A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

novembro 23, 2013

Roma: a cidade da história!

Roma é maravilhosa e merece ser explorada com calma, no melhor estilo slow travel, ao longo de dias, visitando todas as praças e entrando em todas as atrações e  museus, saboreando cada minuto essa cidade literalmente divina. 

Com quase 3 milhões de habitantes e mais de 28 séculos de história, Roma é uma cidade composta de camadas: camadas de pedras, camadas de tempo, camadas de história, camadas de mitos, camadas de conhecimento, camadas de surpresas, camadas de paixões…

Conhecida como a Cidade eterna, é cheia de monumentos, museus, ruínas, igrejas, fontes, praças, escavações, pintores, arquitetos, escultores…

Roma foi construída sobre sete Colinas: Aventino, Palatino, Quirinale, Viminale, Celio, Esquilino e Campidoglio. Até hoje o coração da cidade, isto é, sua parte mais antiga e histórica se estende através delas.

Além de ser um extraordinário museu a céu aberto, Roma é principalmente um lugar fervilhante e romântico. Suas praças e fontes com água cristalina e potável, desenhadas pelos melhores artistas da Antiguidade e do Renascimento estão sempre tomadas por casais apaixonados e por gente de todas as partes do planeta.

Abaixo, um pouco dessa cidade encantadora, mostrada por Franco Zeffirelli. E tem um trecho de lucevan le stelle (e reluziam as estrelas, em português) que é uma ária do terceiro ato da ópera Tosca, de Giacomo Puccini, cantado por Andrea Bocelli!!!


E para que fique com mais vontade ainda de conhecer esse País encantador, visite-o através dos filmes abaixo. Garanto que o instigará ainda mais a ir para lá em breve!

Abaixo, a versão integral do filme feito por Franco Zeffirelli. Delicie-se, caso tenha tempo:

1. Sob o Sol da Toscana (Audrey Wells, 2003)
Baseado na biografia da americana Frances Mayes, Under the Tuscan Sun (Sob o Sol da Toscana), a história é semelhante ao livro: uma mulher que resolve comprar e reformar uma velha casa em Cortona, uma pequena cidade com todos os estereótipos que um vilarejo da Toscana poderia ter. 
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dezembro 24, 2012

Presépio – origem

O presépio é talvez a mais antiga forma de caracterização do Natal. Sabe-se que foi São Francisco de Assis, na cidade italiana de Greccio, em 1.223, o primeiro a usar a manjedoura com figuras esculpidas formando um presépio, tal qual o conhecemos hoje. A idéia surgiu enquanto o santo lia, numa de suas longas noites dedicadas à oração, um trecho de São Lucas que lembrava o nascimento de Cristo. Resolveu então montá-lo em tamanho natural, em uma gruta de sua cidade. O que restou desse presépio encontra-se atualmente na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.

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Presépio significa em hebraico “a manjedoura dos animais”, mas a palavra é usada com frequência para indicar o próprio estábulo. Jesus ao nascer foi reclinado em um presépio que provavelmente seria urna manjedoura, como as muitas que existiam nas grutas naturais da Palestina, utilizadas para recolher animais. Outra versão é que o presépio de Jesus era feito de barro, aproveitando-se uma saliência da rocha e adaptando-a para tal finalidade. Esta é, sem dúvida, a versão mais aceita.  (more…)

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