A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

julho 10, 2017

Prefeitura reativa “Fonte dos Desejos” da Praça Ramos de Azevedo!

Já tinha escrito aqui no blog sobre os  monumentos e fontes da cidade de São Paulo em estado de abandono.

Sábado, em uma de minhas caminhadas pelo centro, tive uma grata surpresa. A Prefeitura de São Paulo reativou a “Fonte dos Fesejos” situada na Praça Ramos de Azevedo, no centro da cidade, ao lado do Theatro Municipal. De acordo com a Prefeitura Regional da Sé, foram realizadas obras para restabelecer o fornecimento de água e energia elétrica para o monumento. Pensei que morreria sem ver essa fonte novamente em funcionamento!

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A “Fonte dos Desejos — Glória” faz parte do conjunto escultórico realizado pelo arquiteto italiano Luiz Brizzolara em 1922 e foi inspirada na fonte dos desejos de Roma (Fontana di Trevi). A fonte integra o Monumento a Carlos Gomes, formado por um conjunto de 12 esculturas, representando a música, a poesia e personagens das óperas mais famosas do músico. (more…)

julho 6, 2017

Governo do Estado de São Paulo – Aplicativos oficiais garantem acesso rápido a informações

O Governo do Estado de São Paulo lançou uma série de aplicativos para facilitar a consulta pelos usuários dos serviços públicos. As ferramentas oficiais podem ser baixadas gratuitamente na APP Store, no Google Play e na loja de aplicativos do Governo do Estado de São Paulo ( http://www.spservicos.sp.gov.br/ ).

Confira abaixo alguns dos serviços disponíveis:

Poupatempo – Agendamento, Guia de Serviços Públicos e Achados e Perdidos;

D.O digital –  novo aplicativo para smartphones e tablets. Disponível tanto para plataformas Android como iOS, permite a consulta do Diário Oficial eletrônico em qualquer lugar e hora, pela Internet; (more…)

julho 4, 2017

Inscrições para o Prêmio Nacional de Educação Fiscal vão até 15 de julho

Chegou à reta final o prazo de inscrições para a edição 2017 do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) em parceria com a Escola de Administração Tributária (Esaf) que objetiva valorizar as melhores práticas de educação fiscal do país e ressaltar a importância social dos tributos e sua correta aplicação em benefício da coletividade. Até 15 de julho os interessados podem se inscrever na premiação nacional, que tem o apoio de empresas com o Correio Braziliense.

Resultado de imagem para Prêmio Nacional de Educação Fiscal

O Prêmio visa incentivar escolas e instituições de ensino sensíveis ao tema, fazendo da participação social um caminho para transformar o Brasil.

Na edição deste ano, seis trabalhos serão premiados: primeiro, segundo e terceiro lugares na Categoria Escolas, que receberão R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente; dois primeiros colocados na Categoria Instituições, com a premiação em dinheiro de R$ 10 mil para o primeiro e R$ 5 mil para o segundo lugar; e uma premiação de melhor reportagem na Categoria Imprensa, com direito a troféu e um prêmio em dinheiro de R$ 2 mil.

Quem apoia o Prêmio

A edição 2017 do Prêmio conta com o patrocínio do Banco de Brasília – BRB e o apoio das 27 associações filiadas à Febrafite; da Receita Federal do Brasil; do Centro Interamericano de Administração Tributária (Ciat); do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat); do Sindifisco Nacional; da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp); do Conselho Federal da Ordem dos Advogados (OAB); da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip); da Federação Nacional de Auditores e Fiscais de Tributos Municipais (Fenafim); do Fórum Nacional de Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate); do Grupo Globo; do Correio Braziliense e do site Congresso em Foco.

Saiba mais no vídeo institucional da edição:  www.youtube.com/watch?v=gDgNMYAcclM

Site: www.premioeducacaofiscal.com.br/

julho 2, 2017

Vila Maria Zélia – um tesouro no centro de São Paulo

Post publicado originalmente em 11/01/2014

A Vila Operária Maria Zélia, foi construída para ser uma pequena cidade. Foram feitas 220 casas, com duas escolas, uma para meninas e outra para os meninos, ambulatório e serviço odontológico, uma praça principal com uma igreja ladeada por dois prédios idênticos, onde funcionavam o comércio, com farmácia, açougue, sapataria, armazém, salão de festas, e um clube, com um campo de futebol. Foi a primeira vila operária a ter uma creche para os filhos dos operários.

