A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

janeiro 5, 2018

Banespa, Banespão, Edifício Altino Arantes: agora será o Farol Santander

 

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O Edifício Altino Arantes, mais conhecido como Banespa ou Banespão, fechado desde 2015, será reaberto no final de janeiro de 2018 com outro nome – “Farol Santander”.

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Além do novo nome o prédio ganhará um farol e seus 35 andares deixarão de ter finalidades administrativas e se tornará um espaço cultural, segundo Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil. O espaço terá diversos curadores culturais, cada um de olho em diferentes tipos de arte como visuais, música e dança. Terá ainda um museu que será dedicado à coleção de obras de arte que faz parte do acervo do banco. Só o Museu Banespa possui duas mil obras de artistas como: Di Cavalcanti, Cândido Portinari, Tomie Ohtake, etc.

Inaugurado há 70 anos, o edifício Altino Arantes já foi o prédio mais alto da capital paulista, com seus 161 metros, até a chegada do Mirante do Vale, em 1960, com 170 metros.

Inspirado no Empire State Bulding de Nova Iorque, o prédio foi sede do Banco do Estado de São Paulo até 2000, quando a instituição foi adquirida pelo Santander. (more…)

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dezembro 17, 2017

Monumentos da Praça Ramos de Azevedo e Fonte dos Desejos foram restaurados

Depois de quase 100 anos de sua inauguração, o monumento a Carlos Gomes, e toda área de um dos espaços mais belos do centro, a Praça Ramos de Azevedo e Fonte dos Desejos – Glória, foram entregues no sábado.

A Praça Ramos de Azevedo, cartão postal da região central, foi entregue à população  o último sábado, dia 16 de dezembro, depois da revitalização de todos os seus monumentos que fazem homenagem ao compositor de ópera, Carlos Gomes, como também, a famosa “Fonte dos Desejos”.

A nova “Fonte dos Desejos – Glória” (1922): Escultura em bronze, do artista italiano Luigi Brizzolara (1868-1937), que foi inaugurado no ano do centenário da independência do Brasil. Tem destaque um conjunto de três impetuosos cavalos alados que arrastam a Glória do Brasil através dos oceanos. Em 1957, o prefeito Adhemar de Barros recebeu a escritora italiana Mercedes La Valle, que lhe entregou um frasco contendo água da Fontana di Trevi, de Roma. Durante cerimônia no Monumento a Carlos Gomes (localizado acima da fonte), o prefeito despejou a água na fonte, como num ato de batismo, dando-lhe o nome de “Fonte dos Desejos”.

A parceria entre a Prefeitura e empresários ligados à comunidade italiana, pelo Italia Per San Paolo (ITA Brasil), recuperou este importante conjunto de esculturas localizado no Vale do Anhangabaú, uma área total de 4,5 mil metros quadrados que foi completamente restaurada.

Cada monumento recebeu atenção especial durante a limpeza, com produtos específicos para cada material. Para remover as pichações foram usadas várias técnicas que não danificasse o aspecto da escultura, pois tudo foi feito para não tirar a originalidade da obra.

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novembro 29, 2017

Natal – sua comemoração e decorações pelo mundo!

Todos os anos, milhares de cristãos em todo o mundo reúnem-se para celebrar o nascimento do menino Jesus, para trocarem presentes, comer e para se deixarem maravilhar pelas iluminações de Natal nas casas e nas ruas. Mas, em vez de uma ceia farta, com vários tipos de comida, há quem prefira comer Carpa e, em vez de rabanadas, ou bolos cobertos com chantili. Pelo mundo, há tradições de Natal para todos os gostos e algumas podem parecer algo estranhas.

Na Índia, apenas 2,3% da população é cristã, o que corresponde a cerca de 25 milhões de pessoas. O Natal é celebrado como em qualquer outro lugar do mundo — com missa do galo, troca de presentes e, claro, uma árvore de Natal. Ou melhor, uma bananeira de Natal. Como não existem pinheiros na Índia, os indianos geralmente decoram bananeiras ou mangueiras ou a árvore que estiver disponível.

