A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

outubro 18, 2010

Breve histórico do Largo do Carmo e da Ladeira do Carmo, em São Paulo/SP

O Largo do Carmo no século XVIII era uma vasta esplanada apoiada em uma espécie de paredão.  Ao fundo ficavam a Igreja e o Convento de Nossa Senhora do Carmo, datados de 1594, e a igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo, de 1775.  E ainda por volta de 1900 o Largo possuía um chafariz abastecedor de água das redondezas.

Em 1927 a Igreja do convento foi reformada e recebeu uma torre, mas em 1928 o Convento e a Igreja do Carmo foram demolidos para a abertura da Avenida Rangel Pestana e construção da Secretaria da Fazenda.

Altar da Igreja da Ordem Terceira do Carmo

A Igreja do Carmo está hoje na Rua Martiniano de Carvalho e é uma das mais belas igrejas da cidade. No local, só restou a Igreja da Ordem Terceira do Carmo que ainda está lá.

Ligando o planalto à Várzea do Carmo, em declive muito acentuado ficava a Ladeira do Carmo – atualmente o primeiro trecho da Avenida Rangel Pestana – que, quase despovoada levava às ruas do Brás.  No sopé do morro, a Rua do Hospício – atual Frederico Alvarenga – onde se achava o Hospício dos Alienados, e onde hoje está um quartel das forças do exército. A Ponte do Carmo, lançada sobre o rio Tamanduateí, comunicava a ladeira com a Várzea, pois o rio passava por trás do Hospício, aproximava-se bem junto do morro, percorria a Rua 25 de março, roçando quase o Mercado, chegando ao ponto das Sete Voltas, na rampa da atual Rua da Constituição.  Essa ponte era muito importante porque dava acesso ao bairro do Brás e também era saída para o Rio de Janeiro. Foi construída em entre 1802-1811, em granito com arco pleno.  No mesmo período se fez o Aterrado do Brás.

A Ordem dos Carmelitas chegou ao Brasil em 1580 com a missão de fundar conventos em várias regiões do Brasil.

Nesse contexto, frei Antônio de São Paulo Pinheiro fundou, em 1592, a Igreja do Carmo de São Paulo, em terras que ficavam num outeiro sobre a várzea do Tamanduateí, doadas por Brás Cubas. Quatro anos mais tarde, edificou-se o Convento do Carmo, uma edificação moderna, ou o novo convento, como era denominado, contendo o mesmo um vasto dormitório, dividido em oito celas.

O Convento do Carmo de São Paulo tornou-se um centro religioso muito forte no período colonial, com numerosos bens. No entanto, no século seguinte, apresentava sinais de decadência. Em 1836, era habitado apenas por dois religiosos.

Vista interna da Igreja do Carmo

Durante todo o século XIX, a Igreja do Carmo realizou missas solenes e as maiores procissões da cidade, especialmente as da Semana Santa.

Fala de um cronista da época:

“As procissões tinham a importância e a imponência de festas nacionais. O povo em peso nas ruas. O que hoje se faz é um arremedo do que faziam nossos avôs. As ruas enfeitadas, varridas, passado o ancinho, e depois pétalas de rosas, ramos de alecrim, begônias, jasmim do imperador, magnólias perfumadas para a passagem do Senhor. Nas casas, iluminação nas platibandas, colchas nas janelas e grades, e pelo ambiente derramado, um indelével perfume de manjerona e de incenso. Por toda a parte, o inefável enlevo religioso, dominando, embalando os corações e santificando as almas”.

O viajante francês Auguste Saint-Hilaire a descreve da seguinte maneira: “A igreja do convento dos carmelitas é muito bonita, ornamentada com muito gosto e enriquecida com pinturas de ouro. Além do altar-mor, há mais três altares de cada lado, em que são reproduzidas as mais notáveis ocorrências da paixão de Cristo”.

Em 1775 foi edificada a Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo, contígua ao convento.

Por que Ordem Terceira? Três são as ordens dos que se inspiram na fonte criadora de fé que é o Monte Carmelo:

– A primeira é a dos carmelitas que se entregam à vida religiosa, ao celibato e a todas as regras de uma vida monástica.

– A Segunda é a das mulheres que se dedicam à vida casta e ao serviço religioso (é este o caso da famosa Ordem das Carmelitas Descalças, fundada por Santa Tereza de Ávila).

– A Terceira é a dos que não vestem o hábito e as obrigações próprias dos religiosos. São irmãos leigos, que podem dedicar-se às suas vidas pessoais separadamente da Igreja, mas por ela trabalham e igualmente seguem uma regra de conduta e fé.

A fundação da Ordem Terceira no Brasil parece datar do fim do século XVI ou já do século XVII. Já a fundação da Igreja desta Ordem em São Paulo é fato controverso. 1632?  1648? Sabe-se apenas que ela começou a ser construída no século XVII, sendo terminada no século XVIII.

