A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

setembro 21, 2016

As árvores mais indicadas para plantar na cidade de São Paulo no Dia da Árvore

Ricardo Cardim é um Botânico e ambientalista que mantem um blog que tem como objetivo conectar as pessoas sobre a importância do verde urbano para a qualidade de vida e ajudar a resgatar a biodiversidade nativa da cidade de São Paulo.
Pretende, com a reunião de interessados pela Rede, promover o conhecimento e a educação ambiental através da divulgação de imagens e informações científicas, históricas e culturais sobre as árvores e vegetação paulistana, trazendo um amplo entendimento da importância da questão para a sustentabilidade dos centros urbanos, principalmente sob o ponto de vista ecológico.
Reblogo aqui o post que ele escreveu para o Dia da Árvore!
Visitem o blog https://arvoresdesaopaulo.wordpress.com É uma delícia passear pelos posts.

Árvores de São Paulo

A metrópole nasceu em berço de Mata Atlântica, Cerrado e araucárias. Cresceu, e hoje substituiu sua biodiversidade por plantas estrangeiras. Plantar as nossas árvores nativas é resgatar o equilíbrio ecológico, diminuir manutenção, trazer mais água, ter plantas que se desenvolvem melhor, atrair mais fauna e ensinar as pessoas sobre o nosso maior patrimônio: a natureza.

Assim, nesse Dia da Árvore, o blog traz uma seleção de espécies que acreditamos fundamentais em projetos de arborização e paisagismo em São Paulo. Todas são nativas do território.

  1. PARA CALÇADAS ESTREITAS:

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Pitangueira (Eugenia uniflora) – árvore frutífera de até 4 metros, tem Madeira resistente, e vira um buquê branco em setembro, ficando depois carregada de pequenos frutos que fazem a festa da passarada e pessoas.

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Palmito jussara (Euterpe edulis) (lugares de meia-sombra) planta-mãe da Mata Atlântica, alimenta inúmeros bichos do bioma, está em extinção e é muito elegante.

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Ipê…

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setembro 15, 2016

Lei de Repatriação de Ativos é tema de evento promovido pelo Gefe

Mais de 200 pessoas participaram no dia 14/09/2016 do debate “A Lei nº 13.254/2016 – Lei da Repatriação de Ativos – e suas origens”, organizado pelo Grupo de Educação Fiscal Estadual (Gefe), na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo.
Moderado pelo jornalista Heródoto Barbeiro, o evento contou com apresentações do professor titular do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da Faculdade de Direito da USP, Heleno Taveira Torres, do delegado da Polícia Federal, José Francisco de Castilho Neto, e do presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kleber Cabral. O presidente da Afresp, Rodrigo Keidel Spada, prestigiou o debate.

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Na abertura do debate, Gabriela Maia Lubies de Sousa, da diretoria do Centro de Educação Fiscal da Escola Fazendária do Estado de São Paulo (Fazesp), explicou que objetivo da iniciativa é discutir de forma qualificada temais atuais e de relevância para a sociedade. Ela também adiantou que entre os assuntos a serem abordados nos próximos encontros estão: dívida pública, reforma da previdência e o financiamento da educação.
A Lei nº 13.254, publicada em 13/01/2016, é conhecida como a lei de repatriação de ativos e vem provocando intenso debate entre os vários segmentos da sociedade brasileira. (more…)

setembro 9, 2016

Mel, insetos e outros bichos

Desde que me conheço por gente lembro que gosto de mel. Minhas irmãs e a Cida, uma prima-irmã que morou conosco por muitos anos trabalharam em uma “fábrica” em Rio Claro/SP, que beneficiava mel e seus derivados. Lá havia aquele “mel de tira”, em saquinhos plásticos. Muitas vezes alguns defeituosos eram trazidos para casa. Mel puro, mel com geleia real… Também tinha o mel do sítio de meus avós. Esse vinha em litros.

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Em minha casa de infância sempre apareciam enxames de abelhas que escolhiam um lugar para fazer suas colmeias. Quando o tempo esquentava – o que é muito comum em Rio Claro – elas saiam em revoada. E nós, crianças, não tínhamos medo (como os medos das crianças de hoje em dia – que têm medo até de formiga!).

Quando criança brincava com insetos, matava formigas e outros insetos…, mas não as abelhas.  Se invadiam a casa, dávamos um jeito de pegá-las e devolver para o quintal, para irem polinizar as flores. (more…)

setembro 6, 2016

Jardim Floridiana, Rio Claro/SP

Rio Claro e o quintal de minha casa…. Dá muito trabalho vir para cá, limpar, podar, mas é gostoso. Desestressa! Ver a Sabiá que fez seu ninho na porta da cozinha. A rolinha que está criando na árvore. As pequenas abelhas que fizeram suas casinhas no sino dos ventos… E a Jade florida. Como diz o comercial, isso não tem preço. Esse é um pedaço de meu canto encantado…

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setembro 1, 2016

A Lei nº 13.254/2016 – Lei de Repatriação de Ativos – e suas origens – debate

GEFE-SP – Grupo de Educação Fiscal Estadual convida para o Debate “A Lei nº 13.254/2016 – Lei de Repatriação de Ativos – e suas origens”

A Lei nº 13.254, publicada em 13/01/2016, conhecida como a lei de repatriação de ativos, vem provocando intenso debate entre os vários segmentos da sociedade brasileira.
Ao dispor sobre o Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária de recursos, bens ou direitos de origem lícita, não declarados ou declarados incorretamente, remetidos, mantidos no exterior ou repatriados por residentes ou domiciliados no País, a referida lei conta com ardorosos defensores, bem como com críticos na mesma magnitude.

