A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

junho 17, 2015

Invasões imobiliárias em São Paulo: “como chegamos a ocuparmos estes lugares”

Ontem, como de costume, fui almoçar com a Vera Grellet, amiga com quem trabalho. Resolvi revisitar um restaurante vegetariano que há anos não ia e apresenta-lo à ela.

No caminho de volta passamos na frente de um sobrado invadido na Quintino Bocaiúva, cuja foto apresento abaixo. Resolvi postar a imagem no Facebook com o seguinte comentário: “O inusitado: eu, apressado, voltando do almoço para toda a montanha de trabalho que me esperava. E ela, na janela, enrolada num cobertor, celular em uma mão, cigarro na outra. Quem é o certo? Quem é o errado? Eu, na correria da vida e sobrevivência, ou ela, apreciando o movimento da rua enquanto defende um lugar para ficar?”

Prédio invadido na Quintino Bocaiúva, centro de São Paulo

Prédio invadido na Quintino Bocaiúva, centro de São Paulo

Aqui, no asimplicidadedascoisas  já postei alguns escritos sobre as invasões que presencio e que são corriqueiras em edifícios centrais, em estado de abandono. São eles: São Paulo e a invasão dos sem teto, Morar no centro de São Paulo – prédios invadidos e Morar no centro de São Paulo – programa Renova Centro. (more…)

fevereiro 10, 2015

À procura da Felicidade!

Ah meu Deus! Acabei de conversar com minha amiga Vera Grellet sobre o quão chato é trabalhar e que por conta disso temos que transformar os longos momentos no trabalho o mais agradável possível. Sim, porque eu sou da opinião que a gente só começa a viver quando sai do trabalho!  É estranho escrever isso, mas a verdade é que no trabalho, em um período de 8 horas preenchendo formulários, ficando na frente do computador e participando de reuniões intermináveis e chatas a gente tem minutinhos de felicidade.

felicidade-a-dois

Quando somos crianças, na fase das “descobertas e aprendizados”, vivenciamos coisas novas – que são divertidas ou chatas. Fazemos perguntas do tipo: por que a gente envelhece? por que a gente morre?  E descobrimos que também vamos morrer um dia! Depois, crescemos, temos a certeza da morte e passamos a aceitar sua inevitabilidade! Desse ponto em diante começamos a valorizar ainda mais a vida, sabendo que um dia não estaremos mais por aqui. (more…)

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