Moro em São Paulo há 11 anos, mas, sempre mantenho meu pé no interior do estado, onde nasci. Aqui na capital, procurei um apartamento que tivesse “cara” de casa. Hoje, vivo nesse apartamento que tem até uma pequena área externa, o que é um privilégio para quem mora na capital.

O inconveniente – pagar condomínio! Assim, de uns tempos para cá estou procurando um sobrado ou casa para possível  troca.

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E lembrei  que há algum tempo, o Luiz e o Fabrício, amigos aqui da capital, me convidaram para assistir uma peça de teatro  que seria encenada em um  armazém de uma antiga vila de operários.  Cheguei, junto com eles, na Vila Maria Zélia. Fomos assistir a uma peça chamada “Hygiene”, apresentada no antigo armazém geral da Vila, escrita, concebida, dirigida e encenada pelo Grupo XIX de Teatro, que transforma praças, cadeias, hospitais, passagens subterrâneas, em “salas de teatro”.

Fiquei encantado. A Igreja, bem em frente, é simples, pequena e singela. As pequenas casas de inspiração europeia, infelizmente abrasileiradas no acabamento das fechadas, convivem em perfeita harmonia. Não há disparidades. Nada é ofensivo. Não há miséria, mas também não há ostentação.

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Maria Zélia Street

No final da vila, um pequeno clube, com churrasqueira, quadra, campo de futebol e mesinhas para jogos de cartas ou dominó. O clima de interior é reforçado pelas hortaliças cultivadas em um canteiro, pelas crianças andando de bicicletas e pelos gatos perambulando nas ruas.

A sensação é de estar em uma cidade cenográfica. Moradores disseram que é sempre utilizada para comerciais, novelas e longas-metragens, como o filme O Corinthiano (1966), com Mazzaropi. (more…)

junho 6, 2017

GefeSP promove o concurso de foto mais curtida no Instagram durante a 20ª Feira do Estudante CIEE

A promoção da foto com o nosso mascote Gefe, do Grupo de Educação Fiscal Estadual – GefeSP, no Instagram, durante a 20ª Feira do Estudante CIEE, foi um sucesso! Muitas participações incríveis! Seguimos o critério estipulado que foi para as três fotos mais “curtidas” até o final da promoção – em 31/05/2017.

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Agradecemos todos que participaram e usaram sua criatividade ao registrar os instantâneos!

SOBRE O MASCOTE GEFE

Quem é o Gefe? É um menino de 10 anos, residente na cidade de São Paulo, curioso, proativo, bondoso, extremamente comunicativo, inteligente, confiável e honesto.

Mora numa rua tranquila, num bairro residencial (Vila Esperança). Seu Pai (Sr. Francisco) é motorista e sempre ensina algo sobre Cidadania e Civilidade ao filho, e sua mãe (D. Sonia) é professora e trabalha na escola da Vila Esperança.

Gefe gosta muito de ler, de estudar e de se divertir com seus amigos e com seu irmãozinho que se chama Giba. Adora jogos de todos os tipos, ama jogar futebol com os amigos, empinar pipa, andar de bicicleta e de Vídeo Game. (more…)

maio 29, 2017

I Semana Nacional de Arquivos

O Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) está participando da I Semana Nacional de Arquivos, organizada pelo Arquivo Nacional e Fundação Casa de Rui Barbosa. Durante a Semana, instituições arquivísticas e centros de memória e documentação de todo país serão abertos para a cultura e divulgação dos trabalhos desenvolvidos, com o objetivo de ampliar a visibilidade dos arquivos e sua inserção na sociedade.

Confira a Programação clicando aqui

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Essa iniciativa é uma das ações previstas no Plano Setorial de Arquivos (2016-2026), aprovado em 2016 pelo Conselho Nacional de Política Cultural. A data escolhida para a realização do evento éa semana em que é celebrado o Dia Internacional dos Arquivos, 9 de junho. A data foi instituída pela Assembléia Geral do Conselho Internacional de Arquivos, realizada em Québec, em novembro de 2007. Foi em 9 de junho de 1948 que a UNESCO criou o Conselho de Arquivos.