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Fazendo um resgate histórico (desde 1996) de fatos como a “Operação Lava Jato” e daquela que foi batizada como a “sua mãe” – a “Operação Macuco”, chegamos a uma cifra aproximada de 200 bilhões de dólares desviados do Brasil !!!
Arrecadação tributária; prestação de serviços públicos; tratamento isonômico entre os contribuintes; paraísos fiscais; remessas de ativos para fora do país; corrupção e “lavagem de dinheiro”; escândalo BANESTADO e as contas CC5 – , são temas que se entrelaçam e que precisam ser intensamente debatidos, a fim de que se fortaleçam a justiça e a ética fiscais.

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Debatedores confirmados: Professor de Direito Tributário Heleno Taveira Torres (participante da elaboração da referida lei); Delegado da Polícia Federal José Francisco de Castilho Neto (coordenador da “Operação Macuco”); Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil; Kleber Cabral (representante amicus curiae na Ação Direta de Inconstitucionalidade em face de tal lei). (more…)

agosto 31, 2016

Curso gratuito sobre Orçamento Público, Controle Social e Cidadania Fiscal

A Escola Fazendária do Estado de São Paulo (Fazesp) informa que abrirá inscrições para a segunda turma de 2016 do curso Orçamento Público, Controle Social e Cidadania Fiscal. O conteúdo é de interesse de professores, estudantes, membros de organizações sociais interessados na temática, servidores públicos e cidadãos em geral que poderão se inscrever, via internet, no período de 5 a 26 de setembro.

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O curso é gratuito e será realizado no próprio ambiente virtual da Fazesp de 26 de setembro a 7 de novembro. O conteúdo é direcionado a cidadãos interessados em compreender as políticas públicas do Estado, em especial a importância do orçamento público e os instrumentos disponíveis para o exercício do controle social.

Com uma carga horária de 40 horas, o curso possui três módulos: Estado e Sociedade no Brasil, Orçamento Público e Controle Social e Transparência.

Para aprovação e emissão de certificado será necessário alcançar no mínimo 70% de acerto nas questões ao final de cada módulo. Para mais informações e para realizar a inscrição acesse www.fazesp.sp.gov.br. Consulte o manual de inscrição aqui.

Informações
Curso: Orçamento Público, Controle Social e Cidadania Fiscal – Turma 2
Modalidade: Educação à Distância
Período de inscrições: 5 a 26 de setembro (ou até se esgotarem as vagas)
Período de realização: 26 de setembro a 7 de novembro
Público-alvo: estudantes, membros de organizações sociais interessados na temática, servidores públicos e cidadãos em geral
Carga horária: 40 horas
Vagas: 600

 

agosto 30, 2016

Curso em EaD – Ética e Cidadania Fiscal

A Escola Fazendária do Estado de São Paulo (Fazesp) informa que abrirá inscrições para a segunda turma de 2016 do curso Ética e Cidadania Fiscal.  O conteúdo é de interesse de professores, estudantes, servidores públicos e cidadãos em geral que poderão se inscrever, via internet, no período de 26 de agosto a 5 de setembro.

O curso é gratuito e será realizado no próprio ambiente virtual da Fazesp de 5 de setembro a 4 de novembro. O conteúdo é direcionado a quem tem interesse em obter conhecimentos sobre tributação, responsabilidades do Estado e exercício da cidadania, além de contribuir para a transparência na gestão pública e na prática da responsabilidade fiscal.

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Os conteúdos que permeiam a temática “Ética e Cidadania Fiscal” são apresentados por meio de exemplos e situações cotidianas. Entre os temas abordados constam o Brasil e seus desafios; o papel da educação na transformação da sociedade; a estrutura dos poderes e suas atribuições; a classificação dos tributos; o panorama da sociedade brasileira atual; controle, transparência, lei de acesso à informação e participação social, o que é Ética e a diferença entre ética e moral.

Com carga horária de 80 horas, o curso terá quatro módulos: Convite à cidadania fiscal; Ética, Democracia e Cidadania; Como o Estado obtém recursos para a sua manutenção?; e Orçamento Público, Controle, Transparência e Participação Social.

Para aprovação e emissão de certificado será necessário alcançar no mínimo 70% de acerto nas questões ao final de cada módulo. Para mais informações e para realizar a inscrição acesse www.fazesp.sp.gov.br. Consulte o manual de inscrição aqui.

