A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

março 26, 2021

Saiba o que as pessoas aprenderam no curso de felicidade de Yale

Dormir, agradecer e ajudar ao próximo são algumas das lições

25.mar.2021 às 20h00 

MOLLY OSWAKSTHE NEW YORK TIMES

O curso de felicidade da Universidade Yale, conhecido oficialmente como Psicologia 157: Psicologia e a Vida Boa, é um dos cursos mais populares já oferecidos nos 320 anos de história da universidade.

O curso só foi ministrado em pessoa uma vez, no segundo trimestre de 2018, em forma de palestras para 1.200 espectadores realizadas no maior auditório do campus.

Em março daquele ano, uma versão gratuita em forma de dez palestras semanais em vídeo, oferecidas via Coursera com o título “A Ciência do Bem-Estar”, também conquistou popularidade instantânea, atraindo centenas de milhares de espectadores online.

Foto por Daria Rem em Pexels.com

Mas quando os lockdowns começaram, cerca de dois anos mais tarde, o número de matriculados disparou. “Octuplicamos o número de pessoas que fazem o curso”, diz Laurie Santos, professora de psicologia em Yale e diretora do Silliman College, sobre a popularidade das aulas na era da pandemia. 

“Todo mundo sabe o que é precisa fazer a fim de preservar a saúde física: lavar as mãos, respeitar o distanciamento social e usar máscara”, acrescenta. “Mas as pessoas enfrentam dificuldade para proteger sua saúde mental.”

O currículo do curso oferecido via Coursera, adaptado daquele que Santos leciona em Yale, pede que os estudantes, entre outras coisas, registrem dados sobre seu padrão de repouso, mantenham um diário de gratidão, façam gentilezas para desconhecidos, e anotem se, ao longo do programa, esse comportamento pode ser correlacionado a uma mudança positiva em seu humor, em termos mais amplos.

Gretchen McIntire, 34, que trabalha como assistente de saúde domiciliar em Massachusetts, está fazendo graduação em psicologia por meio de um curso online da Southern New Hampshire University. Em seu tempo livre durante o lockdown, em agosto, McIntire fez o curso da Yale. E disse que isso “mudou sua vida”.

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outubro 23, 2020

Quando a casa dos avós se fecha

Acho que um dos momentos mais tristes da nossa vida é quando a porta da casa dos avós se fecha para sempre, ou seja, quando essa porta se fecha, encerramos os encontros com todos os membros da família, que em ocasiões especiais quando se reúnem, exaltam os sobrenomes, como se fosse uma família real, e, sempre carregados pelo amor dos avós, como uma bandeira, eles (os avós) são culpados e cúmplices de tudo.

Minha avó paterna: Virgínia Rosin Calore Martini

Quando fechamos a casa dos avós, também terminamos as tardes felizes com tios, primos, netos, sobrinhos, pais, irmãos e até recém-casados que se apaixonam pelo ambiente que ali se respira.

Não precisa nem sair de casa, estar na casa dos avós é o que toda família precisa para ser feliz.

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agosto 28, 2019

7 dicas preciosas para ter uma mente saudável e feliz

7 dicas preciosas para ter uma mente saudável e feliz
 Fonte: Thaís Garcez – Revista Seleções

Ao que se constata, a boa saúde pode ou não nos fazer felizes, mas a felicidade sem dúvida contribui enormemente para uma vida e mente saudável. Pesquisas já mostraram, e a conexão “mente-corpo” é irrefutável: os pensamentos e as emoções afetam de forma considerável o bem-estar físico.

Em determinado dia, tendemos a ter um monte de emoções e humores. Conceitos como alegria, propósito e autoestima são muito complicados para serem reduzidos a um simples “Você está feliz?”. Porém, pesquisadores têm identificado as atitudes específicas, as escolhas de estilo de vida e as características pessoais que melhor contribuem para a felicidade e a vida longa e saudável.

1. A importância da autoestima

Muitos fatores – a genética, o alimento consumido, o ambiente, a atividade física, a doença, o sono e até as estações do ano – influenciam o estado emocional. Mas, no cerne disso tudo, está como nos enxergamos. Se você tiver um nível saudável de autoestima, não só conseguirá lidar com as mudanças da vida melhor como provavelmente será mais contente, além de confiante e bem-sucedido. Talvez seja mais saudável também. Estudos mostram que a autoestima mais elevada pode, na verdade, ajudar a proteger as pessoas contra a depressão e a ansiedade; condições que podem impor maior risco de tudo, desde resfriados e vírus até osteoporose e doença cardíaca.

2. Ame a vida

Além de alimentar a mente e nutrir o humor, não há maneira mais segura de conter o relógio biológico do que manter a vitalidade. Dizer sim à vida – mantendo o coração, a mente e a alma ocupados – é a melhor prescrição para se ter um espírito rejuvenescido. Portanto, se você optar por ser feliz, também estará propenso à saúde. Inclusive, pessoas felizes ficam menos doentes e se recuperam mais rápido. O otimismo, aliás, tem sido relacionado a defesas imunológicas mais fortes.

