A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

janeiro 29, 2017

Sintra – onde a nobreza e a elite de Portugal se encontram

Sintra tem clima ligeiramente mais fresco e por isso atraiu a nobreza e elite de Portugal, que construiu por lá palácios requintados, residências extravagantes e jardins decorativos. A variedade de edifícios históricos fascinantes e as belíssimas paisagens estabeleceram Sintra como um dos melhores destinos turísticos, assim como a viagem complementar mais popular a partir de Lisboa. Eu fiz um bate e volta de um dia e valeu a pena. Mas se você tiver dois dias disponível e puder dormir por lá, não pense duas vezes e aproveite.

Para uma cidade relativamente pequena, existe um número vasto de monumentos históricos e atrações turísticas interessantes. Contidos no interior de Sintra existem mais do que 10 monumentos nacionais, incluindo palácios opulentos, ruínas antigas e habitações decorativas. Estas atrações encontram-se espalhadas pelas colinas da região e muitas delas é um desafio para quem gosta de caminhar.

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No centro histórico existem belas ruas de paralelepípedos, com lojas e cafés tradicionais, tudo em redor do Palácio Nacional em estilo gótico.

Sintra proporciona uma viagem agradável de um dia a partir de Lisboa e eu recomendo uma visita ao Palácio Nacional, ao Castelo dos Mouros e ao Palácio da Pena. Existe um serviço econômico e regular de trens que liga Lisboa a Sintra.

O Palácio Nacional, de estilo gótico, foi utilizado extensivamente pela nobreza portuguesa entre os séculos XV e XIX e testemunhou o crescimento do país. As características exteriores mais distintas do palácio são duas chaminés enormes que se estendem desde a cozinha, enquanto no interior os quartos refletem a extensa história do palácio.

O Castelo dos Mouros ergue-se sobre Sintra e é um antigo castelo em ruínas, que data da era dos Mouros (séculos VIII a XII). O castelo foi parcialmente restaurado no século XIX, para se tornar num elemento central da área do Palácio da Pena. Das muralhas do castelo é possível observar paisagens fantásticas sobre Sintra e a região circundante.     (more…)

janeiro 22, 2017

Espanha e Portugal – viajando bem e barato

Viajando bem e barato – esse é o meu lema. Sempre planejo a viagem com muitos meses de antecedência. Procuro por passagens em promoção (dessa vez viajei com a Air China e recomendo)! Sempre fujo dos pacotes turísticos. Todas as pesquisas de lugares a visitar, trajetos, passagens de trem/ônibus/avião, ingressos – tudo isso já saio daqui com o esquema traçado, comprados e pagos.

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Dessa vez fui para Madrid, Lisboa, Sintra, Coimbra, Porto, Santiago de Compostela, Barcelona, Valência e de novo em Madrid somente para pegar o voo de volta. O trecho de Porto a Santiago de Compostela foi feito em ônibus. E de Santiago de Compostela para Barcelona pela Ryan Air. Todos os outros foram por trem.

O roteiro funcionou muito bem. Fiz várias pesquisas na internet e muitas delas bem aproveitadas. Nos próximos posts escreverei um pouco sobre cada uma das cidades, prometo.

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O tempo de três a cinco dias em cada cidade (menos em Valência, que fiquei poucas horas) foi suficiente para os passeios principais. Os melhores lugares deixaram um gosto de quero mais. O que poderia ter sido melhor? Não mudaria quase nada, pois fui com a ideia de aproveitar cada segundo, sem exigir que fosse tudo perfeito. (more…)

junho 11, 2014

“Amigos de Aluguel: você vai viajar? “Alugue” um morador local e fuja dos roteiros turísticos comuns!

O site Rent a local friend foi criado em 2010 pela carioca Alice Moura, que morava em Lisboa e costumava levar amigos e conhecidos para passear pela cidade.

 Se você é desses viajantes que gosta de fugir de roteiros habituais dos turista, como visitas guiadas, com filas enormes, nos museus, vai gostar dessa novidade novidade: o projeto Rent a Local Friend nasceu para incentivar quem viaja a alugar uma pessoa pra passar umas horas na cidade, em programas alternativos.

