A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

janeiro 19, 2021

Cientistas da Fiocruz, cassados e perseguidos pela Ditadura Militar

Os dez cientistas da Fiocruz cassados e perseguidos pela ditadura militar no Massacre de Manguinhos: da esquerda para a direita, Augusto Cid Mello Perissé, Tito Arcoverde Cavalcanti de Albuquerque, Haity Moussatché, Fernando Braga Ubatuba, Moacyr Vaz de Andrade, Hugo de Souza Lopes, Massao Goto, Herman Lent, Sebastião José de Oliveira e Domingos Arthur Machado Filho.

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dezembro 5, 2014

“Memórias da Ditadura” é um portal que resgata histórias da era do regime militar

O lançamento oficial do site aconteceu hoje cedo no Auditório do Ministério da Educação, em Brasília. Participaram do evento a Ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, o Ministro da Educação, José Henrique Paim, a Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, e a Ministra da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairros.

As-memórias-da-ditaduraCom objetivo de divulgar a história do Brasil no período do regime militar, em especial ao público jovem, o Instituto Vladimir Herzog por meio do Vlado Educação, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, lançou hoje, dia 05/12, o portal Memórias da Ditadura. A ideia é que a página apresente conteúdos interativos que tenham relação com os dias atuais. (more…)

julho 25, 2014

Buenos Aires e o Parque de la Memoria – um monumento às Vítimas do Terrorismo de Estado

Em tudo o que diz respeito a memória, os hermanos são infinitamente melhores que nós. O Parque de la Memoria, localizado em Buenos Aires, é apenas um exemplo disso.

Ontem meu passeio saiu fora do roteirão que todos os turistas que veem para Buenos Aires fazem. Fui conhecer o Parque de la Memoria. Fiquei impressionado com a força e a tristeza do lugar. É um dos poucos espaços na cidade que familiares e amigos dos desaparecidos possuem para deixar uma flor. Em outra oportunidade que estive na cidade eu havia feito uma visita ao  Espacio Memoria y Derechos Humanos (ex ESMA) – a máquina do terror na ditadura Argentina!

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A entrada no Parque impressiona logo de cara é o Monumento a las Víctimas del Terrorismo de Estado –  um muro gigante que abriga 30 mil placas, sendo que 9 mil delas contêm nomes de pessoas desaparecidas, reunidas pelo ano em que foram sequestradas e em ordem alfabética. Outra informação é a idade que tinham na época e, no caso das mulheres, se estavam grávidas ou não. É impressionante o número de menores de idade, entre 14 e 18 anos. Esta lista se complementa com um arquivo digital que pode ser consultado por familiares, estudantes, investigadores e público em geral, e que contém fotos, desenhos e objetos pessoais de cada um deles.  É possível consultar, no site do parque, dados sobre as vítimas e ainda contribuir com informações (veja aqui). Esse é um monumento que está em constante reformulação, já que muitas informações da época da ditadura estão sendo reveladas aos poucos. Segundo uma das funcionárias, em pouco dias um sistema de busca on line  bem mais completo do que o existente hoje estará no ar.  (more…)

junho 13, 2013

Santiago – Calle Londres, 38 – espaço de memórias (ex centro de repressão e extermínio)

Ontem foi dia de ver a neve em Farellones e Valle Nevado. Hoje fiz um tour desses menos explorados pelos turistas aqui na cidade de Santiago  – um segmento dela que conta a história do golpe militar e a subsequente ditadura, que fazem parte da memória recente do Chile. Mais violenta do que a que a vivida pelo Brasil, as marcas do estado totalitário, comandado pelo General Augusto Pinochet, ainda podem ser vistas pela capital.

Em 11 de setembro de 1973, os militares chilenos, amplamente apoiados pelos Estados Unidos, executaram um golpe de estado contra o governo democrático do Presidente Salvador Allende, que tinha tendências socialistas. E Allende, ao saber do golpe, decidiu não sair do Palacio La Moneda, que foi atacado por ar e terra, ficando bastante destruído. O então presidente continuou no prédio mesmo assim, em resistência. Segundo depoimento de seu médico pessoal, confirmado por posteriores autópsias, Salvador Allende se suicidou pouco antes dos militares invadirem o palácio. A versão, porém, ainda é questionada por várias pessoas que acreditam que ele foi executado.

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O País sofreu 17 anos de ditadura – de 1973 até 1990. Nesse período, o último relatório, da Comissão Nacional sobre Prisão Política e Tortura contabilizava 40.280 vítimas oficiais (estudo realizado em 2011), dentre elas, 3.225 mortos ou desaparecidos. As associações de vítimas, porém, calculam que esse número chegue há aproximadamente 100 mil vítimas.

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