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janeiro 19, 2017

A geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão – por Ruth Manus

“O cenário é mais ou menos esse: amigo formado em comércio exterior que resolveu largar tudo para trabalhar num hostel em Morro de São Paulo, amigo com cargo fantástico em empresa multinacional que resolveu pedir as contas porque descobriu que só quer fazer hamburger, amiga advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante, solteira e andar de metrô fora do Brasil, amiga executiva de um grande grupo de empresas que ficou radiante por ser mandada embora dizendo “finalmente vou aprender a surfar”.
Você pode me dizer “ah, mas quero ver quanto tempo eles vão aguentar sem ganhar bem, sem pedir dinheiro para os pais.”. Nada disso. A onda é outra. Venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade. (more…)

abril 17, 2015

Quais são as coisas que te fazem feliz?

“Tem dias que a gente se sente, como quem partiu ou morreu…” ou então acordamos cansados, desanimados, não é?

Mas, para você não se sentir assim, acesse o #100happydays – que é um projeto que incentiva as pessoas a enviar uma foto das coisas que as fazem felizes, durante 100 dias. Então, que tal participar? Veja no site como funciona o projeto e envie as suas fotos também. Não deixe o desânimo e o cansaço tomarem conta do seu dia. Pense bem! Sempre temos muitos motivos para sorrir, não é?

Acesse o site http://www.100happydays.com/pt/

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fevereiro 10, 2015

À procura da Felicidade!

Ah meu Deus! Acabei de conversar com minha amiga Vera Grellet sobre o quão chato é trabalhar e que por conta disso temos que transformar os longos momentos no trabalho o mais agradável possível. Sim, porque eu sou da opinião que a gente só começa a viver quando sai do trabalho!  É estranho escrever isso, mas a verdade é que no trabalho, em um período de 8 horas preenchendo formulários, ficando na frente do computador e participando de reuniões intermináveis e chatas a gente tem minutinhos de felicidade.

felicidade-a-dois

Quando somos crianças, na fase das “descobertas e aprendizados”, vivenciamos coisas novas – que são divertidas ou chatas. Fazemos perguntas do tipo: por que a gente envelhece? por que a gente morre?  E descobrimos que também vamos morrer um dia! Depois, crescemos, temos a certeza da morte e passamos a aceitar sua inevitabilidade! Desse ponto em diante começamos a valorizar ainda mais a vida, sabendo que um dia não estaremos mais por aqui. (more…)

novembro 25, 2014

A família Martini, de Rio Claro/SP – parte 2

Continuação… (ver a parte 1)

Mas não era só para comer e beber vinho que nossa família se reunia – a gente também tinha que rezar o terço. Quando criança o nosso passeio era ir à missa e não víamos a hora de ter uma quermesse. A gente também gostava de rezar o terço, não por rezar o terço, mas pelas brincadeiras da molecada que havia depois que acabava o amém. E também a baciada de pipocas que minha avó fazia!

No sítio eles faziam procissão para chover. Todo o mundo em procissão para dar banho no São Benedito, porque daí não chovia muito. Lavar o santo no riacho, imagine só? Ao meio dia faziam procissão até uma encruzilhada pra jogar água nela, isso para fazer chover. Será que hoje isso funcionaria?

Meu avô, Primo Martini, com minha avô, Virgínia Calore Martini, em sua primeira foto juntos, na saída da missa, quando começaram a namorar.

Meu avô, Primo Martini, com minha avô, Virgínia Calore Martini, em sua primeira foto juntos, na saída da missa, quando começaram a namorar.

Nós, as crianças, fazíamos isso na inocência, na pureza. Minha mãe era muito devota de Nossa Senhora Aparecida e de São José – sempre rezou muito. Eram essas coisas que faziam parte de nossa “agenda”: “mês tal vai ter terço”. Um dos nossos maiores anseios era saber que ia ter terço. As ruas de Rio Claro eram mal iluminadas, a gente ia a pé para ir rezar. Não queríamos nem saber se estava chovendo, se estava frio. A gente sabia que esse era um modo de conversar com as pessoas. Nem passava pela nossa cabeça o uso telefone. Telefone, TV e geladeira não faziam parte do nosso pobre cotidiano. Então a gente saía e ia fazer visita nas casas. (more…)

A família Martini, de Rio Claro/SP – Parte 1

Como já escrevi por aqui em dois posts, sou bisneto de imigrantes italianos, que vieram para cá no século XIX, por volta de 1870.

Vieram da região de Treviso (Comune de Cornuda), Pádova (Pádua), Castello di Godego, Tirol e outros. Se instalaram primeiro na região de Araras/SP, depois em Cravinhos/SP, depois no Distrito de Ajapi, Rio Claro/SP e finalmente na cidade de Rio Claro/SP.

Meu avô paterno, Primo Martini, Filho de Luigi Martini, conseguiu comprar um sítio, denominado Boa Vista, em Ajapi, onde morava com minha avó, Virgínia Calore Martini e seus filhos – Ernesto, Marino, Antonio, Henrique, Cesar, Pedro Cirilo, Izabel e Eva.