Nos meados dos oitocentos, mais precisamente em 1868, a Ordem Terceira teve seu cemitério, em parte do terreno do cemitério da Consolação. A igreja, por seu turno, passou por reformas. A mais importante delas foi em 1927 quando, por engenho do Sr. Anhaia Melo, se reconstruiu sua lateral direita, ameaçada que estava pela construção do prédio da Secretaria da Fazenda.

Esta Igreja da Ordem Terceira do Carmo não chama atenção por fora, mas aquele que adentra seu templo pode ver a Igreja mais bela da cidade de São Paulo. Nas paredes laterais as esculturas de madeira do século XIX chamam a atenção. Uma igreja que sempre foi de “gente de bens”. Hoje, igualmente freqüentada por fiéis de todas as camadas sociais.

Igreja da Ordem Terceira do Carmo – Atual – Av. Rangel Pestana

A Rua do Carmo, beirando o planalto, teve várias denominações:

– No começo era muito curta, começando no Beco do Pinto e terminando no fim largo do Carmo. Daí para diante era Rua da Boa Morte.

– Em 1865 era Rua do Carmo o trecho entre o Páteo do Collégio e a antiga Ladeira do Carmo – atual Avenida Rangel Pestana.

– Em 1912, considerando que havia uma continuidade entre a rua do Carmo e a rua da Boa Morte, todo o trecho recebeu o nome de Rua do Carmo, que então se estendeu do Páteo do Collégio até a rua Tabatinguera, limitada pela Igreja da Boa Morte.

– Em 1952 o trecho da Rua do Carmo entre o Páteo do Collégio e a Avenida Rangel Pestana passou a se chamar Rua Roberto Simonsen.

Algumas casas da rua do Carmo ainda existem restauradas ou objetos de estudos do DPH (Departamento do Patrimônio Histórico), outras desapareceram em sucessivas urbanizações.

Das casas do lado impar da rua sabemos:

– A casa nº 1 até 1870 uma casa de taipa de pilão, foi substituída por um assobradado de três andares que aproveitou as fundações da antiga casa, com paredes de alvenaria e tijolo, pinho de Riga nas esquadrias e telhas francesas na cobertura.  Abrigou no começo do século XX os escritórios da Companhia de Gás, órgãos ligados à policia estadual e atualmente, restaurada e tombada abriga parte do DPH e da Secretaria Municipal de Cultura.

– Na casa nº 3 foi construído um sobrado nos fins do século XVIII que pertenceu ao brigadeiro Joaquim José Pinto de Moraes Leme e depois adquirido pela Marquesa de santos, que o transformou em uma residência aristocrática.  Hoje é tombada e conhecida como o Solar da Marquesa.

– Do mesmo lado da rua, em seguimento à Igreja da Ordem Terceira do Carmo, existiu um vasto edifício que serviu de hospital e mais tarde passou a funcionar em 1898 como o Ginásio de Nossa Senhora do Carmo.

– Em 1770 o Senado da Câmara alugou duas casas na Rua do Carmo – lado impar – para nelas se instalarem a Câmara e a Cadeia.

– Ainda desse lado ficava o Recolhimento de Santa Teresa, uma construção inaugurada em 1685, que abrigava mulheres que queriam seguir a Ordem de Cristo.  Foi durante muito tempo dirigido por Madre Helena do Espírito Santo, da Ordem das Carmelitas Descalças de Santa Teresa de Ávila. O confessor dessa casa, Frei Galvão, foi o primeiro Beato do Brasil. Geograficamente o Recolhimento ficava entre as ruas Roberto Simonsen, Wenceslau Brás, Irmã Simpliciana e Santa Teresa.

Do lado par da rua sabemos:

– No nº 18, esquina com a Rua Santa Teresa, funcionou o Grupo Escolar do Carmo (Antiga Escola do Carmo e atual FAZESP – Escola Fazendária de São Paulo)

– Nºs 114 a 178 – Edifícios Residenciais Multifamiliares com 3 pavimentos, construídos em alvenaria e tijolo e atualmente com uso Residencial/Serviços/Comercial. O conjunto conserva-se em condições razoáveis, tendo a parte do térreo sofrido algumas mutilações interna e externamente. Os outros dois pavimentos preservam integralmente seus traços característicos originais. Esses edifícios foram construídos em terrenos que pertenceram à Ordem do Carmo, como foi comum nessa rua, e datam da década de 20, ostentando em sua platibanda as armas daquela ordem.

– Nº 198 – Edifício de uso Misto

Com dois pavimentos, construção de alvenaria e tijolos.

