A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

janeiro 13, 2014

Os filhos da classe C mudarão a cara do Brasil

A classe C é hoje protagonista na sociedade brasileira. São 40 milhões que, saídos da pobreza, constituíram um estrato que está influenciando na própria identidade do país. Os filhos dessas famílias constituídas pelos trabalhadores de mais baixo nível profissional, em sua maioria analfabetos ou quase, são uma novidade tão importante que, segundo Renato Meirelles, diretor do Instituto Data Popular, podem chegar a “mudar a cara do Brasil”.

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Manifestantes durante protesto em Brasília, em junho de 2013. / EVARISTO SÁ (AFP)

Ao contrário de seus pais, que não estudaram, estes jovens já frequentam a escola e sabem mais do que eles. Querem, além disso, continuar sua formação para poder dar um salto social. Serão adultos muito diferentes de seus progenitores, segundo o perfil apresentado no estudo Geração C, feito pelo Data Popular, sobre esses 23 milhões de jovens entre 18 e 30 anos, que recebem salários de até 1.020 reais por mês, e representam 55% dos brasileiros dessa idade. (more…)

outubro 31, 2013

Falta de inspiração, vontade de praticar a “desconexão”

Entrei no editor de texto do blog para escrever algo. Mas, confesso que hoje estou completamente sem inspiração para escrever seja o que for! Rascunhos e ideias há muitas e todas teimam em não se transformar em posts, ou, caso se transformem, no dia de hoje só sairiam coisas ruins devido ao meu mau humor por acontecimentos no trabalho.

Agora o que eu realmente gostaria era ir para a montanha, e retirar-me do mundo, ficar completamente desconectado da sociedade.
Tudo que eu quero é descansar, ficar sozinho com meus hobbies. Ver um monte de filmes, voltar a leitura que deixei abandonada. Denunciar as injustiças e tudo o que parece condenável…

Quando vivemos longe de casa – e aqui cabe uma informação, pois, casa para mim ainda tem muito a ver com a minha vida no interior – a melhor forma de nos mantermos informados é através dos jornais online, redes sociais e afins, muitos dos quais sabemos como têm tendência para o sensacionalismo, não é mesmo? Quanto pior melhor parece ser o assunto. Se as coisas não estão boas, nós as “desenhamos” pior ainda. Vide os telejornais! (more…)

setembro 29, 2013

Viagens, retornos e lembranças…

Talvez, a melhor coisa que temos e sentimos ao fazermos nossas viagens seja a saudade de casa. Já estive em muitos lugares deste país, pois, levado pelo meu trabalho, eu ando muito por aí. Também pela minha formação – Geógrafo, gosto muito de conhecer coisas e lugares. Assim, sempre que tenho oportunidade e dinheiro, viajo. Sou extremamente minimalista, carrego quase nada na bagagem, trago pouquíssimas lembranças palpáveis, muitas sensoriais e outras tantas gustativas. Mas, o que trago e o que fica mesmo para o resto da vida é o que vejo.

palhaço

O que mais me emociona não é o que deixei para trás, mas sim o aproximar-me da minha casa. Casa terra, casa lar, casa espaço. Descer do avião, andar, correr, chegar, sentir o coração apressado na expectativa do abraço apertado logo ao sair do elevador!

Depois, gosto de andar pelas ruas, aqui mesmo do bairro República ou as ruas do centro velho, indo para o trabalho a pé, ruas que bem poderiam ser mais conservadas e bonitinhas. Gosto de andar, pensar com meus botões, ou então com quem me quer bem, filosofar. Contar das coisas que vi e das que vivi por esse Brasil afora, repetitivas coisas às vezes, mas que se tornam novas pelo prazer novo de contar, pelo prazer novo de ouvir, pelo dom divino de ouvir e falar.

julho 19, 2013

Lamentações…

Não tenho dormido bem esses dias… E não sei bem o que está acontecendo. Não fico pensando em marcianos ou coisa parecida. Mas sim, em coisas do trabalho que não saem da cabeça, vão, voltam, parecem sumir e logo estão lá de novo…

Reclamações… Os amigos do trabalho reclamam de tudo e demais… O que está acontecendo com as pessoas? Não gostam disso, não gostam daquilo, não gostam de si…

Tem gente demais no mundo com a síndrome do “ninguém me ama”. Lembram-se da música?

“Ninguém me ama
Ninguém me quer
Ninguém me chama
De “meu amor”
A vida passa
E eu sem ninguém
E quem me abraça
Não me quer bem.

Vim pela noite tão longa,
De fracasso em fracasso
E, hoje, descrente de tudo
Me resta o cansaço,
Cansaço da vida,
Cansaço de mim,
Velhice chegando
E eu chegando ao fim”

Isso tudo faz voltar algumas lembranças de infância. Se recordam da hiena Hardy? Aquela do desenho e que vivia dizendo: “Oh dia, Oh vida, Oh azar”. Pois é! Parece que todos estão vivendo uma contaminação coletiva.  (more…)

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