A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

agosto 11, 2017

Exposição apresenta mobiliário escolar e fotos de escolas na estação República do Metrô

Mostra vai até 30 de setembro, com banners e mobiliário que retratam a importância da instituição

A partir de 10 de agosto até o dia 30 de setembro, a estação de Metrô República recebe a exposição 30 Anos da Fundação para Desenvolvimento da Educação – FDE. A mostra reunirá imagens de escolas e creches construídas nas últimas décadas e do trabalho de restauro realizado pelo órgão, fundamental para o funcionamento da imensa estrutura que é a rede estadual de ensino paulista.

Exposição FDE

Foto: A2 Fotografia / Mastrangelo Reino

O público que passar pelo local também poderá ver de perto parte do mobiliário escolar (cadeiras e mesas) projetado por técnicos da FDE e adotado em todo Estado. Na mostra há espaço também para a gigantesca rede de suprimentos que hoje abastece as 5 mil unidades com materiais de escritório, informática e limpeza. (more…)

dezembro 6, 2016

Viagem à escola do século XXI

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Botão para “Clique para Fazer o Download”

Uma jornada inspiradora pela educação no mundo. Esta é a proposta do livro Viagem à escola do século XXI – Assim trabalham os colégios mais inovadores do mundo, escrito pelo psicólogo e pesquisador espanhol Alfredo Hernando Calvo. Em pleno século XXI, um ensino baseado somente na transmissão de informação já não atende aos anseios das novas gerações, que pedem por novos espaços, novos métodos e novas maneiras mais colaborativas de extrair conhecimentos relevantes da informação que nos cerca. Assim, conseguem potencializar competências e desenvolver novas habilidades.

Ao longo das páginas da publicação, o leitor conhece 80 exemplos de ações transformadoras realizadas em escolas ao redor do mundo. A narrativa é desenvolvida no formato de um diário de bordo, possibilitando uma experiência de leitura dinâmica e fluida. Dividido em quatro blocos  – viagem, ideia, método e ação – é possível vivenciar o dia-a-dia dos estabelecimentos, seus desafios, evidências e métodos de inovação. É como se o leitor/viajante estivesse pessoalmente em cada um dos locais retratados!

Além disso, a publicação também oferece sugestões de atividades simples e diretas para educadores e para todos aqueles que buscam a inovação no dia-a-dia.

Fonte: http://fundacaotelefonica.org.br/

julho 18, 2016

Marcelo Rubens Paiva: Como assim, escola sem ideologia?

O professor de história tem que ser de esquerda. E barbudo. Tem que contestar os regimes, o sistema, sugerir o novo, o diferente. Tem que expor injustiças sociais, procurar a indignação dos seus alunos, extrair a bondade humana, o altruísmo.

Como abordar o absolutismo, a escravidão, o colonialismo, a Revolução Industrial, os levantes operários do começo do século passado, Hitler e Mussolini, as grandes guerras, a guerra fria, o liberalismo econômico, sem uma visão de esquerda?

A minha do colegial era a Zilda, inesquecível, que dava textos de Marx Webber, do mundo segmentado do trabalho. Ela era sarcástica com a disparidade econômica e a concentração de renda do Brasil. Das quais nossas famílias, da elite paulistana, eram produtoras.

A escola sem um professor de história de esquerda é como uma escola sem pátio, sem recreio, sem livros, sem lanchonete, sem ideias.

A escola sem um professor de história de esquerda é como uma escola sem pátio, sem recreio, sem livros, sem lanchonete, sem ideias. Charge: Andre Boitempo

Em seguida, veio o professor Beno (Benauro). Foi preso e torturado pelo DOI-Codi, na leva de repressão ao PCB de 1975, que matou Herzog e Manoel Fiel Filho. Benauro era do Partidão, como nosso professor Faro (José Salvador), também preso no colégio. Eu tinha 16 anos quando os vimos pelas janelas da escola, escoltados por agentes.

Outro professor, Luiz Roncari, de português, também fora preso. Não sei se era do PCB. Tinha um tique nos olhos. O chamávamos de Luiz Pisca-Pisca. Diziam que era sequela da tortura. Acho que era apenas um tique nervoso. Dava aulas sentado em cima da mesa. Um ato revolucionário.

Era muito bom ter professores ativistas e revolucionários me educando. Era libertador. (more…)

julho 3, 2015

Conheça o GEFE, o Mascote do Grupo de Educação Fiscal do Estado de São Paulo!

O Grupo de Educação Fiscal Estadual – GEFE/SP, instituído pelo Decreto 57.362/2011, agora tem, além de sua logomarca, um mascote, GEFE!

GEFE será usado nos mais diversos materiais de Educação Fiscal desenvolvidos – cartilhas, folders, peças publicitárias, boneco, etc. – para o fortalecimento do Programa Nacional de Educação Fiscal no Estado de São Paulo, contribuindo para a melhoria da compreensão dos cidadãos sobre a tributação, as responsabilidades do Estado e o exercício da cidadania, bem como aperfeiçoamento da transparência na gestão pública e na prática da responsabilidade fiscal. Com a empatia do GEFE, as informações do Programa chegarão ao público, em especial às crianças, de forma mais amistosa e poderão ser melhor absorvidas!

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Conheça mais o personagem:

GEFE é um menino de 10 anos, residente na cidade de São Paulo, curioso, pro-ativo, bondoso, extremamente comunicativo, inteligente, confiável e honesto.

Mora numa rua tranquila, num bairro residencial (VILA ESPERANÇA). Seu Pai (Senhor FRANCISCO) é motorista e sempre ensina algo sobre Cidadania e Civilidade

ao filho, sua mãe(Dona SONIA) é professora e trabalha na escola da VILA ESPERANÇA.

GEFE gosta muito de ler, de estudar e de se divertir com seus amigos e com seu irmãozinho que se chama GIBA. Adora jogos de todos os tipos, ama jogar futebol com os amigos, empinar pipa, andar de bicicleta e de Vídeo Game.

É membro da Associação mirim do bairro VILA ESPERANÇA.

Sempre propõe ideias e é interessado no que acontece em sua comunidade. Adora buscar soluções para dúvidas e questões, ainda mais, se estas forem de outras pessoas e, se ele tiver a oportunidade de explicar como ele entendeu e seu ponto de vista simples e inocente.

 

Saiba sobre educação fiscal:

www.fazenda.sp.gov.br/educação_fiscal

junho 24, 2015

Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2015

Escolas e instituições de todo o país que atuam com a temática da educação fiscal têm até o dia 30 deste mês para inscreverem seus projetos no Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2015.
Group Of Children Giving Each Other Piggyback Rides

Group Of Children Giving Each Other Piggyback Rides

Uma das mais significativas premiações do segmento, o prêmio entregará no dia 17 de novembro, em Brasília, troféus e prêmio em dinheiro aos cinco projetos vencedores. Os prêmios são de R$ 15 mil e R$ 10 mil para o primeiro e segundo lugares na categoria Instituições, e de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil na categoria Escolas. A Febrafite também entregará um Certificado de Reconhecimento aos inscritos da edição.

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maio 20, 2015

Filosofando sobre a escola e a educação…

Apesar de a escola também instruir e educar, é em casa que se principia a educação. Antigamente havia mais respeito devido a essa educação que se trazia de casa, respeito, esse, que já vinha da parte dos pais, muitos deles analfabetos, porque sabiam que se os filhos fossem analfabetos como eles não seriam nada na vida.

Se você, como eu, passou dos 50 anos, já parou para pensar o que mudou na escola desde o seu tempo de “primário”? Como é hoje a relação entre professores e alunos? O que mudou ao longo dos últimos 40 anos e o que pensam eles acerca do seu papel enquanto atores sociais? Estão otimistas ou pessimistas em relação ao futuro da educação no país?

Todos nós sabemos que a escola não pode ser a resposta milagrosa para os problemas sociais que nela se refletem, mas, continuo a acreditar que ela pode desempenhar um papel fundamental na sua resolução. Mas para isso, é preciso dar mais tempo aos professores para comunicar e trocar ideias sobre educação. Você, que como eu é professor, sabe que hoje em dia somos absorvidos por inúmeras tarefas burocráticas, por muitas reuniões nem sempre tão produtivas quanto desejaríamos e que acabam por nos deixar esgotados e com pouco tempo para trocar ideias sobre educação. Além de refletirem indiretamente na relação entre colegas e com os alunos, tiram-nos o prazer de sermos professores.

Antigamente o professor trabalhava mais em função da sua área disciplinar, dedicando mais atenção ao seu metiê e ao seu aluno. Hoje em dia tem de atuar em outros níveis e acaba também por ser assistente social, psicólogo – e desdobrar-se em inúmeras tarefas. E há os projetos! Infinitos! E desta multiplicidade de papéis é normal que o cansaço se instale e que a criatividade vá para o beleléu. (more…)

março 3, 2015

V Seminário de Educação Fiscal: “A gestão de recursos na Escola transformando a Comunidade”

seminário

O GEFE/SP – Grupo de Educação Fiscal Estadual, convida para o V Seminário de Educação Fiscal: “A gestão de recursos na Escola transformando a Comunidade”.

