A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

outubro 21, 2016

Qual é o seu estilo de aprendizagem?

Atualmente qualquer produto que compramos acompanha um manual de instruções. Nele encontramos praticamente todas as informações necessárias para instalar, manusear, limpar e conservar o produto. Mas você lê todas as informações? Eu não! Acho tão mais prático utilizarmos o produto como se já soubéssemos tudo sobre ele  – e vou apertando todos os botões! Acredito firmemente que a maioria das pessoas não leem manuais.

E o que acontece quando agimos assim? Nos decepcionamos quando, sem querer, queimamos, quebramos ou danificamos o produto por não ler atentamente o manual de instruções. De igual forma, na maioria das vezes não “lemos” o manual das pessoas com as quais convivemos. E então nos frustramos e nos zangamos por não suportar o seu modo de ser e por esperar que funcionem igual a nós.

Acabo de ler no El País o texto abaixo, postado na coluna “Aprendizagem” por Pilar Jericó, que achei muito interessante sobre estilos de aprendizagem e quero dividi-lo com vocês. Aproveitem!

Os quatro estilos de aprendizagem − ou por que alguns leem os manuais e outros não

Aprendemos em função de como percebemos e processamos a realidade

PILAR JERICÓ , El País, 18 out. 2016

Há pessoas que leem até a letra pequena dos manuais, enquanto outras simplesmente vão apertando todos os botões para ver o que acontece. Isso não é nem bom nem mau. Apenas nos dá pistas de nossa maneira de aprender. Vejamos os quatro tipos de aprendizagem que existem para identificar qual é o seu.

Adaptadores, assimiladores, divergentes e convergentes são os quatro estilos de aprendizagem, segundo David Kolb.

Adaptadores, assimiladores, divergentes e convergentes são os quatro estilos de aprendizagem, segundo David Kolb.

Você quer fazer uma viagem a dois e um de vocês precisa ler até o mínimo detalhe sobre o lugar aonde vão, enquanto o outro fica nervoso porque preferiria se lançar à aventura. Ou, em uma reunião de trabalho, um colega não para de dar ideias sem concretizar nada, enquanto o outro fica inquieto por não poder trabalhar sozinho. Já passou por algo assim? Se sim, bem-vindo aos diferentes modos de aprender e suas dificuldades (e oportunidades). (more…)

abril 19, 2013

Estando em Roma, faça como os Romanos!

Como viajar para um país que fala idioma diferente do nosso? Dica – seja sem vergonha! Não tenha medo de errar, de dizer que não entendeu. Aproveite essa situação em que ninguém te conhece e solte a língua sempre que possível! Além de ser uma forma de estar em contato com a cultura do país, você será melhor tratado, não importa onde estiver. Por exemplo,  se estiver viajando por algum país vizinho aqui da América do Sul, tente falar espanhol – só um pouquinho, mesmo que seja apenas o elementar! Chegar no restaurante gritando que quer algo e em português e falando pausado, tipo assim – GA-LI-NHA –  como se o garçom fosse surdo, não é certeza de que ele entenderá o que você quer.

A língua que você vai escutar nas ruas, conversando com as pessoas, é diferente daquela dos livros didáticos, CDs e DVDs que possa ter se utilizado antes de viajar, que é mais modulada e pausada. Mas não se sinta intimidado, você já conhece algumas palavras e expressões na língua que está estudando, e com o tempo, você irá se acostumar a escutar novas pronúncias. Tenha cuidado com as traduções ao pé da letra que muitas vezes podem não significar aquilo que está pensando que é! Gestos ajudam muito na hora do aperto. Não se acanhe, vale tudo para que a pessoa com quem você está se comunicando entenda a sua mensagem. Tentar explicar com outras palavras mais simples e dar exemplos também é válido. Numa viagem, descansar só é válido só quando for voltar para casa! Vá para a rua, escute, fale, leia, converse, observe como as pessoas vivem. A oportunidade de conhecer outra cultura enriquece muito a aprendizagem.

E você, tem alguma dica ? Já viveu alguma situação interessante ao se comunicar em outra língua? Poste-a aqui!

Abaixo, segue um pequeno Guia da Sobrevivência, para o Espanhol, que achei interessantíssimo e que retirei do Blog O Viajante Comilão

Guia de sobrevivência: bom dia é buenos días, obrigado é gracias, vinho é vino e se toma em copa (taza é só para café), garrafa é botella, jantar é cena, gorjeta é propina, talheres são cubiertos (garfo é tenedor, faca é cuchillo e colher é cuchara), contestar é responder, cartão é tarjeta, molho é salsa, presente é regalo, vermelho é rojo, cachorro é perro, lugar é sitio, campo de futebol é cancha, um momento é um rato, bolso é bolsillo, pó é polvo e polvo é pulpo, comida deliciosa é exquisita, batatas fritas são papas, cabelo é pelo, perto é cerca, hoje é hoy, longe é lejos, amanhã é mañana, cedo é temprano, suco é jugo, frango é pollo, saia é falda, dançar é bailar, calça é pantalón, rua é calle, bêbado é borracho, vingar-se é desquitarse, rubio é loiro, carro é coche, quente é caliente, sobremesa é postre, salada de frutas é macedonia, banana é plátano, pêssego é durazno, sorvete é helado, gelado é frio, leite é leche, desnatado é descremada, vitamina é batido, chá é té (e não “tchá”), refrigerante é gaseosa. Café preto é café negro (ou café solo), e eles não tem a menor idéia do que seja um “café carioca”.

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