Atualmente com uso Residencial /Comercial /Serviços. O edifício encontra-se em mau estado de conservação, estando sua fachada em condições precárias. Tanto interna como externamente sofreu diversas mutilações, conservando, entretanto alguns traços característicos originais. Sua fachada está prejudicada pela construção de marquise e pelo excesso de cartazes publicitários. Vizinho da Igreja da Boa Morte.

– Número 202 e 285 a 317 da Rua Tabatinguera.

– Igreja da Nossa Senhora da Boa Morte.

A Igreja da Boa Morte é humilde. É a igreja mais pobre do centro de São Paulo, mas linda. No final de 2009 foi reaberta, totalmente restaurada.

Fachada da Igreja da Boa Morte

Porque o nome Boa Morte?

Boa morte era o que os escravos pediam. Subindo da atual Várzea do Glicério pela Rua Tabatinguera, antes de serem Enforcados no Largo da Forca, ali na Liberdade, junto à Igreja dos Enforcados. Seus parentes e amigos desciam então, pela rua dos Estudantes, e na igrejinha dos aflitos pediam um bálsamo espiritual para suas almas.

Construção com dois pavimentos: um na Igreja, mais porão no salão de festas. Construída em taipa de pilão – alvenaria de tijolos – alvenaria de pedras.

Pintura do teto da Igreja da Boa Morte

O CONDEPHAAT promoveu a recuperação da estrutura do telhado da Igreja. Externamente a fachada e a torre apresentam vários pontos de queda de reboco. A fachada posterior havia sofrido alterações e foi recuperada. A pintura interna das paredes e talhas apresentava-se muito deteriorada.  Quanto ao salão de festas paroquial, sofreu alteração tanto interna como externamente, seu estado de conservação era bastante precário, mas tudo foi recuperado.

Na área descoberta, foi construída em 1981, uma varanda sob arcos para utilização da creche que funcionava no antigo salão de festas paroquial.

Vista interna da Igreja da Boa Morte

Histórico – Sabe-se por uma certidão passada pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que os homens pardos, livres e escravos, já possuíam uma Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, no Convento do Carmo em 1724, construída por provisão eclesiástica em 1728.

Igreja da Boa Morte

Nos autos das devassas ordenadas contra os Jesuítas de São Paulo em 1768, surge a declaração que aquela Irmandade se encontrava sediada então na Igreja da Companhia, de onde retornaria ao Carmo, ali permanecendo até a conclusão de sua própria igreja, erigida em terreno adquirido em 1802 – por cento e doze mil réis – e situado na rua do Carmo, junto à rua que levava à Tabatinguera. A Irmandade assistiu à benção do templo em 14 de agosto de 1810, inaugurando-se a 25 do mesmo mês, quando se transladaram em procissão, as imagens depositadas no convento carmelita. A partir de então, até 1870, passa o templo por algumas intervenções, sendo as mais importantes a construção da nova sacristia e confecção das janelas do frontispício.

Altar da Igreja da Boa Morte

Em setembro de 1871 é iniciada a remodelação da torre e a construção de nova fachada, cujas obras se arrastaram por alguns anos.  Sobre as obras de conservação, douração e pintura, no período de 1927/28 e mais recentemente entre 1970 e 1974 foram acusadas reformas.

O conjunto arquitetônico constituído pela Igreja, Casa Paroquial e Salão de Festas, este último datado das derradeiras décadas do século XIX, apresenta aspecto bastante modesto, sendo justamente essa singeleza a principal de suas características evocadoras da pobreza e despretensão da maior parte da arquitetura paulistana até o último quintal do século XIX.

Internamente, a igreja apresenta-se com decoração típica paulista de meados do século XIX, com talhas pintadas de branco e dourado, alguns com características de rococó tardio, outras dentro do espírito neoclássico.

Da rica coleção de imagens conservada no templo, várias peças são de boa qualidade e entre elas destaca-se a do Senhor Bom Jesus, famosa por ser vindo da antiga igreja jesuítica, arruinada em 1896 e que deve datar do século XVI; Santa Úrsula, em busto relicário, aparentemente do século XVII… Além das já citadas imagens encontram-se também, logo na entrada, o lendário Santo Expedito. A Nossa Senhora das Dores, a das Lágrimas e da Assunção, ornam as paredes laterais da igreja.  E, como não poderia deixar de estar lá, a Nossa Senhora da Boa Morte.

A localização da igreja na vertente do rio Tamanduateí faz com que ocupe ainda hoje, um lugar paisagisticamente relevante, apesar das enormes transformações sofridas em suas imediações nos últimos 30 anos.  Para preservar uma ambiência adquirida, foi criada à sua volta uma mancha de imóveis preservados, ou sob controle de gabarito, conhecido com Mancha da Boa Morte.

Na Igreja da Boa Morte reúne-se a Pastoral dos Negros, o seu quilombo central.  Isso coloca a Igreja da Boa Morte como uma espécie de irmã da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, do Largo do Paissandu.