[vimeo http://vimeo.com/55903175]

Usá-lo é simples. Disponível em inglês, alemão, francês, italiano, espanhol e, claro, português, o site tem uma base de pessoas dispostas a serem guias por um dia em todos os continentes. Há “amigos locais” em lugares como Indonésia, Austrália, África do Sul, México, Estados Unidos, Noruega, Itália, Portugal e Brasil, isso para pontuar apenas alguns lugares. Para conseguir o guia especializado, que estará pronto para mostrar os espaços fora dos pontos turísticos tradicionais, é preciso enviar um e-mail com o pedido e o destino.  (more…)

abril 29, 2014

São Paulo e suas fontes e chafarizes abandonados!

Vários chafarizes da cidade de São Paulo estão secos e sujos. Os instalados na Praça da Sé e República estão funcionando, mas, servem de piscina para o banho de desocupados, para lavar roupas e depósito de sujeiras. Ponto positivo para os servidores da limpeza urbana, que tentam diariamente, e a todo custo, deixar os chafarizes e lagos limpos – mas, com uma população que parece ter saído da Idade Média, não é fácil manter tais equipamentos urbanos em condições desejáveis.

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Símbolo de convivência comunitária no século 19, tais equipamentos agora refletem a degradação do espaço público em São Paulo em plena metrópole.
Não há água no chafariz da Ladeira da Memória nem em qualquer outro chafariz do Vale do Anhangabaú. Situação idêntica se encontra o chafariz da Avenida Nove de Julho. (more…)

novembro 21, 2013

São Luis do Maranhão – Patrimônio da Humanidade e Capital brasileira da Cultura!

São Luís do Maranhão foi fundada pelos franceses, mas com alma portuguesa. Basta andar pelas ruas do centro histórico, um tanto abandonado, a bem da verdade, para perceber isso.

O nome da cidade é uma homenagem ao então Rei da França, Luís XIII. São Luís foi fundada em 8 de setembro de 1612 pelos franceses Daniel de La Touche e Fraçois de Rasilly, com o objetivo de estabelecer em terras tupiniquins a França Equinocial.

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Nascida no mar, caracterizada como porto fluvial e marítimo, à semelhança de outras cidades brasileiras da época colonial, a capital do Maranhão desempenhou importante papel na produção econômica do Brasil Colônia durante os séculos XVII ao XIX, tendo sido considerada o quarto centro exportador de algodão e arroz, depois de Salvador, Recife e Rio de Janeiro.  (more…)

novembro 30, 2012

O quinto dos infernos

Certamente você já ouviu alguém dizer: vá para “o quinto dos infernos”. Tal expressão é usada quando alguém quer mandar uma pessoa para longe ou se referir a um lugar remoto. Mas, pouca gente sabe que ela começou a ser usada em Portugal para se referir ao Brasil. Sua origem é o imposto de 20% (ou a quinta parte) do peso do ouro, cobrado no século 18, oriundo das cidades mineradoras do Brasil-Colônia. Para evitar as constantes sonegações, a Coroa portuguesa decidiu, em 1750, retirar o quinto diretamente nas casas de fundição. A riqueza obtida pelo recolhimento do imposto era levada para Portugal em navios que ficaram conhecidos como “naus dos quintos”. Por isso, na época, mandar alguém para os “quintos” significava mandar essa pessoa para esse lugar tão longínquo e desconhecido que era o Brasil.

menos impostos

Abaixo segue um texto interessante que recebi hoje, escrito por Reinaldo Luiz Lunelli.

Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. O imposto cobrado pela Coroa Portuguesa sobre todo o ouro encontrado em suas colônias correspondia a 20%, ou seja, 1/5 (um quinto) do metal extraído que era registrado em “certificados de recolhimento” pelas casas de fundição. Este absurdo e altíssimo imposto, foi intitulado “O Quinto”.  (more…)

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