A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

outubro 16, 2018

Como funciona o trem que vai do centro de São Paulo ao Aeroporto de Guarulhos

O serviço começou a operar no dia 16 de outubro de 2018 e custa R$ 8,00

Fonte: O Estado de S.Paulo

16 Outubro 2018 | 03h00

Como funciona o trem que vai do centro ao Aeroporto de GuarulhosComposição fará trajeto em 35 minutos Foto: Gabriela Biló/Estadão

O serviço de trem que liga a Estação da Luz, no centro de São Paulo, ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, começou a operar nesta terça-feira, 16 de outubro. O serviço havia sido prometido para agosto. Entenda como funcionará.

Qual é o preço?

Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o bilhete do Airport Express vai custar R$ 8 e o embarque e o desembarque serão realizados em plataformas exclusivas.

Quando vai operar?

A composição vai funcionar de segunda a sexta-feira. Segundo a CPTM, o primeiro trem vai partir às 10 horas da Estação da Luz e não fará nenhuma parada durante a viagem. Lá, também haverá trens às 12, 14, 16 e 22 horas. Por sua vez, as composições na Estação Aeroporto-Guarulhos saem às 9, 11, 13, 15 e 21 horas.

Qual a duração do trajeto?

O trem cumprirá o trajeto em 35 minutos, sem fazer paradas. A composição chegará até a Estação Aeroporto-Guarulhos, da Linha 13-Jade, que dá acesso ao Terminal 1 de Cumbica, onde operam as empresas aéreas Azul e Passaredo. Já para chegar aos outros terminais é preciso pegar um ônibus gratuito, oferecido pela GRU-Airport, concessionária responsável pelo aeroporto.

Outro serviço

Outro serviço, o Connect, funciona desde o dia 3 de outubro e liga a Estação Brás a Cumbica. O trem, no entanto, para nas estações e a tarifa é comum, de R$ 4. No sentido Brás, as viagens do Connect são feitas, de segunda a sexta, às 6h20, 7h, 7h40, 18h, 18h40 e 19h20. Aos sábados, o trem sai às 6h20, 7h e 7h40. No sentido aeroporto, os horários são 6h25, 7h05, 7h45, 18h05, 18h45 e 19h25, de segunda a sexta; e 6h25, 7h05 e 7h45, aos sábados. O serviço não funciona aos domingos.

janeiro 27, 2015

Quer ser um funcionário público?

Sou funcionário público e a maioria dos meus amigos também são. E imagino que como eu eles não gostem das piadinhas sobre o funcionalismo.  Temos a fama de que somos pessoas privilegiadas, que trabalhamos pouco, ou nada e isso não é de agora. Essa fama vem de muito tempo atrás, tempo em que o servidor era chamado de barnabé, a Secretaria ou o local de trabalho era denominado de repartição e o salário de ordenado. Não é de agora a história do funcionário que deixa o paletó lá na “repartição” no encosto da cadeira pela manhã e volta para pegá-lo no fim da tarde – e quando volta “bate o ponto”.

E hoje, uma amiga e leitora do blog, a Vera Grellet, me enviou um trecho da marchinha “Maria Candelária”, que foi composta por Klécius Caldas e Armando Cavalcanti. Ela era cantada por Blecaute e fez enorme sucesso no carnaval de 1952. A letra é assim:

“Maria Candelária / é alta funcionária / saltou de paraquedas / e caiu na letra ó / ó ó ó ó.

Começa ao meio-dia / coitada da Maria / trabalha, trabalha / trabalha de fazer dó / ó ó ó ó.

Á uma vai ao dentista / às duas vai ao café / às três vai à modista / às quatro assina o ponto / e dá no pé.

Que grande vigarista que ela é!”

A marchinha tem sessenta  e três anos, mas ainda é atual e poderia ser cantada nos carnaval desse ano, em 2015, se fizéssemos algumas adaptações, pois tem alguns dizeres que estão fora de moda, como vigarista, por exemplo, que soa muito leve para os escândalos atuais. (more…)

setembro 28, 2014

A casa da minha infância

Houve um tempo em que meu pai saiu do Haras e Fazenda São José do Morro Grande, onde ele era tratorista, minha mãe cozinheira, meu avô, Primo Martini, administrador e meus tios, camponeses. Eu tinha mais ou menos 4 anos. Moramos primeiro na Rua 3-A, na Vila Alemã, em casa geminada. Na outro lado moravam minha tia Joana, irmã de minha mãe, e meu tio Cezar, irmão de meu pai, com seus filhos, meus primos-irmãos. Tempos depois eles voltaram a morar em uma fazenda.