Minha mãe, Maria Angela Gracioli Martini, com Joana Nathalina Gracioli Martini (duas irmãs, casadas com dois irmãos - Antonio Martini e Cesar Martini)

Minha mãe, Maria Angela Gracioli Martini, com Joana Nathalina Gracioli Martini (duas irmãs, casadas com dois irmãos – Antonio Martini e Cesar Martini)

Apesar de ser uma terra dura, com muita piçarra, a cultivavam e dela tiraram o sustento por muitos anos.

Aos poucos os filhos foram se casando e tomando seus próprios rumos. Em meados dos anos 70 meu avô e minha avó, já velhinhos, venderam o sítio e vieram, junto com o meu tio Pedro, morar na Vila Nova, em Rio Claro/SP, ao lado da casa de meus pais. E aqui, faço uma confissão: gostaria muito de um dia poder comprar o sítio que foi de meu avô paterno! Ele fez parte de minha infância e da infância de minhas irmãs. Éramos os primos que moravam na cidade, e que passavam finais de semana e férias com os avós e os outros primos, que moravam no sítio. (more…)

outubro 16, 2014

Lembranças de minha infância

Tenho certeza que sou um bom observador. Meus amigos mesmo o dizem. Uma das minhas várias manias é a de observar as pessoas, ver suas expressões, sentir suas angústias ou alegrias e a partir daí criar meus conceitos, imaginar como devem ser suas vidas, se estão felizes ou tristes. Também em momentos de descontração gosto de imitá-las! Se estou certo ou não, pouco importa, pois é um sentimento que guardo para mim, são coisas da minha imaginação e da minha cabeça. Acho legal ter esses insights em minhas observações e de perceber certas coisas que muitas vezes passam batidas para a grande maioria. Pode até parecer estranho, esquisito, sei lá, mas de certa forma isso me traz um fascínio. É um assunto que me desperta interesse. E ao mesmo tempo me entristece, pois vejo coisas acontecendo e que não posso mudar. Principalmente aqui, nas ruas de São Paulo, onde tem tantos moradores de rua, tantos usuários de drogas, tantas pessoas jogadas e abandonadas. Dá um sentimento de impotência ver a vida seguindo um rumo e saber que não tem volta. Pior, não saber onde vai parar.

Pega Vareta - meu primeiro jogo

Pega Vareta – meu primeiro jogo

Outro dia estava conversando com o João, um grande amigo,  ficamos relembrando nossos bons tempos de Rio Claro, de Batista Leme (E.E. Prof. João Batista Leme) onde estudamos e dos momentos que vivemos juntos com a nossa “galera”. E depois disso fiquei viajando no tempo, relembrando os brinquedos e brincadeiras.

Tive uma infância pobre e apesar de ter passado por várias situações tristes me considero privilegiado: cresci acreditando no Papai Noel e no Coelho da Páscoa e vivi toda aquela magia e pureza que somente as crianças conhecem – principalmente as que viveram em cidades do interior, onde a vida passa devagarinho… Aliás, na Páscoa, fazíamos nossos ninhos, minha mãe tingia ovos de galinha que eram cozidos com papel crepom ou cascas de cebola, colocava no ninho e dizia que era “coisa do coelhinho”. E eu minhas irmãs acreditávamos. E ficávamos felizes. E mais, nos sentiámos gratificados com o pouco que ganhávamos.  (more…)

junho 3, 2014

Parque Ecológico Visão Futuro, em Porangaba/SP

 Namaskar!

“Podemos sorrir, respirar, andar e comer as refeições de uma forma que nos permite estar em contato com a abundância de felicidade que está disponível. Nós somos muito bons em nos preparar para viver, mas não muito bons em viver. Sabemos como sacrificar 10 anos por um diploma e estamos dispostos a trabalhar muito duro para conseguir um emprego, um carro, uma casa, e assim por diante. Mas temos dificuldade de lembrar que estamos vivos no momento presente, o único momento que existe para estarmos vivos. Cada respiração que tomamos, a cada passo que damos, pode ser cheio de paz, alegria e serenidade. Precisamos apenas estar despertos, vivos no momento presente.”

Thich Nhat Hanh

Dia 5 de junho foi a data escolhida para celebrar anualmente o Dia Mundial do Meio Ambiente.

O Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser comemorado em 1972 com o objetivo de promover atividades de proteção e preservação do meio ambiente e alertar o público mundial e governos de cada país para os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do meio ambiente.

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Fotos de Marcos Alves

Foi em Estocolmo, no dia 5 de junho de 1972, que teve início a primeira das Conferências das Nações Unidas sobre o ambiente humano (durou até dia 16) e por esse motivo foi a data escolhida como Dia Mundial do Meio Ambiente.  Todos os anos, as Nações Unidas dão um tema diferente ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Os temas para o Dia Mundial do Meio Ambiente são uma maneira de dar idéias para atividades de conscientização das populações e de proteção do meio ambiente. (more…)

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