Informações
Curso: Ética e Cidadania Fiscal – Turma 2 de 2016
Modalidade: Educação a Distância auto instrucional
Período de inscrições: 26 de agosto a 5 de setembro (ou até se esgotarem as vagas)
Período de realização: 5 de setembro a 4 de novembro
Público-alvo: Professores, universitários, membros de organizações sociais interessados na temática, servidores públicos e cidadãos em geral
Carga horária: 80 horas
Vagas: 600

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agosto 28, 2016

Os quintais de minha infância sempre foram cheios de vida

Os quintais de minha infância sempre foram cheios de vida. Flores, borboletas, passáros, verduras legumes e frutas.

A minha mãe tinha muito orgulho do jardim, uma vaidade que não escondia e que crescia quando vizinhos e parentes o elogiavam. Idem para a horta que meu pai cultivava no fundo do quintal.

As flores que minha mãe cultivava eram como se pertencessem às joias da coroa – meio que impossíveis de toca-las. E é bem no fundo de minha memória que ficam guardados os perfumes e cores do jardim da minha infância. Exuberante, cheio de recantos e flores de várias espécies. Tinha até uma cerquinha de madeira para não ser pisoteado ou invadido pelos cães da casa.

flores

Nosso quintal era um bom lugar para brincar, pois a graça daqueles canteiros, da mistura de laranjeiras e roseiras, ameixeiras e margaridas estava nessa junção de jardim com pomar – um viveiro de flores a fazer fronteira com a horta. Um pouco adiante, em canteiros cercados por uma paredinha de terra ou tijolos, o meu pai semeava alfaces, rúculas, almeirões e tomates. Havia sempre no quintal um vigoroso pé de alecrim, outro de capim cidreira, poejos, hortelã, e tudo quanto era ervas para chás e unguentos. (more…)

agosto 26, 2016

Hackathon – Game Jam – TCESP 2016

No dia 08 de outubro, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo realizará o 2º concurso cultural Hackathon. O evento deste ano estará sob o formato de um Game Jam, evento que reúne programadores, designers gráficos, profissionais e estudantes ligados ao desenvolvimento de jogos em uma maratona de desenvolvimento, ideias, criatividade e inovação.

O desafio deste ano é desenvolver um jogo eletrônico educacional sobre o tema de combate à corrupção para o público infantil com idade de 7 a 12 anos incompletos.

O objetivo é mostrar às crianças como identificar atos de corrupção em sua realidade. Mostrarmos que devem agir honestamente e de forma correta desde cedo, com amigos, professores, colegas, familiares e pessoas com as quais convivem.

A abordagem do tema na formação de nossas crianças é fundamental para que estas sejam levadas a pensar de maneira divertida e numa linguagem acessível nos problemas de nossa sociedade e que sejam ajudadas em suas formações como pessoas de bem, cidadãos e peças essenciais para o desenvolvimento da nação.

Programação
Regulamento

INSCRIÇÃO

Não perca a chance de fazer parte deste evento. É uma oportunidade de fazer amigos, networking, produzir um jogo, ganhar prêmios e ainda ajudar a combater à corrupção. Faça já a sua inscrição e chame seus amigos! As inscrições podem ser feitas até às 23h59, horário de Brasília, do dia 05 de setembro de 2016.

agosto 20, 2016

Educação Fiscal – o que é?

Acabo de ver o texto abaixo, do Grupo de Educação Fiscal do Paraná, que fala de forma simples aos professores o que é essa nova modalidade de ensino. Vejam:

A educação fiscal tem como proposta despertar na sociedade uma reflexão sobre o contexto em que o cidadão está inserido, oferecendo a ele informações para uma atuação consistente e de contribuição para a melhoria das condições sociais vigentes.

O fato é que grande parte da população não sabe que paga tributos, desconhecendo sua própria contribuição para o financiamento dos serviços públicos. Alguns sequer sabem que a escola e o hospital que estão a seu serviço são frutos dos tributos pagos por eles – que tudo o que é público foi construído com os tributos que cada um paga. Todos somos contribuintes de fato, ainda que sejamos isentos do imposto de renda, que não tenhamos carro ou imóvel próprio, ou que estejamos desempregados. É que pagamos vários impostos e contribuições aos consumirmos bens ou serviços, sem percebermos. O tributo que um empresário cobra do consumidor ao vender uma mercadoria sem nota fiscal e, consequentemente, não repassa aos cofres públicos certamente estará faltando para garantir um medicamento a um doente, a merenda em uma creche ou o salário do professor.

 

Ainda que diretamente não lesem a integridade física de qualquer cidadão, indiretamente têm um efeito social devastador, pois afetam principalmente as populações mais necessitadas, que dependem fundamentalmente dos serviços públicos essenciais até para garantir a sua sobrevivência.

Portanto, o tributo é essencial à construção da vida em sociedade e, por isso, ele guarda relação direta com o cotidiano das pessoas. Daí a importância de tratarmos de Educação Fiscal em nossos estabelecimentos de ensino, do mesmo modo que tratamos de assuntos sociais de alta relevância para a formação de um cidadão consciente de seus direitos e obrigações, participativo e comprometido com as aspirações da coletividade, contribuindo assim para a construção de uma sociedade melhor por meio do poder transformador do conhecimento.

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