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maio 24, 2017

II Seminário de Gestão Documental e Acesso à Informação: 05 Anos de Implementação da LAI

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo – Escola Paulista De Contas Públicas, promoverá no dia 05/06/2017, das 14h às 17h, o “II Seminário de Gestão Documental e Acesso à Informação: 05 Anos de Implementação da LAI”.

Público Alvo:

  • Servidores públicos estaduais que atuam em serviços de promoção da transparência:
  • Serviço de Informações ao Cidadão;
  • Membros das Comissões de Avaliação de Documentos e Acesso – CADA – Servidores do TCE.

Palestrantes:
– Ieda Pimenta Bernardes – Diretora do Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado;
– Paulo Massaru U. Sugiura – Diretor Técnico de Divisão do TCESP;
– Patricia Mirabile – Diretora da Central de Atendimento ao Cidadão;
– Zilter Bonates da Cunha – Diretor Técnico de Divisão- Ouvidor do TCESP; e
– Camila Brandi de Souza Bentes – Diretora do Dep. de Preservação e Difusão do Acervo/Arquivo Público do Estado/Secretaria de Governo, como Mediadora.

Data: 05/06/2017 – Horário das 14h às 17h

OBJETIVO
Ação de orientação aos SIC`s e CADA`s quanto a gestão documental e o acesso à informação, bem como, quanto as ações de fiscalização do TCE em relação à Transparência.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • 14h00 Mesa de Abertura;
  • 14h20 Palestra: Gestão Documental e Acesso à Informação: do pedido ao recurso;
  • 15h00 Palestra: Aspectos da Fiscalização do TCE em relação à Transparência;
  • 15h40 Painel: O Serviço SIC: Avanços e Desafios;
  • 16h20 Debate;
  • 17h00 Encerramento.

 

 

  • LOCAL: Auditório Nobre “Professor José Luiz de Anhaia Mello”
    Avenida Rangel Pestana, 315 – Anexo I – Centro – São Paulo – SP

maio 17, 2017

Minha relação com plantas e bichos

Quem acompanha o A Simplicidade das Coisas já sabe que gosto de escrever sobre minha infância – pobre e digna. Quando minha família saiu do sítio para vir tentar nova vida na cidade, moramos por alguns anos em casas alugadas. Primeiro na Vila Alemã e depois na Vila Martins, ambas em Rio Claro/SP. Nem por isso meu pai deixou de cultivar sua horta e minha mãe deixou de plantar seus jardins. Estes estavam sempre limitados a pedacinhos de terra que ficavam no corredor de entrada dessas casas, entre a parede o muro do vizinho, ou nos fundos. Depois, quando mudamos para a casa própria, na Vila Nova, a qual tinha amplo quintal, meu pai, além da horta, cultivava pés de frutas, criava galinhas e sempre tinha um porco preso num chiqueiro, minha mãe estendeu o domínio das flores e das folhagens por vários locais: não havia espaço vazio que não fosse povoado com rosas, dálias, margaridas, lírios, antúrios, palmas, copos-de-leite, crisântemos, girassóis, gerânios, jasmins. Tudo muito bem cercado para que os cachorros (sempre tivemos dois) não destruíssem as plantas.

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De meus pais não herdei joias, imóveis, dinheiro, mas tudo o mais, inclusive o gosto por bichos e plantas. O quintal de minha casa em Rio Claro é cheio de plantas, as quais atraem muitos pássaros. Tenho também um terreno onde pretendo construir uma chácara e por lá morar, o qual povoei de árvores. Os vizinhos dizem: nós arrancamos “o mato” e você planta. Isso vai virar uma selva! Não questiono. Apenas penso: por que ter uma chácara e nela reproduzir uma “casa de cidade”?

Desde que mudei para o apartamento onde hoje moro, na República, em São Paulo, há 10 anos, cultivo algumas plantas. Não consigo ficar longe do cheiro de mato e terra. Hoje, em número bem pequeno, pois estão construindo um edifício de 25 andares ao lado, o qual tirou muito de minha área de luz. Atualmente elas estão nos beirais das janelas e em alguns vasos que mantenho dentro de casa, entremeando as estantes de livros e outros móveis. A construção do edifício pela Setin causou-me tristeza, pois tive que me desfazer de muitos vasos, os quais sempre evocaram em mim a memória de meus pais e antepassados que sempre lidaram com a terra.

