A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

novembro 17, 2016

As mesinhas são a parte mais suja do avião – muito mais do que os banheiros

Se você faz parte daquelas pessoas que se preocupa com germes e bactérias, não pense que é apenas nos banheiros públicos que ocorrem situações de extrema sujeira. Vai ficar surpreso ao descobrir que existem objetos do dia a dia que podem ser ainda mais sujos que o mal falado sanitário. Leia abaixo.

mesa

Quando viajamos de avião notamos que há um lugar que se suja muito rapidamente, principalmente no caso de viagens de longa duração: o banheiro. Embora os tripulantes façam o possível para mantê-lo limpo, não é incomum que entre os 300 passageiros tenhamos que conviver com alguns indivíduos que sujam o local sem maiores preocupações. No entanto, apesar do nojo que um banheiro usado possa nos causar, esta não é a parte mais suja de um avião. Na realidade, o objeto mais sujo está muito mais próximo de nós do que imaginávamos.
A mesinha presa à parte traseira dos assentos é a área que mais concentra micróbios em toda a aeronave. É o que afirma o site Travelmath, que enviou um microbiologista especialista neste tipo de micro-organismo para analisar diferentes objetos e lugares que os viajantes utilizam quando entram em um avião.
A lista dos objetos mais sujos é a seguinte:
1. A mesinha individual.
2. Os botões que acionam os bebedouros.
3. O ar-condicionado que fica na parte superior de cada assento.
4. O botão que aciona a descarga do vaso sanitário.
5. A fivela do cinto de segurança.
6. A fechadura do banheiro dos aviões.
Sem dúvida a mesinha de apoio ganha de goleada do restante dos objetos: ela tem o dobro de micróbios do segundo classificado, e 1000% a mais do que o terceiro. A partir do ar-condicionado a quantidade de micro-organismos é quase residual, por isso pode-se considerar que os aviões são lugares limpos.
Higiene nas aeronaves.
O especialista, após ver os resultados, recomenda que ninguém coma qualquer pedaço de comida que tenha entrado em contato direto com a superfície da mesa de apoio. Aparentemente esta área é a mais contaminada pois não costuma ser limpa, e também porque os restos de comida que caem nela criam o ambiente perfeito para que os pequenos micro-organismos nasçam, cresçam e se reproduzam.
Felizmente a análise da Travelmath também traz boas notícias: em nenhum dos locais analisados foram identificados restos de bactérias perigosas, como a E. Coli, ou restos fecais.

Fonte:Yahoo Noticias International – 10 de novembro de 2016

julho 3, 2013

Como os antigos se viravam sem sabão, chuveiro ou xampu?

Desde sempre nós tivemos alguma forma de higiene pessoal. Os egípcios, por exemplo, tomavam três banhos por dia. Os gregos e os romanos são famosos pelos banhos públicos. Mas, sem os apetrechos de que dispomos hoje, os povos antigos improvisavam.

Bucha para macho

O strigil era uma espátula de ferro de cerca de 30 centímetros usada pelos antigos gregos e romanos para esfregar a pele. Antes disso, eles untavam-se com um óleo. Entre os mais abastados, essa limpeza era feita por escravos.

imagem

Imagem: François Girardon, Apollo a presença de ninfas de Thetis, 1666-1672.

Banho de jarrinha

Sabe o famoso banho de canequinha? Ele era prática entre povos antigos, que não tinham rede encanada. A água vinha de bacias e jarros. Às vezes a pessoa ficava dentro de uma banheira de pedra, mas era comum se inclinar sobre um banco.  (more…)

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