Nas fotos abaixo, algumas decorações de Natal na Itália, Portugal, Alemanha Bélgica e Brasil. Percebam que algumas delas são comestíveis: feitas de chocolate belga!

Clique em uma das imagens para vê-las ampliadas.

No que diz respeito a refeições natalícias, os japoneses têm algumas tradições esquisitas. Em 1974, uma campanha publicitária associou o Natal à marca KFC. Desde então, os restaurantes da cadeia de fast-food norte-americana tornaram-se num lugar escolhido para passar essa noite de especial. No dia de Natal, as famílias reúnem-se para comer um cheesegurger ou uns nuggets de frango. Também no Japão, a sobremesa de principal é um bolo de chocolate coberto com chantili. A procura é tanta que as encomendas têm de ser feitas com meses de antecedência. (more…)

novembro 26, 2017

Bichinho/MG, um encanto de lugar, aos pés da Serra de São José!

Hoje o post é sobre Bichinho/MG, vilarejo encantador e de belo artesanato. Minha amiga Silvia Costola, de Rio Claro e que mora há anos em Roma, quando soube que eu estava em Tiradentes enviou um recado: “conhece Bichinho? Se não conhece, vá!”. Aceitei o conselho e fui.

Bichinho é um lugarejo que fica a cerca de 08 quilômetros de Tiradentes, passando por uma estrada de terra que beira à imponente Serra de São José – estrada conhecida como “caminho Real”, toda calçada em pedras do tipo “pé de moleque”. Como adoro caminhar e apreciar a paisagem, exercitando minha visão de Geógrafo que sou, fui e voltei a pé! Em grande parte do caminho há ateliês de artesanato em ferro, em pedra sabão, móveis confeccionados com madeiras de demolição, entre outros.

O caminho em si só já é um espetáculo. A estrada toda permeia a imponente Serra, dando-nos uma visão maravilhosa, um verdadeiro espetáculo da natureza.

 

No portal da entrada para o vilarejo, conheci o Sr. Olavo e sua filha, que produzem artesanatos maravilhosos, feitos em madeira: são galinhas caipiras, galinhas de angola, frutas, entre outros artesanatos de muito bom gosto. Ele faz os entalhes e a filha pinta ou encera as peças. E os preços são muito melhores que os das lojas de artesanato que você encontrará no vilarejo. Claro que não ele não produz em grande quantidade ou variedade. Mas vale a pena parar para um bom papo e conhecer o seu trabalho. (more…)

novembro 25, 2017

Tiradentes/MG e seu queijo premiado na França!

Uma das melhores coisas de Tiradentes são os moradores. Todos muito simpáticos, adoram conversar, são prestativos em dar informações e sempre com o delicioso e típico sotaque mineiro, uai!

Nos cinco dias que estive lá, fui convidado para tomar café, bati longos papos com pessoas na rua e nas lojas de comércio.

Uma dessas conversas foi com a Lúcia Maria Resende, que é produtora do queijo “Sabores do Sítio”, em Tiradentes, na Região de Campos das Vertentes, e que ganhou a medalha de Bronze no “Mondial du Fromage”, em Paris, França. Seu queijo tem a característica suave, textura macia, todo feito com leite do rebanho do gado Jersey.

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Ela disse que em 2016 conquistou o seu primeiro prêmio: o primeiro lugar em um concurso estadual em Minas (desbancou os deliciosos queijos da Canastra). E, neste ano, na primeira participação em um concurso mundial, conseguiu a Medalha de Bronze. Cerca de 80% do queijo que produz é vendido na Feirinha da Estação do Trem, em Tiradentes, mas o produto também tem destino certo, como Barbacena e Belo Horizonte. (more…)

Tiradentes/MG – uma das maravilhas de Minas Gerais

A cidade de Tiradentes fica a 372 km de São Paulo em linha reta e por estradas, 526 km.