Das memórias que tenho, avós e tias sempre cultivaram suas plantas preferidas. A tia Izabel, irmã de meu pai, adorava suas avencas. Eram lindas e elogiadas por todos. Minha avó Virgínia, tinha um “q” a mais com seus canteiros de margaridas e palmas.

O tempo passa célere e cada vez mais sinto imensa necessidade de arrumar uma maneira de manter plantas, bichos e amigos vivos e próximos… Mas eles teimam em fugir de minhas mãos…

maio 5, 2017

5 anos da Lei de Acesso à Informação: Avanços e Desafios

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A Controladoria Regional da União no Estado de São Paulo, realizará, no dia 16/5/2017, o evento “5 anos da Lei de Acesso à Informação: Avanços e Desafios”.

A Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011 – LAI) completa, em maio de 2017, 5 anos de vigência. Assim, o evento tem como objetivo trazer um balanço da implementação da Lei nesse período, bem como apresentar as transformações, obrigações e desafios que a cultura de transparência e acesso à informação imprimem na realidade brasileira.

A programação do evento incluirá: o balanço da implementação da norma nesse período, a divulgação da Terceira Rodada da Escala Brasil Transparente, metodologia desenvolvida pela CGU para medir a transparência pública em estados e municípios brasileiros, a apresentação do Ranking Nacional dos Portais da Transparência, desenvolvido pelo Ministério Público Federal no âmbito da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro – ENCLA, além de Painéis Temáticos sobre meio-ambiente, saúde, imprensa e ambiente empresarial, nos quais serão expostos os impactos da LAI em cada área.

As inscrições já estão abertas e poderão ser realizadas por meio do link abaixo, no período de 26/04/2017 a 12/05/2017:

PARA PARTICIPAR, CLIQUE AQUI

5 anos da Lei de Acesso à Informação: Avanços e Desafios

                                                           16/05/2017

                                                        Programação:

Balanço dos 5 anos de vigência da LAI – CGU;

Resultado da 3ª Rodada de Avaliação da Escala Brasil Transparente – CGU;

Apresentação do Ranking Nacional dos Portais da Transparência – MPF;

Painéis Temáticos: “Avanços e Desafios da LAI nos Segmentos da Sociedade”:

I – Saúde
II – Meio ambiente
III – Imprensa
IV – Setor Privado

Inscrição: PARA PARTICIPAR, CLIQUE AQUI

Data: 16/05/2017

Horário: 14 horas

Local:  Sala Ministro Horácio Lafer, Prédio do Ministério da Fazenda

Endereço: Av. Prestes Maia, nº 733 – 22º andar – Centro– São Paulo/SP

 Realização:

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maio 1, 2017

Uma construção esquecida no centro de São Paulo

Moro no centro de São Paulo. Certamente é a região com melhor infraestrutura da cidade. Mas, por questões políticas, o processo de revitalização é falho e mantém quase intacto o processo de decadência da região.

Há quatorze anos moro na cidade. Vários projetos – uns grandiosos – e ideias mirabolantes se sucederam nos últimos anos, mas, na prática, só reformas que poderiam ser usadas como bandeiras políticas foram feitas. As Praças da República, da Sé e da Liberdade passaram por transformações, mas continuam refúgio de sem-teto, o que compromete a segurança e o interesse dos empreendedores na região.

Em vez de utilizar os recursos disponíveis para proporcionar moradia e trabalho à população de rua, a Prefeitura tem preferido garantir cenário e circo. A região central se degrada a cada dia e a população de rua sobe a números alarmantes. E os paulistanos, principalmente os que escolheram a região central para viver, arcam com o prejuízo deixado por governos passados.

A seguir contarei a história do edifício abaixo.

Comecei a escrever esse post por conta de tantos edifícios invadidos com os quais me deparo ao caminhar para o trabalho. E em especial um deles que fica em frente da Fazesp – Escola Fazendária de São Paulo (Rua do Carmo, 88, Sé, Centro – esquina com a Rua das Flores), que é onde trabalho. Ele tem vários apelidos: caveirão, condomínio, favelão vertical, clandestino, estacionamento e tantos outros. Há alguns anos tivemos um diretor que dizia que colocar a construção abaixo seria uma das metas de sua gestão. Isso era uma piada, é claro.

(more…)

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