A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

abril 11, 2020

Os “parasitas” como protagonistas

* Por: Augusto Bernardo Cecílio – Auditor fiscal e professor.

Realmente o mundo dá muitas voltas. Quem diria? Hoje, na linha de frente do enfrentamento ao coronavírus, não vemos engravatados, banqueiros, nem o pessoal do chamado mercado financeiro. Não vemos nenhum daqueles que tentaram jogar na lama a imagem daqueles que trabalham para servir ao público, aí incluído parcela da mídia e seus espaços generosos pra divulgar matérias e reportagens contra os servidores e até contra os serviços públicos.

Na linha de frente estão os servidores públicos das mais diferentes áreas, especialmente os da saúde, que arriscam as suas vidas e a dos seus familiares para salvar vidas, além dos que estão na retaguarda, trabalhando para manter a máquina pública funcionando.

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janeiro 27, 2015

Quer ser um funcionário público?

Sou funcionário público e a maioria dos meus amigos também são. E imagino que como eu eles não gostem das piadinhas sobre o funcionalismo.  Temos a fama de que somos pessoas privilegiadas, que trabalhamos pouco, ou nada e isso não é de agora. Essa fama vem de muito tempo atrás, tempo em que o servidor era chamado de barnabé, a Secretaria ou o local de trabalho era denominado de repartição e o salário de ordenado. Não é de agora a história do funcionário que deixa o paletó lá na “repartição” no encosto da cadeira pela manhã e volta para pegá-lo no fim da tarde – e quando volta “bate o ponto”.

E hoje, uma amiga e leitora do blog, a Vera Grellet, me enviou um trecho da marchinha “Maria Candelária”, que foi composta por Klécius Caldas e Armando Cavalcanti. Ela era cantada por Blecaute e fez enorme sucesso no carnaval de 1952. A letra é assim:

“Maria Candelária / é alta funcionária / saltou de paraquedas / e caiu na letra ó / ó ó ó ó.

Começa ao meio-dia / coitada da Maria / trabalha, trabalha / trabalha de fazer dó / ó ó ó ó.

Á uma vai ao dentista / às duas vai ao café / às três vai à modista / às quatro assina o ponto / e dá no pé.

Que grande vigarista que ela é!”

A marchinha tem sessenta  e três anos, mas ainda é atual e poderia ser cantada nos carnaval desse ano, em 2015, se fizéssemos algumas adaptações, pois tem alguns dizeres que estão fora de moda, como vigarista, por exemplo, que soa muito leve para os escândalos atuais. (more…)

novembro 9, 2012

Servidor Público

por Augusto Bernardo Sampaio Cecilio*

Peça fundamental para uma boa administração e para as práticas das políticas públicas, o serviço público é uma das mais importantes tarefas de uma nação. Acessíveis a todos os brasileiros, os cargos públicos são criados por lei, com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos, para provimento em caráter efetivo ou em comissão. Assim está grafado no parágrafo único do artigo 3º, capítulo único, das disposições preliminares, título I, da lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, determinada pelo artigo 13 da lei nº 9527, de 10 de dezembro de 1997.

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