Cidade linda, que pode ser classificada como uma mistura dos sabores de Minas: história, cultura, religiosidade, natureza e gastronomia. Certamente é a cidades histórica mais charmosas do Estado de Minas Gerais, com importantes exemplos de arte barroca enriquecendo sua paisagem.  

Graças a seu rico patrimônio histórico, a cidade é escolhida com frequência para servir de set de filmagens para gravações de filmes, novelas e minisséries de época. O calendário da cidade é repleto de eventos, além do tradicional Carnaval de rua e da Semana Santa. Destaques especiais devem ser dados para o Festival de Cinema, em janeiro; o Encontro dos Apreciadores das motocicletas Harley Davidson, em julho e o Festival Gastronômico, em agosto. Pertinho de Tiradentes fica o distrito de Bichinho. Mas este será motivo de um próximo post.

Estive em Tiradentes entre os dias 15 e 19 de novembro. Passear pelas ruas e pelo casario, em todos os dias, foi fantástico. O movimento das charretes, as pracinhas e o Chafariz de São José são uma atração à parte. O artesanato – de muito bom gosto – está por toda a cidade. No sábado à noite assisti a missa das 19h00 na Matriz de Santo Antônio e fiquei para assistir ao espetáculo de som e luz, narrado pelo saudoso Paulo Goulart.
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outubro 20, 2017

Fazesp – Escola Fazendária de São Paulo

 

Parte de uma série de construções escolares realizadas pelo Estado no início do século 20, a Escola do Carmo foi recuperada para abrigar a Escola de Administração Fazendária (Fazesp) – onde trabalho. Houve um primeiro projeto de recuperação que teve início em 1999 e que terminou em 2002 e outro, mais recente, que teve início em 2015 foi finalizado em 2016.

O edifício, de linguagem neoclássica com a inserção de elementos art nouveau, passou por metódico trabalho de recomposição. A área do terreno é de 1.068,25 m2 e a área construída é de 2.834,96 m2.

 

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Exemplar representativo da arquitetura escolar do início do século passado, o conjunto foi projetado pelo arquiteto alemão naturalizado brasileiro Carlos Rosencrantz, funcionário, desde 1913, da antiga Diretoria de Obras Públicas da Secretaria da Agricultura.

A Escola do Carmo é um de seus primeiros projetos, feito com Achilles Nacarato. Retrato das alterações pelas quais passou a cidade, a edificação declinou junto com o centro e – curiosamente – ressurge no momento em que ele está sendo redescoberto.

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outubro 19, 2017

O que é um museu?

O da Santa Casa de São Paulo valoriza o ensino e a pesquisa, buscando aproximar os visitantes

*June Locke Arruda, O Estado de S.Paulo

Quem nunca ouviu o ditado popular que diz que “quem vive de passado é museu”? Isso vem do fato de que museu ainda está relacionado a um lugar que guarda coisas antigas, que não têm mais utilidade para ninguém, ou, num linguajar mais popular, coisas velhas mesmo!

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Contudo já paramos para pensar qual a origem dessa história? Quando e por que se começou a reunir peças e objetos em forma de coleções? Qual a relevância que essa instituição teve ao longo dos séculos e que magnitude ela tem nos dias de hoje? Vejamos.

A origem etimológica da palavra museu vem do grego e quer dizer musas. As musas eram entidades da mitologia grega, filhas de Zeus e de Mnemosine, a deusa da memória. A casa das musas era o mouseion, uma mistura de templo com instituição de pesquisa voltada para o saber filosófico, onde eram depositados objetos preciosos oferecidos às divindades em sinal de agradecimento. A partir de então, todo objeto reunido ou compilado num determinado espaço com o intuito de contar ou resgatar alguma área do conhecimento passou a ser relacionado à palavra museu. (more…)

outubro 3, 2017

Veganos no Centro de São Paulo!

