A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

abril 15, 2013

Lembranças… e Caio Fernando Abreu, e Eça de Queiroz

“Gosto de pensar que quem já morreu fica num lugar quentinho, que a gente não vê, cuidando de quem ainda não morreu. E se você quiser agradar a essa pessoa, é só fazer coisas que ela gostava. Aí ela fica ainda mais quentinha e cuida ainda melhor da gente.” (Caio Fernando Abreu)
Hoje sonhei com minha mãe. Estávamos na cozinha grande de nossa casa em Rio Claro. O fogão a lenha aceso, panela com arroz soltinho, feijão cheiroso e uma frigideira cheia de batatinhas douradas, cortadas em rodelas bem fininhas, do jeito que eu gosto.
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Isso me fez lembrar da frase acima, do Caio Fernando Abreu, escritor que que permeava minhas leituras de antigamente. Em 25 de fevereiro desse ano fez  17 anos que ele morreu.
“Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce.. repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada.” . Caio Fernando Abreu .
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