Minha primeira casa - na Fazenda São José do Morro Grande

Minha primeira casa – no Haras e Fazenda São José do Morro Grande

Depois nos mudamos para a Rua M-1-A,  e mais algum tempo depois na mesma rua, na esquina da Avenida M-1-A, na Vila Martins. Tínhamos na frente da casa a linha férrea da Maria Fumaça, que ligava Rio Claro a Ajapí, Ferraz e Corumbataí, que logo depois foi desativada. E, quase nos fundos, a linha férrea da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.  (more…)

março 18, 2014

A foto de Lucélia Santos andando de ônibus no Rio de Janeiro e o transporte público no Brasil

Acho que posso dizer que gosto bastante da vida que levo atualmente. A principal lição de vida que aprendi nestes 11 anos em São Paulo é que não é pobre aquele que menos tem, mas o que menos necessita. Com certeza não preciso de luxo para viver feliz.  Com pouco dinheiro no bolso posso me divertir, ter uma vida cultural relativamente agitada e ainda viajar de vez em quando. Não frequento shoppings, pois a felicidade e a autoestima não estão lá. A única reclamação que tenho é que aqui eu trabalho bem mais que no interior, e isso é o bastante para poder garantir um lazer razoável, uma escapada para o interior em alguns finais de semana e umas férias curtas duas vezes ao ano. Horas extras, mais de cinquenta horas de trabalho semanais, trabalho no final de semana em casa… Sim, tudo isso acontece. Mas, faço com prazer.

E uma coisa que aprendi aqui – carro na garagem nunca mais! Ando a pé e uso o transporte público. Bicicleta, que adoro, aqui não dá. Tenho medo. Muitas mortes em um mês. De onde eu moro eu chego a qualquer parte da cidade em poucos minutos – de ônibus, metrô ou trem! E venho a pé para o trabalho. Não tem preço poder ir e vir andando.

E por falar em transporte público, no início da semana passada, uma foto da atriz Lucélia Santos, de 56 anos, circulou por toda a internet. Na segunda-feira, dia 10 de março, a atriz, que atualmente mora no Rio de Janeiro, tomou o ônibus 524 (Botafogo-Barra da Tijuca). Um fã tirou uma foto e postou nas redes sociais com os dizeres: “524 lotado. Me ofereço pra segurar a bolsa da moça. E quando olho, é a atriz Lucélia Santos”. Na foto, Lucélia sorriu e fez um “V” de “paz e amor” ou “vitória”. E a resposta dos internautas foi triste: muita gente ironizou a atriz por estar usando transporte coletivo.

Ela respondeu à polêmica com uma série de frases em sua conta no Twitter:

lucelia-ok

Lucélia Santos

“Isso porque os ônibus aqui e transportes coletivos, de um modo geral, são precários e ordinários, o que mostra total desrespeito à população!” (more…)

agosto 14, 2013

Mais algumas lembranças de minha infância e de minha vida… parte 4

Acho que foi por volta de 1966 ou 1967 (eu tinha uns 7 anos) que nos mudamos de casa pela terceira vez. Ficava na mesma Rua M-1, com a esquina da Avenida M-1. Somente a um quarteirão e meio de distância da outra. Também alugada. Era uma casa um pouco maior, com dois quartos que davam para a sala, uma cozinha e um rancho. O quintal era grande. Bem maior que o da casa anterior. Quartos e sala tinham forros de madeira. A cozinha era desprovida de forro. O piso era de tijolos e lembro-me do cheiro gostoso que emanava quando minha mãe o lavava. Dessa época consigo lembrar muita coisa. Assim, nesse post falarei de nossos vizinhos apenas.

Augusto 7

Parece estranho dizer isso – mas, esta é a única imagem que tenho de quando tinha sete anos. Possuo registros de quatro fotos anteriores de quando era criança. Depois dessa, somente quando tinha uns 16 anos.

Nossa vizinha de fundos se chamava Josefa. O marido era o Sr. Bepe (Giusepe). Tinham um filho que se chamava José. Dona Josefa era baixinha, falava muito e gostava de dançar. Pintava as unhas, usava batom, “um escândalo”, muito avançado para a época em uma periferia interiorana! Tinha um cachorro que se chamava Bidú. E dele, herdei a minha primeira cicatriz de mordidas de cachorro. Tenho umas três pelo corpo! (more…)

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