A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

novembro 20, 2016

Giacomo Puccini e sua Tosca – para mim, ele é pop!

Sim eu aprecio muito a música clássica. Apesar de não ter um profundo conhecimento sobre a mesma, gosto imensamente. Enquanto meus amigos ouviam Rock eu já gostava de ouvir Mozart,  Frederic Choppin, Beethoven, J. S. Bach e outros famosos compositores deste gênero de música. Todos os anos na noite de Natal na minha paróquia ouvia Messias Hallelujan de G. F. Handel. E me emocionava!

Eu adoro música, sou bem versátil. Tenho o certo dia para o tipo de música. Tem dias que posso escutar bossa nova o dia todo. Outro dia Frank Sinatra, Nat King Cole, Celine Dion, Barbara Streisand, Rod Stewart,  Tony Bennett, Neil Diamond, Dionne Warwick, Elvis, Elton John, etc, etc..

Também aprecio chorinho, samba enredo ,bolero e tango. Quando toca uma música eu logo digo: adoro esta música. Qual música que realmente não gosto? Rapp e funk!

Bem já escrevi bastante sobre o assunto por aqui, mas é sempre  o que acontece quando escrevo sobre algum assunto apaixonante. Boa música é uma coisa de Deus!

Adoro as óperas e suas árias, principalmente trechos de La Boheme, Madame Buterfly, Tosca (deu para perceber que gosto de Puccini e que ele é um de meus preferidos, não é?). Mas, como música, nada se compara ao intermezzo de Cavalleria rusticana (ouça e me diga se não é verdade). Porém, adoro também as óperas de Mozart.

Voltando ao Giacomo Puccini, li o trecho que segue abaixo no site Sobretudo, música  e o transcrevo.

Sentimentos poderosos como o amor e seu oposto, o ódio, e uma variante desses dois elementos – o ciúme –, fazem parte do enredo de Tosca, uma das óperas mais conhecidas de Giacomo Puccini. Ah, e o poder personificado no mal. Você conhece esse enredo, não? Pensando bem, faz parte da vida cotidiana.

Nas óperas, na literatura e em alguns casos da vida real, esses elementos se apresentam potencializados; essa é a diferença. Quem sabe, críticas em relação a determinado esquematismo dos “librettos” ou aos roteiros dos musicais, sejam injustos: se na ficção alguma coisa parece exagerada, pensando bem, a realidade é mais tudo e mais alguma coisa em sua crueza; a mulher traída mutila seu par, o traficante deixa expostas cabeças cortadas de suas vítimas para servirem de exemplo, o vizinho estupra e mata o amigo em guerras. (more…)

junho 23, 2016

Nerdologia – aprendendo de forma divertida

Uma dica legal para quem tem filhos, sobrinhos e agregados em idade escolar ou não – o canal Nerdologia que faz uma análise científica da cultura nerd! São dois vídeos por semana, um às quintas-feiras, sobre temas gerais e um às terças-feiras, com conteúdo específico de História.

Guerra do Vietnã

Lá você encontra, de forma divertida, assuntos de diversas áreas/temas atuais, conceitos complexos, muitas vezes abordados fazendo ligação a lançamentos do cinema e dos quadrinhos, do tipo: Como os dinossauros faziam xixi? Robôs com inteligência artificial podem vir a dominar o mundo? O que são as ondas gravitacionais? Como fazer um sabre de luz?

Afinal, que formato a terra tem?

O canal já foi reconhecido pelo público e agora está sendo reconhecido pela imprensa internacional. (more…)

maio 13, 2016

Quando eu era menino…

Nunca pensei que sentiria falta dos pega-pegas da Rua M-1-A na Vila Martins, em Rio Claro/SP… quando eu era apenas um menino.

Nunca pensei que sentiria falta dos campeonatos de bolinhas de gude, bater bafo, rodar pneus… quando eu era apenas um menino.

Nunca pensei que sentiria falta das tardes de domingo e das matinês no Cine Tabajara que já não existe mais. Das séries cinematográficas de “Tarzan”, “Flash Gordon”, “Capitão Marvel”,  “Rim Tim Tim”, “Vigilante Rodoviário”… meus heróis dos anos 70. E dos Gibis… das histórias em quadrinhos… Pato Donald, Tio Patinhas, Professor Pardal, Pateta. Dos livros de Monteiro Lobato e Júlio Verne. Só de lembrar de tudo isso fico tonto, tonto de saudades, de uma melancolia gostosa… Sentindo falta de quando eu era apenas um menino.

