A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

janeiro 6, 2015

Lembranças do tempo de ginásio – Prof. João Batista Leme, de Rio Claro/SP – por Silvia Venturoli

Ontem a noite tive a grata surpresa de receber a primeira contribuição de uma das participantes do nosso grupo de Ex-alunos do Batista Leme. A Sílvia Venturoli me enviou uma mensagem mais ou menos assim: “Oi Augusto tudo bem? Um Feliz 2015 cheio de saúde, paz e realizações. Foi muito bom ter reencontrado mesmo através do grupo do Batista. Li o texto que colocou no blog e a partir dele escrevi o que me veio na lembrança, uma experiência confesso é estimulante e provocativa.   Segue abaixo as minhas divagações… Obrigada por permitir e despertar este lado de manter viva a nossa memória. Beijos. Silvia Venturoli”.
Turma Batista
Lembranças do Batista Leme, por Silvia Venturoli.
Augusto, suas lembranças descritas no blog trouxeram a tona na minha memória detalhes adormecidos pelo tempo, como por exemplo, os painéis enormes que nos remetia à sensação de ansiedade, quando todos disputavam espaço para verificar as notas!
As apresentações de teatro com o querido Colabone! Nesse momento me vem à mente e soa aos ouvidos a música: “Sem lenço e sem documento”, e lembro da encenação do musical “Hair”. Enfim, saudades de um tempo que fez história!
Lembro-me dos campeonatos de handebol, eu sempre goleira do time, só alegria na vitória, e na derrota o que importava era ter participado dos campeonatos inter classes. Falando  de esporte quem não torceu para o Basquete do nosso Batista Leme, que revelou talentos como Batiston, Pimentel (hoje oftalmologista)? Foi do nosso Batista que nasceu a paixão pelo Basquete. Acredito que ali, Rio Claro começou a olhar diferente para este esporte.
Na memória vem ainda as aulas de música com a professora Eunice, as aulas de francês com a professora Mirtes Porto. Um tempo de liberdade com responsabilidade. Tempo em que éramos guiados pela nossa criatividade, pela vontade de conhecer, de apreender, um tempo de entrega.
Dia desses tive o prazer de rever o professor José Roberto Pensado, nosso eterno professor de Desenho. Figuraça!!! Continua do mesmo jeito – sempre sarrista, São Paulino roxo e inseparável de seu companheiro de dupla, o professor de história Ademar Catelani, lembra? Na ” volta” ao passado rimos muito de como ele adorava distribuir nota zero.
Lembrança da sabedoria e elegância da Dona Zuza, que com seu terninho vermelho, e tom de voz altivo, mas brando – sempre mantinha a ordem, sem aniquilar nossos pensamentos.
As lembranças borbulham quando se provoca, se estimula. É simplesmente instigante e delicioso relembrar, reviver. A Lilia e a Zezé, tiveram a feliz ideia de começar este processo, quando promoveram o primeiro de inúmeros encontros que estão por vir.   Essa chama vem sendo alimentada – se cada um contar um pouco do que viveu e do que o Batista Leme representou em sua vida, teremos material suficiente para quem sabe escrevermos as Memórias de J.L..

janeiro 5, 2015

Lembranças do meu tempo de ginásio – Prof. João Batista Leme, de Rio Claro/SP – 1

“Cada um que passa em nossa vida, passa só, pois cada pessoa é única, e nenhuma substitui a outra. Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa só. Leva um pouco de nós, deixa um pouco de si. Há os que levaram muito, mas, não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidadede nossa vida e a prova de que duas almas não se encontram por acaso.”(Antoine Saint-Exupéry)

A foto de minha turma do Batista Leme, feita nas escadarias do colégio no ano de nossa formatura!

A foto de minha turma do Batista Leme, feita nas escadarias do colégio no ano de nossa formatura!

Ontem assistindo ao Fantástico (rede Globo de televisão), vi uma reportagem sobre um professor que às vésperas da formatura no ensino técnico, pediu aos alunos que escrevessem uma carta endereçada a eles mesmos. Mas que só seria aberta no futuro. O ano era 1990. Fernando Collor de Mello tomava posse como presidente. O Brasil era eliminado pela Argentina na Copa da Itália. A internet dava seus primeiros passos, ainda distante do público. E Paul McCartney fazia pela primeira vez um show no Brasil, entre outros fatos de destaque. Os alunos, na época jovens entre 17 e 19 anos, viviam a descoberta do amor, a escolha da carreira –  questões típicas da idade. (more…)

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