A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

julho 14, 2015

Ciclovias e Ciclofaixas – pedalando por São Paulo

Minha cidade de origem, Rio Claro, além de ter o título de “Cidade Azul”, também é conhecida como a “Cidade das Bicicletas”. A identificação de quase a totalidade das vias públicas por número, é uma peculiaridade do município.

Em função de seu relevo plano, Rio Claro é uma cidade com condições ideais para a prática do ciclismo, além do uso do transporte através de bicicletas. A cidade possui ciclovias e ciclofaixas com pouco mais de 20 km conectando bairros ao Distrito Industrial, localizado na Avenida Brasil (e que passa ao lado da casa que tenho por lá). Além dessa faixa, a principal avenida que dá acesso à cidade, Avenida Presidente Kennedy, também tem parte de sua via protegida e reservada aos adeptos desse transporte. Com população de cerca de 200 mil habitantes, possui uma das maiores frotas de bicicletas por habitante do país. É a segunda, depois de Joinville.

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Desde a minha mais tenra idade lembro da presença das bicicletas em nossa casa. Sempre foram 3 ou 4. Ainda vou escrever por aqui sobre minhas aventuras pela cidade. Mas, comecei esse post porque há treze anos morando e trabalhando em São Paulo sentia falta de uma bicicleta. Acabei comprando uma Caloi de 21 marchas há três semanas, pois a cidade tem vivido uma transformação do espaço urbano com a implementação de ciclovias e ciclofaixas no município. E a ciclofaixa instalada em frente a minha casa, na Avenida Dr. Vieira de Carvalho, me instigou a sair pedalando.

Aqui cabe destacar a diferença entre as ciclovias e ciclofaixas. Nas ciclovias há um espaço para fluxo de bicicletas com uma separação física que isola os ciclistas dos demais veículos, com grade, blocos, concreto, entre outros. Um exemplo prático é a ciclovia que foi inaugurada no dia 28, na Avenida Paulista. (more…)

novembro 30, 2014

As Máscaras Afro-Brasileiras no Minhocão de São Paulo

Quantas vezes você cruza o Minhocão sem se dar conta do que acontece naquele espaço que beira a deterioração? Hoje, ao ir comprar frutas, verduras e legumes na feira livre de Santa Cecília tive uma grata surpresa – todos os pilares, de ambos os lados, receberam obras de arte. É que para comemorar o Mês da Consciência Negra e contribuir com o cenário sempre inovador e renovador da arte urbana na cidade, a Secretaria Municipal de Cultura inaugurou na sexta-feira, dia 28/11, a exposição “Máscaras Afro-Brasileiras”, que integra o Projeto Omô Lodjô, cujas criações são assinadas pelo artista Renato da Silveira. Nesta mostra a céu aberto, o Elevado Costa e Silva, mais conhecido como Minhocão, recebeu em 20 de seus pilares, a partir da Rua General Jardim até o Largo do Arouche, colagens de imagens gráficas inspiradas no universo africano.

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Fonte: Secretaria Municipal de Cultura

Renato da Silveira é artista, pesquisador e escritor baiano, doutor em Antropologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais), de Paris. Sua primeira aproximação com o tema das máscaras africanas aconteceu em 1967, ano em que visitou a Bienal Internacional de Arte e por ocasião de estar no Parque Ibirapuera, visitou também, em uma das salas do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), uma exposição com máscaras africanas, que, segundo ele “reorientou bruscamente a intenção estética e meus valores visuais, alterando o próprio modo de lidar com a forma”. (more…)

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