A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

dezembro 9, 2016

Turma da Mônica explica TCE e incentiva boas práticas da cidadania

03/12/2016 – SÃO PAULO – Editada com o propósito de difundir as funções e atividades da Corte de Contas paulista como ferramenta de controle e uso dos recursos públicos, o gibi ‘Faça (a sua) Parte: Cuidando do que é Nosso’ interage com o publico infantil, por meio de uma linguagem simples, didática e lúdica, na qual difunde as boas práticas da cidadania.

Com exemplos práticos e cotidianos, o impresso, assinado por Maurício de Sousa, visa conscientizar o público infantil da faixa etária entre 9 e 10 anos, sobre a função fiscalizatória e a importância da atuação do Tribunal na boa gestão do dinheiro público.

O gibi conta a história da personagem Dorinha, uma criança portadora de necessidades especiais visuais que, por meio de interação com demais personagens da Turma da Mônica, passa a entender as funções do Tribunal de Contas, como órgão de controle externo e como o cidadão pode agir para ajudar a fiscalizar a aplicação do dinheiro público.

 

Dorinha, com o apoio da professora da escola, explica aos colegas de turma como o poder público, por meio da boa governança, pode contribuir para os bons resultados nas políticas públicas de Educação, Saúde, Transportes, Mobilidade Urbana, e outras áreas.

No ambiente escolar, ao abordar noções de cidadania e ética, a protagonista e os personagens falam sobre noções básicas do funcionamento dos órgãos governamentais, aplicação e destinação dos impostos e falam acerca das atividades voltadas ao acompanhamento dos investimentos nos diversos setores e seus reflexos na sociedade.

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maio 6, 2014

Um Brasil para inglês ver!

Luiz Ruffato é um escritor brasileiro, nascido em Cataguases, Minas Gerais, no ano de 1961, filho de um pipoqueiro e de uma lavadeira de roupas. Com um de seus romances ganhou o Troféu APCA oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional.  Em 2011 concluiu o projeto Inferno Provisório, composto por cinco livros sobre o operariado brasileiro, com a publicação do romance Domingos Sem Deus.  Sua formação: é torneiro mecânico pelo Senai e trabalhou como operário da indústria têxtil, pipoqueiro e atendente de armarinho quando jovem. É graduado em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora e trabalhou em diversos jornais mineiros até se mudar para São Paulo. Isso no ano de 1990. Por aqui, trabalhou no Jornal da Tarde. Em 2003 abandonou a carreira no jornalismo para se tornar escritor em tempo integral. No ano passado,  em seu discurso de abertura na Feira do Livro de Frankfurt,  fez uma pesada crítica sobre as desigualdades sociais brasileiras. Entre outras questões, falou do passado escravagista, de violência, da população carcerária e de homofobia. Leia aqui o discurso na íntegra.

Copa 2014.2

Em artigos escritos em 28 de abril e ontem, 05 de maio, na sua coluna do El País , Ruffato apontou  algumas informações úteis com o intuito de apresentar o Brasil aos 600 mil torcedores que desembarcarão por aqui para assistir aos jogos da Copa do Mundo, as quais que podem ser lidas abaixo.  (more…)

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