 1965. Comecei minha vida escolar no Grupo Escolar da Vila Indaía (fiquei uma semana por lá) e logo depois fui transferido para o Grupo Escolar da Vila Alemã, atual E. E. Profa. Djiliah Camargo de Souza. E foi nessa escola em companhia de minha turma de primeiro ano e de minha professora de primeiras letras, Sônia Lopes Lanzoni, que consegui ter o…

Ver o post original 737 mais palavras

Dia de finados e as lembranças da minha infância

Filed under: Uncategorized — Augusto Martini @ 20:57

A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

Final dos anos 60, rua M-1-A, Vila Martins, Rio Claro/SP. A vizinhança era como uma grande família. Morávamos em uma casa de esquina, na avenida M-1-A com a mesma rua. Os fundos de nossa casa faziam limite com a casa de Dona Josefa e de Giuseppe Barbi. Tinham um filho, o José Luiz. Logo depois vinha a casa da D. Cida, uma benzedeira, com a qual moravam seu irmão (que diziam virar lobisomem nas noites de lua cheia) e sua sobrinha Marivone. Em seguida mais duas casas da família Barbi, que se limitavam com a linha da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Na frente da casa da D. Cida moravam D. Carolina Barbi, seu marido e o Cláudio, meu amigo de infância.

pipa

A partir da rua M-1-A o quarteirão era formado pela casa da “tia” Nica, sobre a qual já escrevi aqui no blog. Em seguida D. Diva, Sr. Alcides Barbi e os filhos Nenê e…

Ver o post original 590 mais palavras

novembro 2, 2016

A Aventura da Família Grazioli

Aqui no Asimplicidadedascoisas já escrevi muito sobre os meus antepassados da Família Martini

Nunca havia escrito sobre a Família Grazioli, que é a italianada por parte de minha mãe. Se não escrevi não foi por falta de tempo, mas sim por falta de informações. Há mais ou menos um mês resolvi começar a pesquisa para completar a minha árvore genealógica. Tinha algumas certidões de óbito, dados anotados de conversas que tive com minha mãe e tios… Quase nada de concreto.
O que sabia de meu avô João Grazioli é que ele casou-se com Thereza Bianchini e que teve os filhos: Delfina, Maria Angela, Joana Nathalina, Ercídio Maurício, Elizeu Jorge e Arthur Guilherme.
Quando minha mãe estava com 16 anos a minha avó faleceu. Moravam na Fazenda Mata Negra, no distrito de Morro Grande, hoje Ajapi, em Rio Claro/SP. Meu avô, com um dos irmãos, tinham terras por lá. Plantavam cana e fabricavam açúcar e cachaça. Minha tia Delfina, então com 18 anos, acabara de se casar com Otávio Fossaluza e mudou-se da fazenda. E assim a minha mãe acabou de criar os outros quatro irmãos.

1

2

3

João Grazioli

Meu avô acabou perdendo a parte na fazenda por um ato nada lícito que não vou relatar aqui por não saber se realmente aconteceu. Sei que ele e os filhos mudaram-se para a cidade – Rio Claro/SP – onde abriu uma mercearia. Também perdeu esse comércio. Salvo engano a mercearia ficava na Avenida 32-A esquina com a Rua 4-a, na Vila Alemã. (more…)

Próxima Página »

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: