A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

outubro 14, 2014

Grupo Escolar da Vila Alemã, em Rio Claro/SP – atual E.M. Djiliah Camargo de Souza

Se você é leitor do blog já sabe que sou saudosista! Sai dia e entra dia e fico lembrando momentos do passado. Sim, eu vivo o presente! Talvez não como devesse, mas tenho os pés no chão (muitas vezes a cabeça na Lua, em Marte ou nos anéis de Saturno) e penso sim no futuro. Mas falar da infância e relembrar os momentos vividos com meus amigos tem um gostinho de saudade e de certa forma alegra a alma. Adoro o Mário Quintana, O João Paschoalotti, meu amigo de São Carlos sabe disso. Trocávamos cartas, coisa de gente antiga. E tem um pensamento do Quintana que ele me escreveu certa vez e que é tão verdadeiro que não sai do meu pensamento: “O passado não reconhece seu lugar, está sempre presente.”

A segunda pessoa na foto, da esquerda para a Direita, é a Profa. Jair, diretora do antigo Grupo Escolar da Vila Alemã, hoje EE Djiliah Camargo de Souza.

A segunda pessoa na foto, da esquerda para a direita, é a Profa. Jair, diretora do antigo Grupo Escolar da Vila Alemã, hoje EM Djiliah Camargo de Souza.

E nesses últimos dias “conversei” pelo Facebook com amigos de infância, pessoas que não vejo há anos… Alguns há muitos e muitos anos é bem verdade! Não vou dizer quantos, pois isso me faz parecer mais velho. Eu sei… Estou ficando velho, mas não me sinto assim. No fundo no fundo sei que serei uma eterna criança. Ainda gosto de assistir desenhos do Pica Pau, Zé Colmeia, Tom e Jerry… Quanto os vejo na TV sempre me pego rindo sozinho… (more…)

agosto 19, 2014

6º Concurso de Desenho e Redação da CGU

 

INÍCIO DAS INSCRIÇÕES

01/01/2014

FIM DAS INSCRIÇÕES

26/09/2014

TEMA

Acesso à Informação: Um direito de todos

Em ano de Copa do mundo, eleições nacionais para Presidente e Governadores e manifestações populares em todo Brasil, nada mais oportuno do que levar para sala de aula a discussão da Participação Cidadã.

Desde maio de 2012 está em vigor a Lei 12.527/2011, a Lei de acesso à informação, carinhosamente chamada de LAI.

Você sabia que a LAI permite a qualquer pessoa perguntar diretamente a qualquer órgão ou entidade de governo federal, estadual ou municipal sobre qualquer informação pública? E que a LAI vale para todos os poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, além dos Tribunais de Contas e Ministério Público? Todos sem exceção devem responder às perguntas da sociedade.

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outubro 21, 2013

A deliciosa simplicidade da infância narrada por uma de minhas irmãs – Tereza – Parte 6

COMO DIZIA MINHA AVÓ: PIANO, PIANO, SE VÁ LONTANO… Parte 6

…. continuação

Lá em cima na estrada, na entrada do sitio, tinha a escolinha onde estudavam meus primos e as crianças dos sítios vizinhos. Era formada por uma grande sala e só tinha uma professora que dava aulas para a primeira, segunda e terceira series e sempre alguém ia busca-la de carroça em Ajapi e depois ia levá-la, porque ela vinha da cidade de ônibus e o ponto era bem longe. Antes de começar as aulas ela sempre descia na casa da minha avó para tomar café com leite e pão feito em casa. Pão esse amassado pela tia Leonor – que ainda hoje os faz e que são uma delícia! Lá no sítio ela fazia uma receita logo com cinco quilos de trigo e explico porque tanto – dava muito trabalho para esquentar o forno que ficava em um ranchinho do lado de fora da cozinha da minha avó. Era um forno feito de tijolos e barro, no qual se colocava lenha dentro, acendia-se o fogo. Quando ficavam só as brasas e estava bem quente a tia Leonor tirava as brasas e as cinzas e colocava os pães para assar em cima de folhas de bananeira. Quando os pães estavam assados e o forno ainda estava quente ela tirava os pães e enchia de amendoim em casca para torrar, os quais depois guardava em uma cesta e meu avô os comia a noite, depois da janta, sentado no degrau do murinho da área. E a gente também ajudava, é claro!

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Minha mãe, Maria Angela Graciolli com sua irmã, Joana Nathalina Graciolli.

Como eu já disse a terra do sítio de meu avô não era boa para plantação. Só tinha um pouco de pés de café – eram umas poucas fileiras de pés de cada lado da estrada que descia para a casa e perto da escolinha. No meio dos pés de café sempre plantavam abóboras e melancias. Ah, e passando o cafezal plantava-se muitas vezes amendoim ou feijão.  (more…)

março 7, 2013

Tributos – Educação Fiscal e Cidadania – vídeo realizado pela TV Cultura

Poderíamos definir que a principal linha da Educação Fiscal com a missão de levar aos cidadãos a conhecerem seus direitos e deveres para poder exercê-los em sua plenitude, visando uma melhor qualidade de vida para toda a população.

O tema Educação Fiscal é amplo. Nele, fala-se em tributos e ao falar em tributos há a implicação em direitos e deveres. Todos sabemos que a arrecadação de impostos gera qualidade de vida para a população e perspectiva de um futuro melhor. Ou pelo menos deveria gerar! E para o professor falar de Educação Fiscal nas escolas ele deverá partir do pressuposto do papel social dos tributos no desenvolvimento da cidadania.
Educação Fiscal e Cidadania

Educação Fiscal e Cidadania – cartaz utilizado elaborado pelo Programa Municipal de Educação Fiscal de Santa Maria – RS

Deverá partir de um trabalho de conscientização onde a criança seja educada a perceber que todos pagamos tributos, desde o mais pobre até o mais rico, e isso fará com que ela passe a perceber a importância da preservação do patrimônio público, por exemplo. Ela passará a perceber que o dinheiro dos seus pais mantêm a escola pública que ela estuda e outros serviços básicos. Vai reforçar na criança o conceito de que o que é público é de todos. E talvez isso cause diminuição dos atos de vandalismo e depredação da escola, por exemplo.  (more…)
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