A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

julho 3, 2019

Minuto Verde – série aves e pássaros

Diga sim à liberdade das aves! O Minuto Verde é uma parceria entre a UMAPAZ, da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e a EGAP, da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (atual EGESP – Escola de Governo do estado de São Paulo, da Secretaria da Fazenda e Planejamento).

março 11, 2017

Lembranças, saudades e cheiros de infância…parte 2

Hoje quero recordar as idas e vindas ao sítio de meus avós. Passeios que fazia com meu pai e que aconteciam quase todos em domingos ou feriados.

Íamos de bicicleta. Eram pouco mais de 12 km pela estrada de terra que ligava Rio Claro a Ajapí, distrito rural da cidade. Íamos pela estrada bem devagar, enquanto o cheiro da terra e do mato cortado recentemente, a brisa do vento e o aconchego do sol nos acompanhavam. Eu, na garupa, observava as flores, as árvores. Era uma delícia ouvir o canto dos pássaros e entre o silêncio e o entoar de algumas melodias que meu pai tentava assoviar, a felicidade acompanhava-nos. Não era preciso muito, aliás não era preciso nada, éramos apenas nós os dois e a natureza. E felizes…

pai

Meu pai, Antonio Martini, com minha avó, Virgínia Calore Martini

Não me recordo das palavras que ele falava no caminho. Meu pai era de pouco falar, e falava baixo. Sei que as palavras existiram mas não as tenho na memória. Das canções que ele tocava na sanfona ou dedilhava ao violão, estas sim, lembro-me de todas, faziam parte da história de vida do meu pai e eu gostava das suas histórias – das músicas e dos causos que ele contava. Havia sintonia, entrega, carinho e cumplicidade. Havia amor, mas um amor sereno e tranquilo que ele não demonstrava. Nada era obrigação. Tal e qual as árvores, o vento, o sol, as flores, a terra, os animais… (more…)

setembro 16, 2013

Mais algumas lembranças de minha infância e de minha vida… parte 8

Já contei aqui que quando fomos morar na Rua M-1-A, na Vila Martins, em Rio Claro, era o ano de 1966, talvez 1967, não me lembro do mês. Como já escrevi aqui, a casa ficava em um lote grande, de uns 400 metros quadrados, onde, além da casa, tinha muito terreno para se plantar, na lateral e fundo da casa.

sabiá

Nos canteiros da lateral, minha mãe plantava flores diversas: dálias, rosas, margaridas e também tinha um pé de jasmim.

Já nos fundos, tinha um galinheiro, com algumas galinhas e apenas um galo, que traçava a todas com muita facilidade. Colhíamos os ovos para o dia a dia, mas, minha mãe deixava alguns, por 21 dias para a galinha chocar. Sempre nasciam vários pintinhos. Para que as outras galinhas não os matassem, tinha que se fazer um cercadinho, para eles ficarem com a mãe. (more…)

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