A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

outubro 24, 2014

Diretora de escola municipal de Rio Claro/SP é eleita a Professora do ano de toda a região

Acabo de ler no El Pais a notícia abaixo, que me deixou cheio de orgulho. Afinal sou Rioclarense! A Profa. Andrea Marangoni, diretora da E.M. Diva Marques Gouvêa, foi eleita a professora do ano de toda a região. Este é um prêmio anual de reconhecimento organizado pelo Estado de São Paulo.

Embora não trabalhe em uma escola de tempo integral, a rotina profissional da professora Andrea Marangoni ultrapassa 12 horas por dia. Diretora em uma escola municipal de Rio Claro (a 190 quilômetros de São Paulo) durante o dia, e professora de uma escola estadual em Santa Gertrudes (a 10 minutos de Rio Claro) no período da noite, sua rotina se inicia às sete da manhã e termina às onze e meia da noite.

Em meio à troca de ataques entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) neste segundo turno, a escola em tempo integral é uma bandeira levantada por ambos quando decidem falar de propostas e não de acusações. Mas Andrea é contra a ideia. “Não existe um projeto que estipule quais seriam essas aulas dadas durante o dia todo”, explica. “O que faremos com os alunos? Como eles fariam para trabalhar? Não há um planejamento claro de como isso seria implantado”, diz a professora de 47 anos que dá aula há 25 anos na rede pública de São Paulo. (more…)

agosto 12, 2013

Mais algumas lembranças de minha infância e de minha vida… parte 2

Nasci no Haras e Fazenda São José do Morro Grande, distrito de Ajapí (que em Tupi Guarani significa  ferir, dar em, acertar), Município de Rio Claro/SP. Não lembro de nada, ou quase nada da época em que vivi na fazenda, onde meu pai era tratorista e meu avô administrador. Mais pessoas de minha família moravam lá. Viemos morar na cidade quando eu tinha mais ou menos 5 anos. Estranho isso – não conseguir lembrar nada dessa época. Tenho uma cicatriz no indicador esquerdo (sou canhoto). Nessa fazenda havia um globo telado, uma enorme gaiola que prendia um casal de araras. Um dia, segundo dizem, estava no colo de meu avô, Primo Martini. Ele se aproximou da gaiola e num descuido, meti o dedo num dos buracos. A cicatriz ainda está em meu dedo como recordação.

O proprietário da fazenda era o Sr. Renato Mário Pires de Oliveira Dias, casado com D. Luiza e tinham três filhos: Renato, Maria Luiza e Renata.  Salvo engano, eram donos de farmácia e laboratório, em São Paulo, capital. Essa fazenda abrigava também um Haras, além de produzir café.

Minha família era querida por eles. Lembro-me que um dia, já adolescente, fomos visitar a Maria Luiza em sua casa, em Rio Claro. E ela me disse: “Augustinho! Quantos banhos eu te dei!” Eu era uma espécie de “cobaia” para ela e a irmã, que com isso, queriam ficar prendadas no cuidado com crianças. Estavam preparando-as para tornarem-se mães!

Eu no trator

Uma das poucas fotos de minha infância – eu, no trator que meu pai trabalhava!

Nossa primeira mudança, depois da fazenda, foi para uma usina de cana de açúcar que ficava em Santa Gertrudes/SP, e lá moramos por pouco tempo. De lá também não tenho lembranças. Minhas irmãs dizem que era um lugar inóspito. Morávamos numa choupana que tinha muitos ratos e perto dela, um lago. E nesse lago boiava um enorme tronco, o qual meus pais diziam ser um Jacaré. Botavam-nos medo para que não nos aproximássemos! (more…)

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