A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

dezembro 25, 2018

Natal – de volta às tradições

Acabo de voltar do Mosteiro de São Bento, em São Paulo, onde fui assistir a missa solene de Natal, toda em canto gregoriano. Cerimônia linda e significativa. Estando em São Paulo, não deixe de assistir uma missa com canto gregoriano. Será uma experiência inesquecível.

Na Homilia de hoje, Dom Mathias Tolentino Braga, monge beneditino e Abade do Mosteiro de São Bento, falou do verdadeiro sentido do Natal, tão esquecido pela maioria das pessoas. Citou um Youtuber que tem milhões de seguidores, dizendo que o fulano desejou Feliz Natal aos seus seguidores e logo em seguida se desculpou, dizendo que deveria ter desejado Boas Festas, já que nem todos são cristãos. Citou também a falta de reportagens na imprensa escrita e falada sobre o verdadeiro sentido da data.

 Há dois anos passei o Natal em Lisboa, Portugal, e por lá via-se nas sacadas e janelas uma decoração de Natal diferente. Eram estandartes de pano. De um fundo grená emerge a imagem de um Menino Jesus barroco, de braços abertos. Para os cristãos, este é o verdadeiro símbolo do Natal e por isso pode ser lembrado e assinalado deste modo, nas janelas, varandas ou portas daqueles que acreditam.

O objetivo de pendurar o estandarte na janela é devolver o tradicional espírito de Natal cristão, em que a figura central é o Menino Jesus que, infelizmente, tem ficado relegado para segundo plano, abafado por figuras como o Papai Noel, as renas ou outras decorações natalinas.

Lá, fiquei sabendo que a ideia veio de Espanha onde esta prática começou há alguns anos. Não tive dúvida: comprei um estandarte e já é o segundo ano que ele adorna a janela do meu apartamento.

Feliz Natal para todos vocês, meus leitores. Um Natal com menos ostentação, ganância, consumismo e mais tolerância, amor, solidariedade!

dezembro 24, 2012

Presépio – origem

O presépio é talvez a mais antiga forma de caracterização do Natal. Sabe-se que foi São Francisco de Assis, na cidade italiana de Greccio, em 1.223, o primeiro a usar a manjedoura com figuras esculpidas formando um presépio, tal qual o conhecemos hoje. A idéia surgiu enquanto o santo lia, numa de suas longas noites dedicadas à oração, um trecho de São Lucas que lembrava o nascimento de Cristo. Resolveu então montá-lo em tamanho natural, em uma gruta de sua cidade. O que restou desse presépio encontra-se atualmente na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.

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Presépio significa em hebraico “a manjedoura dos animais”, mas a palavra é usada com frequência para indicar o próprio estábulo. Jesus ao nascer foi reclinado em um presépio que provavelmente seria urna manjedoura, como as muitas que existiam nas grutas naturais da Palestina, utilizadas para recolher animais. Outra versão é que o presépio de Jesus era feito de barro, aproveitando-se uma saliência da rocha e adaptando-a para tal finalidade. Esta é, sem dúvida, a versão mais aceita.  (more…)

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