A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

maio 17, 2021

Vamos repensar nosso vocabulário?

O racismo sutil que acontece, ou que praticamos no dia a dia, muitas vezes está associado a uma cultura educativa que incentiva o pensamento acrítico diante das mais comuns das situações, chegando a ser comum a ideia de natural práticas que são essencialmente culturais. E isso se reflete, por exemplo, na falta de interesse ou na pouca curiosidade em relação à linguagem e aos processos de comunicação que aprendemos a estabelecer nos diferentes espaços sociais. Algo simples, como se perguntar sobre a procedência de certas expressões tão comuns em nossa cultura linguística e sociocomunicacional, engendra outras possibilidades discursivas que favorecem o entendimento da palavra como produtora de ideias e de condutas, que por isso podem e são utilizadas como ferramenta política para induzir não apenas o que pensamos e queremos, mas também para delinear o que falamos, a quem falamos e como falamos.



Para prosseguirmos com o movimento que vai do pensamento único à consciência universal, como propôs Milton Santos, que leva a uma compreensão do mundo que foge aos velhos paradigmas, as palavras e os usos que damos a elas são muito importantes, pois se bem associadas aos nossos atos, elas podem nos levar a uma leitura que sai de suas linhas e abrange toda a sociedade, se reconfigura como entrelinhas no mundo, como nos ensinava Paulo Freire.

Uma ação que segue essa direção é a cartilha Racismo Sutil, do programa SESC SENAC de diversidade Para Todos. Lançada na semana passada, no doa 20 de novembro, no mês da Consciência Negra, ela tem como objetivo ajudar as pessoas a identificarem expressões e termos racistas ou que reforçam estereótipos e que fazem parte do vocabulário de grande parte da população brasileira.

A coisa tá pretacabelo de bombrilcor de pelecriado mudodomésticaescravohumor negroindiadalista negramercado negronega maluca, e algumas outras expressões estão presentes na cartilha, expressões consideradas tão usuais e comuns em nosso linguajar que muitas vezes não perguntamos o que originalmente significavam e o que hoje podem ocultar e/ou representar.

Faça o download abaixo e aprenda um pouco mais sobre o racismo nosso de cada dia: Cartilha_Racismo_Sutil_SESC-SENACBAIXAR

Fonte: https://zensacionalista.wordpress.com/

março 3, 2017

I Seminário Internacional Arquivos, Mulheres e Memórias

I Seminário Internacional Arquivos, Mulheres e Memórias

Programa

Tradução em Libras disponível. Faça sua solicitação no ato da inscrição, com no mínimo dois dias de antecedência da atividade.

O I Seminário Internacional Arquivos, Mulheres e Memórias visa estimular reflexões epistemológicas e metodológicas, de caráter interdisciplinar, acerca dos desafios e potencialidades dos arquivos de mulheres. Realizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do SESC e o Instituto de Estudos Brasileiros da USP, com o apoio da Capes, tem como objetivo pensar os arquivos como espaços para a valorização da memória feminina e como fontes para a escrita da história. O seminário será composto de 10 mesas, conferência de abertura e conferência de encerramento e acontecerá ao longo de quatro dias.

Inscreva-se agora

Atividades Pré-Eventos:
de 22 a 25 de março no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo.

Encontro com pesquisadores: 24 de março de 2017 (sexta-feira)
9:30 – 13:00 – Cerimônia e atividades de abertura
14:30 – 16:30 – Mesa de pós-graduação
17:00 – 19:00 – Mesa de pós-graduação
19:00 – 19:30 – Encerramento

Mais informações:
Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo
Divisão Científico-Cultural +55 11 2648-0024 | iebcientifica@usp.br (more…)

maio 4, 2012

Virada Cultural 2012 – São Paulo, 05 e 06 de maio – aproveite!

É um evento gratuito, democrático, fantástico e que atrai anualmente um público circulante de milhões de pessoas durante 24 horas de programação cultural ininterrupta.

Nos dias 5 e 6 de maio de 2012: venha ver e vivenciar São Paulo de outra forma. Redescubra detalhes e nuances adormecidas do espírito da cidade..

É organizado pela Secretaria Municipal de Cultura e que reúne as diferentes classes sociais, todas as faixas etárias, inúmeras tribos, numerosas platéias, todos os horários.

Acesse o site oficial

O centro velho da cidade, que é onde moro, se transforma em um mega-ambiente com inúmeros palcos e cenas, numa festa para a qual os mais diferentes cidadãos estão igualmente convidados. Da varanda de meu apartamento consigo visualizar dois palcos – o República e Largo do Arouche.

Também as grandes redes de cultura da cidade são envolvidas, e os programas se espalham pelos principais museus, teatros e centros culturais, em realização conjunta com a rede SESC e a Secretaria de Estado da Cultura, além dos inúmeros estabelecimentos e centros difusores de cultura que aderem ao programa.

Nesse ano, 22 chefs de cozinha ganham as ruas e vão participar  da Virada pela primeira vez. O grupo que promoveu uma feira gastronômica em Higienópolis há alguns dias atrás ganha reforços, entre eles, o de Alex Atala, do restaurante D.O.M. considerado o quarto melhor chef de cozinha do mundo na última edição da revista britânica ‘Restaurant’. As barracas que serão montadas no Minhocão, na região do Largo Santa Cecília, e também pertinho de casa (ôba!), prometem ser a vedete da oitava edição da Virada Cultural. Os pratos custarão entre R$ 5 e R$ 15.

Alex Atala, destaque brasileiro do World’s 50 Best Restaurants, levará para o festival 500 porções da famosa Galinhada Dalva e Dito. A receita foi desenvolvida por um cozinheiro da casa para matar a fome do pessoal da cozinha do D.O.M após o expediente. O prato ficou  famoso que passou a atrair funcionários de outros restaurantes que trabalham na região central.  (more…)

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