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Nunca pensei que sentiria falta das festas da escola, das festas juninas, da “festa das nações”, quando pela primeira vez percebi que havia um mundo com roupas e costumes diferentes – e acho que isso me levou a gostar tanto de Geografia e História. Falta dos bailes do Grêmio Recreativo da Companhia Paulista, das noites de discoteca da Sociedade Filarmônica Rio-clarense,  do som dos clarinetas, trombones e trompetes da Banda União dos Artistas Ferroviários… Artistas que eu admirava em minha infância, lembranças de quando eu já era… um pouco mais que um menino. (more…)

fevereiro 19, 2016

Um novo telhado para o Grupo XIX de Teatro!

Amigos leitores do blog A Simplicidadedascoisas – o Grupo XIX de Teatro  que ocupa um espaço na Vila Maria Zélia está precisando de ajuda. Estão lutando para que esse patrimônio histórico e cultural da cidade não acabe. Mas a chuva parece estar vencendo. Esta semana após mais uma tromba d’água, parte do teto do armazém que utilizam cedeu.

telha

O Grupo está há algum tempo com um sistema de coleta de doações pela internet para arrecadar dinheiro e realizar a troca do telhado (autorizado pelo DPH) e avaliado em R$ 55.000,00. Mesmo que você não possa contribuir, ajude compartilhando essa informação para que chegue ao maior número de pessoas possível e consequentemente atinja quem possa doar.

Abaixo segue o link:

O grupo XIX de teatro faz residência artística na Vila Maria Zélia desde 2003, com o passar dos anos as telhas do Armazém 19 foram se deteriorando. Hoje o telhado está em péssimo estado de conservação, as telhas que sobraram não suportam a chuva, o que tem causado grandes perdas de materiais e até cancelamento de apresentações. Você também pode ajudar indo prestigiar o espetáculo Teorema 21, encenado nas belas ruínas da antiga Escola de Meninas da Vila Maria Zélia.

TEOREMA 21

Sede do Grupo XIX de Teatro. Rua Mário Costa, 13 (entre as ruas Cachoeira e dos Prazeres), Vila Maria Zélia. 6ª a dom., 18h. 18 anos. Informações e reservas: 2081-4647 (3ª a 6ª, 14h/18h). Grátis. Até 5/3.

novembro 1, 2015

O Día de los Muertos, no México

No México a morte não é encarada como aqui no Brasil! Lá ela é divertida, engraçada, festiva, onde cada caveira brincalhona tem um significado. Quando tentamos entender a visão deles, passamos a ver a relação com a morte (e a comemoração que fazem) de outra forma.

Se você tem curiosidade de saber como é que essa festa acontece, continue lendo esse post.

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Bem diferente do que nós brasileiros estamos acostumados a ver e fazer no Dia de Finados, no México o Día de los Muertos (Dia dos Mortos) é uma festa, uma das maiores comemorações do país, que começa no dia 31 de Outubro e termina na noite do dia 2 de Novembro, embora possa se esticar até meados do dia 3 e 4.  (more…)

outubro 23, 2015

“Vestidas de Noiva!” – lançamento oficial do documentário

O lançamento oficial do documentário Vestidas De Noiva! Vai ser dia 13 de novembro (sexta-feira), às 20h no Itaú Cultural, em São Paulo! Todo mundo está convidado para assistir ao filme e depois conversar com as diretoras Fabia Fuzeti e Gabi Torrezani! A entrada é gratuita, mas tem que chegar antes para pegar ingresso – e a entrada é limitada à lotação da sala.

Vestidas de Noiva, 2015, 54 min, Brasil (SP)

vestidas de noiva

Cartaz de divulgação

Vestidas de Noiva é um documentário que traça o histórico do casamento homoafetivo no Brasil enquanto acompanha o processo de casamento de Fabia e Gabi. Entre beijos, flores e cetim, as duas apresentam outras histórias de amor homoafetivas, ativistas LGBT e figuras políticas. Vestidas de Noiva celebra as conquistas já alcançadas e aponta o que ainda precisa ser feito para garantir direitos iguais às famílias homoafetivas. (more…)

outubro 21, 2015

De volta para o futuro 2 – hoje é o dia em que passado, presente e futuro vão colidir

Hoje é o dia em que passado, presente e futuro vão colidir. É o dia em que Marty McFly aterrissou no futuro 2015 para salvar Marty Jr., seu filho ainda não nascido, em De volta para o futuro II (1989). Além disso, em 2015 se comemora o 30o aniversário do primeiro filme da saga criada por Robert Zemeckis.

No ano de 2015 imaginado por Robert Zemeckis, os carros e os skates voavam. Ainda havia aparelhos de fax, mas os cadarços de tênis se amarravam sozinhos e se bebia Pepsi Perfect, que a empresa lança agora para o aniversário do filme.

