A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

março 31, 2015

Buenos Aires – prefeitura usa app para queixa de veículos estacionados ilegalmente

Minha amiga, a Lilian, do Blog da Reforma e do Isso é Coisa de Lilly vai gostar desse post. Vou explicar. É porque ela, há anos, utiliza uma espécie de Multa Moral , para pessoas que estacionam em lugares proibidos, vagas de deficientes e idosos etc.

Há quatro meses a prefeitura de Buenos Aires está utilizando um aplicativo para celulares, que permite que o cidadão comum denuncie os motoristas que estacionam em lugares reservados a pedestres, ciclistas ou portadores de deficiência. E não é só flagrar o infrator: tais denúncias fazem com que ele pague pela infração. Só é preciso tirar uma foto do automóvel, escrever o endereço da infração e o número da placa do automóvel e enviar os dados à prefeitura por meio do aplicativo BA Denuncia Vial.

buenos aires

O APP permite que os cidadãos denunciem delitos de trânsito, que são muito comuns, afetando convívio dos moradores e que podem ser facilmente acompanhados de provas fotográficas.

Desde 2011 a prefeitura já incentivou os cidadãos a fichar os infratores por meio de um endereço de correio eletrônico. E naquela época a medida levantou polêmica porque houve quem reclamasse que estava havendo um incentivo para tornar o cidadão em um “dedo-duro”. Mas, de três meses para cá, quando a prefeitura divulgou o aplicativo para celulares, o número de denúncias não para de crescer. No início havia quatro agentes que davam andamento às denúncias e agora serão mais dois. (more…)

maio 6, 2014

Um Brasil para inglês ver!

Luiz Ruffato é um escritor brasileiro, nascido em Cataguases, Minas Gerais, no ano de 1961, filho de um pipoqueiro e de uma lavadeira de roupas. Com um de seus romances ganhou o Troféu APCA oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional.  Em 2011 concluiu o projeto Inferno Provisório, composto por cinco livros sobre o operariado brasileiro, com a publicação do romance Domingos Sem Deus.  Sua formação: é torneiro mecânico pelo Senai e trabalhou como operário da indústria têxtil, pipoqueiro e atendente de armarinho quando jovem. É graduado em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora e trabalhou em diversos jornais mineiros até se mudar para São Paulo. Isso no ano de 1990. Por aqui, trabalhou no Jornal da Tarde. Em 2003 abandonou a carreira no jornalismo para se tornar escritor em tempo integral. No ano passado,  em seu discurso de abertura na Feira do Livro de Frankfurt,  fez uma pesada crítica sobre as desigualdades sociais brasileiras. Entre outras questões, falou do passado escravagista, de violência, da população carcerária e de homofobia. Leia aqui o discurso na íntegra.

Copa 2014.2

Em artigos escritos em 28 de abril e ontem, 05 de maio, na sua coluna do El País , Ruffato apontou  algumas informações úteis com o intuito de apresentar o Brasil aos 600 mil torcedores que desembarcarão por aqui para assistir aos jogos da Copa do Mundo, as quais que podem ser lidas abaixo.  (more…)

novembro 26, 2013

Roma merece o meu amor! Parte 1

Para iniciar as férias, nada melhor que dizer que estou longe, bem longe do Brasil. Em agosto de 2007 fui de férias para Itália, um dos países que mais curiosidade tinha de visitar, pois, todos os meus antepassados vieram dele. E aquela foi uma dass viagens da minha vida. Passeei por Roma, Florença, Veneza e Milão, mas ficou ainda muito por ver… Tudo na Itália parece um museu a céu aberto, com tanta cultura, arte maravilhosa, e divina gastronomia. É verdadeiramente uma experiência para todos os sentidos. E hoje, estou novamente em Roma!! E quero leva-los  a visitar Roma, uma cidade imponente, cheia de riqueza e repleta de vestígios de um dos maiores impérios de todos os tempos. Vale a pena sentir a cidade, o seu burburinho inerente, o trânsito caótico, mas de um caos organizado. Ver as frutas frescas, as fontes espalhadas por toda a cidade.

Nas fotos acima, loba, que alimentou Rómulo e Remo, os irmãos fundadores de Roma, e a zona do Capitólio, onde se encontra a escultura.
Acima, o Arco de Constantino e as ruínas do fórum romano, ainda com alguns vestígios dos templos construídos aos deuses da epoca.
Li em algum lugar que o escritor Gore Vidal disse que além de Roma não  deve haver outra cidade para assistir ao fim do mundo. E, no entanto, foi daqui que o mundo partiu. Sera que regressaremos? Entre as histórias que querem que vejamos e o que imaginamos, é em Roma que a ideia de eterno se revalida.  (more…)

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