A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

abril 19, 2013

Estando em Roma, faça como os Romanos!

Como viajar para um país que fala idioma diferente do nosso? Dica – seja sem vergonha! Não tenha medo de errar, de dizer que não entendeu. Aproveite essa situação em que ninguém te conhece e solte a língua sempre que possível! Além de ser uma forma de estar em contato com a cultura do país, você será melhor tratado, não importa onde estiver. Por exemplo,  se estiver viajando por algum país vizinho aqui da América do Sul, tente falar espanhol – só um pouquinho, mesmo que seja apenas o elementar! Chegar no restaurante gritando que quer algo e em português e falando pausado, tipo assim – GA-LI-NHA –  como se o garçom fosse surdo, não é certeza de que ele entenderá o que você quer.

A língua que você vai escutar nas ruas, conversando com as pessoas, é diferente daquela dos livros didáticos, CDs e DVDs que possa ter se utilizado antes de viajar, que é mais modulada e pausada. Mas não se sinta intimidado, você já conhece algumas palavras e expressões na língua que está estudando, e com o tempo, você irá se acostumar a escutar novas pronúncias. Tenha cuidado com as traduções ao pé da letra que muitas vezes podem não significar aquilo que está pensando que é! Gestos ajudam muito na hora do aperto. Não se acanhe, vale tudo para que a pessoa com quem você está se comunicando entenda a sua mensagem. Tentar explicar com outras palavras mais simples e dar exemplos também é válido. Numa viagem, descansar só é válido só quando for voltar para casa! Vá para a rua, escute, fale, leia, converse, observe como as pessoas vivem. A oportunidade de conhecer outra cultura enriquece muito a aprendizagem.

E você, tem alguma dica ? Já viveu alguma situação interessante ao se comunicar em outra língua? Poste-a aqui!

Abaixo, segue um pequeno Guia da Sobrevivência, para o Espanhol, que achei interessantíssimo e que retirei do Blog O Viajante Comilão

Guia de sobrevivência: bom dia é buenos días, obrigado é gracias, vinho é vino e se toma em copa (taza é só para café), garrafa é botella, jantar é cena, gorjeta é propina, talheres são cubiertos (garfo é tenedor, faca é cuchillo e colher é cuchara), contestar é responder, cartão é tarjeta, molho é salsa, presente é regalo, vermelho é rojo, cachorro é perro, lugar é sitio, campo de futebol é cancha, um momento é um rato, bolso é bolsillo, pó é polvo e polvo é pulpo, comida deliciosa é exquisita, batatas fritas são papas, cabelo é pelo, perto é cerca, hoje é hoy, longe é lejos, amanhã é mañana, cedo é temprano, suco é jugo, frango é pollo, saia é falda, dançar é bailar, calça é pantalón, rua é calle, bêbado é borracho, vingar-se é desquitarse, rubio é loiro, carro é coche, quente é caliente, sobremesa é postre, salada de frutas é macedonia, banana é plátano, pêssego é durazno, sorvete é helado, gelado é frio, leite é leche, desnatado é descremada, vitamina é batido, chá é té (e não “tchá”), refrigerante é gaseosa. Café preto é café negro (ou café solo), e eles não tem a menor idéia do que seja um “café carioca”.

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