Os leitores frequentes desse blog sabem que moro no centro de São Paulo e que por ele tenho uma relação de amor e ódio (muito mais amor que ódio, convenhamos). Na semana passada uma amiga me apresentou a  startup  A Vida no Centro – um hub de inovação, lançado por Denize Bacoccina e Clayton Melo. Nele está sempre em foco a cultura e experiências sobre o centro de São Paulo. Segundo os idealizadores, o projeto tem como propósito ser um instrumento que, por meio de diferentes ações, ajude a melhorar a vida na região central da Metrópole e, assim, contribua para tornar São Paulo uma cidade mais aberta, sustentável e inovadora. A empresa atua por meio de diferentes ferramentas e serviços, como plataforma digital, curadoria de tendências e comportamento e experiências, como eventos temáticos ou outros projetos de marketing customizados para empresas.

Tenho muitos amigos veganos. Ontem, zapeando pelo site, encontrei um post muito bacana sobre os restaurantes veganos aqui do centrão. Escrevi pedindo autorização para colocar no blog e a Denize gentilmente liberou. Segue abaixo.

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Vegano no centro de São Paulo? Veja aqui boas opções de bares e restaurantes
Procurando um lugar para almoçar ou jantar no centro de São Paulo? Fomos conferir e indicamos várias boas opções de restaurantes e bares veganos na região. Veja nossas dicas.

É possível ser vegano sem abrir mão de uma vida social, frequentar bares e restaurantes com a família ou amigos? Há alguns anos, talvez fosse difícil combinar na mesma frase veganismo e vida social. Muitas vezes era preciso levar comida de casa para o almoço ou ficar sabatinando o garçom e contar com a boa vontade do cozinheiro para ter certeza de que nenhum produto de origem animal seria de fato usado no prato.

Esse cenário mudou bastante nos últimos anos em São Paulo e hoje já é possível comer fora ou sair com os amigos sem ter que abrir mão da alimentação escolhida. Ainda é mais fácil encontrar restaurantes vegetarianos do que veganos, já que muitos restaurantes que não têm carne usam ovos e leite nos preparos. Mas já existem boas opções de veganos. Fomos conferir e indicamos aqui algumas boas opções no centro de São Paulo.

Subte Vegan, no mezanino da Galeria Boulevar do Centro

Subte Vegan, no mezanino da Galeria Boulevar do Centro

Subte Vegan

É um lugar relativamente novo neste endereço e faz parte do processo de reocupação do centro por uma moçada interessada em transformar a região em um lugar cada vez mais interessante. Fica instalada no mezanino de uma galeria que ainda não passou por um banho de loja e assusta à primeira vista. Mas não deixe de subir as escadas e caminhar até o restaurante. Lá dentro, o clima é outro. Comida maravilhosa (a feijoada vegana é a melhor que já provamos, com legumes reconhecíveis dentro do molho escuro e não imitações de salsichas), atendimento simpático e um clima acolhedor, com trilha sonora de primeira na vitrola. Tem feito bastante sucesso e em alguns dias tem fila para conseguir mesa. Os preços são muito camaradas. E as sobremesas também são excelentes. Promove happy hour com música alguns dias. Fique de olho na programação no Facebook.

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agosto 16, 2017

XV de Piracicaba e seu hino caipira

Não sou muito ligado em futebol, mas em Rio Claro, minha cidade natal, gostava muito de assistir ao derby rio-clarense. Era um clássico, com guerra entre as torcidas do Velo Clube Rio-clarense – conhecido como Rubro Verde (meu time de coração por lá!) e o Rio Claro Futebol Clube, conhecido como Galo Azul ou Azulão. Outro jogo bem concorrido era quando um desses dois times jogava com o XV de Piracicaba.

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O XV é um dos clubes mais conhecidos do futebol do interior paulista. Fundado em 1913, e igual aos times da região, nunca foi uma equipe de títulos expressivos. Mas é um time conhecido por sua simpatia entre todos. Porém há sempre quem tente ofuscar o grande “Nhô Quim” (Sinhô Quinze), confundindo os fãs e torcedores com o mesmo nome. (more…)

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