Quando da ampliação do Largo da Sé no começo do século XX, transformado o Largo em Praça da Sé, construções de grande porte como o Palacete Santa Helena, delimitaram outra praça, a Praça Clovis Bevilacqua, em frente à antiga Ladeira do Carmo, já então Avenida Rangel Pestana.

Na década de 70 com a construção do metrô, o Palacete Santa Helena foi demolido, o Edifício Mendes Caldeira implodido e o espaço todo ficou sendo todo ele,  Praça da Sé, desaparecendo ruas como a Santa Tereza e a Praça Clovis Bevilacqua.

Atualmente, no lado esquerdo (impar) da Rua do Carmo, está o Poupa Tempo, muitos prédios em situação precária, mas com alguns de construção mais recente como o SESC – Carmo e outros em recuperação como o da Associação dos Aposentados.

Bibliografia:

Prefeitura do Município de São Paulo. Bens culturais arquitetônicos no município e na região metropolitana de São Paulo. São Paulo: Secretaria de Estado dos Negócios Metropolitanos, EMPLASA, SEMPLA, 1984.

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11 Comentários »

  1. Apesar do custo da restauração e consequente custo de manutenção serem altos, a preservação da História e da Arte não tem preço, o valor é inestimável.

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    Comentário por Emília — outubro 19, 2010 @ 11:59 | Responder

  2. OTIMOOOOOOOOOOOOOOOO

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    Comentário por DELEI — abril 19, 2012 @ 1:07 | Responder

  3. […] Veja aqui mais curiosidades sobre o Largo do Carmo. […]

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    Pingback por Capela do Menino Jesus e de Santa Luzia, em São Paulo | A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini — janeiro 29, 2014 @ 17:01 | Responder

  4. […] escrevi aqui no blog sobre a Igreja Nossa Senhora da Boa Morte , que no século 19 era conhecida como “das boas notícias” e que no mês de agosto de 2013 […]

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    Pingback por Igreja Nossa Senhora da Boa Morte, em São Paulo | A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini — fevereiro 14, 2014 @ 9:41 | Responder

  5. ADOREI!!!
    ABÇÃO!

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    Comentário por LEONOR CORRÊA DA CUNHA DOMINGUES — fevereiro 18, 2014 @ 13:13 | Responder

  6. […] FONTE: https://asimplicidadedascoisas.wordpress.com/2010/10/18/900/ […]

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    Pingback por Ladeira do Carmo e Tabatinguera: 4 momentos | Old Gold — junho 10, 2014 @ 5:00 | Responder

  7. Estive hoje na Rua da Carmo para encontrar onde foi a residência de um tataravô em 1792. Sei que, de acordo com documentos, era um palacete assobradado, defronte a Igreja da Boa Morte, na altura do número 15. Infelizmente não resta mais nada, mas foi muito bom poder estar em contato com um local em que 200 e tantos anos atrás meus ascendentes frequentavam.

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    Comentário por Guilherme Fernandes — junho 12, 2015 @ 16:03 | Responder

    • Por sinal, se interessar, a título de estudos, tenho um livro, chamado “velhos Troncos”, que é a ramificação do vale do paraíba da “genealogia paulistana”, e que conta muito sobre o centro antigo de São Paulo nos seculos XVI, XVII e XVII, antes da família se estabelecer na região de Taubaté.

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      Comentário por Guilherme Fernandes — junho 12, 2015 @ 16:06 | Responder

    • Boa tarde Guilherme.
      Agradeço sua visita ao blog.
      Trabalho há quase 13 anos por aqui e com o tempo passando vou acompanhando a degradação dos poucos casarões que sobraram na Rua do Carmo. Muitos deles hoje invadidos por pessoas que comercializam óculos entre outras piratarias. Quando vi o restauro da Igreja da Boa Morte acontecer pensei que fosse um respiro para a rua, mas não. Faz bem pouco tempo, bem na frente da Igreja, havia um casarão. derrubaram as paredes internas primeiro, meio que as escondidas. Depois, alteraram a fachada. E hoje é uma dessas lojas que vendem embalagens de vidro, características da região. Uma pena.
      Nosso centro antigo está cada vez mais degradado. Moro na República e em edifício levantado por Adhemar de Barros. E volto e meia, no caminho para o trabalho, deparo com mais um edifício invadido pelos oportunistas que se dizem “sem teto” – já está mais que provado que tais pessoas têm interesses escusos por trás dessas invasões. Não que não existam ali pessoas que realmente precisem. Mas, estas, são manipuladas por alguns que aproveitam a situação.
      Gostaria sim de conhecer o livro que citou. Como faço para conseguir um exemplar? Tem como baixá-lo na rede?
      Um abraço.
      Augusto

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      Comentário por Augusto Martini — junho 12, 2015 @ 16:26 | Responder


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