SERVIÇO

Seminário “A gestão de recursos na escola transformando a comunidade”

– (Certificado de 16 horas)

Local: Auditório da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo – Av. Rangel Pestana, 300-17º andar (próximo do metrô Sé)

Data: 16/03 (das 13:30 às 17:30 horas), dia 17/03 (das 8:30 às 17:30h) e 18/03 (das 8:30 às 12:30h)

Para inscrições clique aqui: http://goo.gl/bTCfbp – vagas limitadas (280 lugares)

janeiro 13, 2015

O valor de uma amizade

Vou lhes contar uma história que li dias atrás e que era mais ou menos assim…

Um dia, era eu ainda novo na escola, vi um menino da minha turma caminhando para casa depois das aulas. O nome dele era Caio. Parecia que estava carregando todos os seus livros. Eu pensei: “Por que é que ele leva para casa todos os livros numa 6ª feira? Deve ser mesmo um nerd”. Como eu já tinha o meu fim de semana planejado (uma festa e um jogo de futebol com os meus amigos no sábado à tarde), ignorei e segui caminho.

Amigos

Amigos

Conforme ia caminhando, vi um grupo de moleques que corriam na direção dele. Eles atropelaram-no, arrancando-lhe todos os seus livros dos braços e empurraram-no, de forma que ele caiu no chão. Os seus óculos voaram, e eu vi-os caírem na grama a alguns metros de onde ele estava. Ele ergueu o rosto e eu vi muita tristeza profunda nos olhos dele. O meu coração ficou penalizado. Então corri até ele enquanto ele se arrastava à procura dos óculos, e pude ver lágrimas em seus olhos. Enquanto lhe entregava os óculos disse-lhe: (more…)

outubro 14, 2014

Grupo Escolar da Vila Alemã, em Rio Claro/SP – atual E.E. Djiliah Camargo de Souza

Se você é leitor do blog já sabe que sou saudosista! Sai dia e entra dia e fico lembrando momentos do passado. Sim, eu vivo o presente! Talvez não como devesse, mas tenho os pés no chão (muitas vezes a cabeça na Lua, em Marte ou nos anéis de Saturno) e penso sim no futuro. Mas falar da infância e relembrar os momentos vividos com meus amigos tem um gostinho de saudade e de certa forma alegra a alma. Adoro o Mário Quintana, O João Paschoalotti, meu amigo de São Carlos sabe disso. Trocávamos cartas, coisa de gente antiga. E tem um pensamento do Quintana que ele me escreveu certa vez e que é tão verdadeiro que não sai do meu pensamento: “O passado não reconhece seu lugar, está sempre presente.”

A segunda pessoa na foto, da esquerda para a Direita, é a Profa. Jair, diretora do antigo Grupo Escolar da Vila Alemã, hoje EE Djiliah Camargo de Souza.

A segunda pessoa na foto, da esquerda para a Direita, é a Profa. Jair, diretora do antigo Grupo Escolar da Vila Alemã, hoje EE Djiliah Camargo de Souza.

E nesses últimos dias “conversei” pelo Facebook com amigos de infância, pessoas que não vejo há anos… Alguns há muitos e muitos anos é bem verdade! Não vou dizer quantos, pois isso me faz parecer mais velho. Eu sei… Estou ficando velho, mas não me sinto assim. No fundo no fundo sei que serei uma eterna criança. Ainda gosto de assistir desenhos do Pica Pau, Zé Colmeia, Tom e Jerry… Quanto os vejo na TV sempre me pego rindo sozinho… (more…)

agosto 19, 2014

6º Concurso de Desenho e Redação da CGU

 

INÍCIO DAS INSCRIÇÕES

01/01/2014

FIM DAS INSCRIÇÕES

26/09/2014

TEMA

Acesso à Informação: Um direito de todos

Em ano de Copa do mundo, eleições nacionais para Presidente e Governadores e manifestações populares em todo Brasil, nada mais oportuno do que levar para sala de aula a discussão da Participação Cidadã.

Desde maio de 2012 está em vigor a Lei 12.527/2011, a Lei de acesso à informação, carinhosamente chamada de LAI.

Você sabia que a LAI permite a qualquer pessoa perguntar diretamente a qualquer órgão ou entidade de governo federal, estadual ou municipal sobre qualquer informação pública? E que a LAI vale para todos os poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, além dos Tribunais de Contas e Ministério Público? Todos sem exceção devem responder às perguntas da sociedade.

(more…)

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