Quando Zemeckis rodou De volta para o futuro II em 1989, realmente imaginou que as telas invadiriam nossas vidas, que as televisões seriam planas, que haveria videoconferências e que o 3D estaria em toda parte. E ele diz não entender o mau uso que se faz hoje da tecnologia como isca para a audiência. (more…)

outubro 12, 2015

A minha infância nos anos 60 e início dos 70

Quem viveu a infância durante os anos 50, 60, 70, se fosse na visão dos pais de hoje, tais crianças não teriam sobrevivido.
Afinal de contas…Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem airbag! As crianças iam soltas no banco de trás aos saltos e brincando! E isso não era perigoso!
As camas tinham grades e os brinquedos eram com muitas cores, com pecinhas que se soltavam ou no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas” contendo chumbo ou outro veneno qualquer.

Eu, com minha primeira bola de pano.

Eu, com minha primeira bola de pano.

Não havia travas de segurança nas portas dos carros (e quem tinha carro é porque tinha muito dinheiro – não tive um só amigo que o pai tivesse carro!), chaves nos armários de medicamentos e dos produtos de limpeza. Andávamos de bicicleta para lá e prá cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotoveleiras…Bebíamos água em potes de barro, ou da torneira, duma mangueira,ou duma fonte e não águas minerais em garrafas ditas “esterilizadas”.

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março 3, 2015

Hilda Hilst em ocupação no Itaú Cultural

“O teatro surgiu numa hora de muita emergência, em 1967, quando havia a repressão. Eu tinha muita vontade de me comunicar com o outro imediatamente. Como não podia haver comunicação cara a cara, então fiz algumas peças, todas simbólicas, porque eu não tinha nenhuma vontade de ser presa, nem torturada, nem que me arrancassem as unhas. Então fiz, por analogia, várias peças que qualquer pessoa entenderia o que se pretendia dizer numa denúncia. Fiz oito peças e, depois, parei. Era só uma emergência daquele momento em que eu desejava uma comunicação mais imediata com as pessoas. Mas também não deu certo. As pessoas vão ao teatro para se divertir, ninguém vai ao teatro para pensar.” (Um diálogo com Hilda Hilst. Entrevista concedida a Nelly Novaes Coelho, Rio Claro, Arquivo Municipal, 1989).

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No mesmo evento uma ouvinte pergunta se Hilda havia aprendido pintura, ao que escuta como resposta: “Não, não aprendi pintura. Às vezes, quando fico muito tensa e não consigo escrever, aí eu pinto, desenho um pouco.”

Tive o prazer de conhece-la pessoalmente quando fui buscá-la em uma tarde chuvosa em Corumbataí/SP, onde estava hospedada em casa de amigos. Hilda seria entrevistada por Nelly Novaes Coelho em um ciclo de palestras, promovido em 1989, pela Profa. Dra. Ana Maria de Almeida Camargo e que recebeu o nome de “Feminino Singular”. O evento aconteceu no Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro, onde trabalhei de 1985 até 2002. Adorava o meu emprego no Arquivo e só saí de lá por conta do baixo salário. Caso contrário estaria por lá até hoje! Hilda veio sentada ao meu lado, em meu Fuscão branco, ano 1975, falante, simpática e fumando muito. Durante os poucos quilômetros que separam Corumbataí de Rio Claro, conversamos sobre plantas e cachorros, sua paixão. Hoje ela está sendo homenageada e relembrada num grande evento aqui em São Paulo. (more…)

fevereiro 27, 2015

Como Estrelas na Terra discute a dislexia

Educação como sinônimo de amor. É isso que mostra o filme “Como Estrelas na Terra”. E ele deveria ser o merecedor de todos os prêmios. Mas, antes disso, ele está acima de tudo. Ele é belo, verdadeiro, fala de amor e felicidade com uma sensibilidade incrível. É um daqueles filmes para pessoas que se importam e que acreditam em um mundo melhor. Para os que acreditam que a Educação é o caminho.

Coloque-se em um ambiente silencioso e uma caixa de lenços de papel também será necessária. 

Se você é professor, assista-o! Se não é mas se teve um professor que foi importante para você, ou um que o é para seu filho ou neto, também assista! Não importa quem ou o que você é. O essencial é que você se importe com um mundo melhor – então esse filme foi feito para você!  Talvez se todos o assistissem poderiam ser pessoas mais felizes, plenas, completas, justas, éticas, íntegras, coerentes e conscientes.

É a história de um menino e 9 anos chamado Ishaan Awasthi, ele sofre de dislexia, estuda em uma escola normal e repetiu uma vez o terceiro período e está correndo o risco de isso acontecer de novo. O menino diz que as letras dançam em sua frente e não consegue acompanhar as aulas e nem prestar atenção. Seu pai acredita que ele é indisciplinado e o trata com rudez e falta de sensibilidade.

Abaixo, a sinopse do filme. (more…)

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