A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

maio 24, 2016

Gentileza gera gentileza

Minha mãe dizia que gentileza cabe em qualquer lugar. Cada vez mais tenho a convicção de que a gentileza pode e deve existir no ambiente de trabalho, por mais hostil que ele seja. Respeitar o espaço dos outros, não tratar ninguém com desdém, dizer “bom dia”, “como vai”, “por favor” e “muito obrigado”! Com esse clima de gentileza, a disposição para executar as tarefas diárias será outra.

Em meu dia a dia, trabalhar em equipe é necessário, mas complexo. Trabalhar sozinho, no entanto, pode demonstrar egoísmo e incapacidade de se relacionar com as pessoas, de aceitar críticas e sugestões. Por isso, tenho me esforçado para conviver bem com os colegas de trabalho.

Aprendi com a vida que a humildade é uma das maiores virtudes da humanidade. Procuro não ser o tipo de pessoa que prefere engavetar um projeto só para não ter que pedir ajuda. Aceitar a colaboração dos colegas de trabalho é admitir que estou aberto a novas sugestões e criar possibilidades em cima disso.

Pensando em tudo isso, deparei-me com o texto abaixo escrito por Clarissa Oliveira do http://aleteia.org/e que tem muito a ver com aquilo que penso e pratico. Leiam! Acredito que gostarão também.

Ser gentil às vezes é uma tarefa exigente, mas a gentileza é algo fundamental para a manutenção do bem-estar e da qualidade de vida. Além de que a qualidade de vida também depende da gentileza. (more…)

maio 15, 2013

Consumo consciente!

Podemos definir o conceito de consumo consciente como uma atitude e comportamento de consumo mais humanos e conscientes do impacto ambiental dos produtos, tendo em conta todo o seu ciclo de vida, desde a produção até ao seu consumo. Propõe mudanças nos padrões de produção, distribuição e consumo e a salvaguarda dos bens ambientais.

Consumo consciente significa mais qualidade de vida. Isto não quer dizer que devemos deixar de consumir. Devemos, sim, consumir de forma diferente, de uma maneira em que os bens e serviços deixem de ser um fim nas nossas vidas e ocupem o seu verdadeiro lugar, passando, apenas, a ser meios para vivermos mais e melhor, de maneira sustentável e solidária.

planeta

Consumir de forma consciente significa mais horas de lazer e menos no trânsito, significa economia de água, de energia e de recursos naturais, significa prestar atenção ao que compramos e lembrar que cada produto tem uma história que é a “cadeia de produção”. Todos os fornecedores e empresas integrados nessa cadeia devem ser tão responsáveis quanto o consumidor. O consumidor consciente deve exigir produtos éticos e saudáveis, sem publicidade enganosa, sem poluição ambiental, sem desperdício de recursos naturais e de energia e sem qualquer tipo de exploração no trabalho. (more…)

março 7, 2013

Tributos – Educação Fiscal e Cidadania – vídeo realizado pela TV Cultura

Poderíamos definir que a principal linha da Educação Fiscal com a missão de levar aos cidadãos a conhecerem seus direitos e deveres para poder exercê-los em sua plenitude, visando uma melhor qualidade de vida para toda a população.

O tema Educação Fiscal é amplo. Nele, fala-se em tributos e ao falar em tributos há a implicação em direitos e deveres. Todos sabemos que a arrecadação de impostos gera qualidade de vida para a população e perspectiva de um futuro melhor. Ou pelo menos deveria gerar! E para o professor falar de Educação Fiscal nas escolas ele deverá partir do pressuposto do papel social dos tributos no desenvolvimento da cidadania.
Educação Fiscal e Cidadania

Educação Fiscal e Cidadania – cartaz utilizado elaborado pelo Programa Municipal de Educação Fiscal de Santa Maria – RS

Deverá partir de um trabalho de conscientização onde a criança seja educada a perceber que todos pagamos tributos, desde o mais pobre até o mais rico, e isso fará com que ela passe a perceber a importância da preservação do patrimônio público, por exemplo. Ela passará a perceber que o dinheiro dos seus pais mantêm a escola pública que ela estuda e outros serviços básicos. Vai reforçar na criança o conceito de que o que é público é de todos. E talvez isso cause diminuição dos atos de vandalismo e depredação da escola, por exemplo.  (more…)

janeiro 2, 2013

Dicas para viver bem em 2013…

Saúde:
1. Beba muita água;
2. Coma ao café da manhã como um rei, ao almoço como um príncipe e ao jantar como um pedinte;
3. Coma o que nasce em árvores e plantas, e menos comida produzida em fábricas;
4. Viva com os 3 E’s: Energia, Entusiasmo e Empatia;
5. Arranje tempo para orar;
6. Jogue mais jogos;
7. Leia mais livros do que já leu;
8. Sente-se em silêncio pelo menos 10 minutos por dia;
9. Durma 8 horas por dia;
10. Faça caminhadas de 20-60 minutos por dia e, enquanto caminha, sorria.

Personalidade:   (more…)

dezembro 18, 2012

Largo do Arouche e seu maravilhoso Chichá

Moro na Avenida Dr. Vieira de Carvalho há cinco anos. Mas, muito antes disso já admirava uma árvore do Largo do Arouche e não sabia a qual espécie pertencia. Ela é enorme, linda, majestosa! E qualquer um que a vislumbra logo percebe que deve ter alguns séculos. Descobri que é um Chichá (Sterculia chicha), também conhecido como boia-unha-d’anta, pau-de-cortiça, pau-de-boia, arachichá, araxixá, axixá e bóia. Essa árvore pode crescer de 8 a 25 metros de altura. Tem tronco castanho-amarelado de 30 a 60 cm de diâmetro.

A copa desse exemplar do Largo do Arouche é arredondada, as folhas são grandes.

O fruto recebe o nome de xixá (não confundir com o nome da árvore, que é chichá), termo Indígena, que significa “Fruto semelhante a mão ou punho fechado”.

No site Árvores de São Paulo,  originado de “uma ação do ambientalista Ricardo Cardim que tem como objetivo conectar as pessoas sobre a importância do verde urbano para a qualidade de vida e resgatar a biodiversidade nativa da cidade de São Paulo”, há um pouco mais sobre esta maravilhosa árvore. Veja abaixo.

O grande chichá do Largo do Arouche em 1940

                                 O grande chichá do Largo do Arouche em 1940

Raras são as árvores antigas na Capital paulistana. Como diria o historiador Benedito Lima de Toledo, São Paulo foi três cidades em um século, ou seja, foi destruída e reconstruída diversas vezes no século 20. Destas intensas transformações, as árvores também foram vítimas assim como as construções. (more…)

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