A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

agosto 30, 2018

X CONCURSO FOTOGRÁFICO “RIO CLARO REVELA SUA HISTÓRIA” – 2018

 X CONCURSO FOTOGRÁFICO “RIO CLARO REVELA SUA HISTÓRIA” – 2018
 REGULAMENTO
O Concurso Fotográfico “Rio Claro Revela sua História”, regulamentado pela Lei Municipal nº 4648 de 17 de dezembro de 2013, é um projeto do Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro “Oscar de Arruda Penteado”, com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, que objetiva reconhecer a importância da fotografia como documento, produzir acervo iconográfico e atualizar o registro da história recente da cidade.
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Tema: “Cartões Postais: um olhar atual sobre Rio Claro”
Cartões postais são um convite à viagem! Constituem “imagem-lembrança”, cuidadosamente escolhida de uma obra ou de uma paisagem, como um emblema afetuoso aos que estão distantes, procurando estabelecer uma comunicação entre ausentes, por meio de imagens – geralmente ruas, monumentos e praças de uma cidade – que expressam vínculos e memórias afetivas. Segundo Schapochnik (1998, p.427), “os cartões postais nos oferecem um ‘mapa com a geografia das nossas lembranças’. O ato de revisitá-los é uma oportunidade para surpreender as centelhas do passado que evocam o cotidiano e emoções”.

novembro 12, 2014

O retorno do Códice que conta a História do México

Tudo começou na segunda metade do século XVII, quando o intelectual jesuíta Carlos de Sigüenza y Góngora reuniu o códice inteiro, em três volumes, em sua biblioteca, que depois passou para o Colégio de San Ildefonso da Cidade do México. Ali, em 1827, o bibliotecário do colégio, José María Luis Mora, combinou com o inglês James Thomsen, representante da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, trocar o Códice por um lote de Bíblias protestantes, não com a finalidade de usá-las para evangelizar, mas como livros de alfabetização. Thomsen voltou a Londres com o códice, e Mora, com o passar dos anos, se converteria no fundador do pensamento liberal no México.

Dois volumes com as obras completas de Fernando de Alva Ixtlilxóchitl (1578-1650), e um terceiro livro que é uma miscelânea contendo 40 documentos diferentes, incluindo o original da Crônica Mexicáyotl, de Hernando de Alvarado Tezozómoc, onde se descreve a história do povo mexicano desde sua saída de Aztlán, no ano de 1064 dC, até a chegada dos espanhóis, em 1519, compõem o chamado Códice Chimalpáhin, que o governo mexicano comprou antes que fosse leiloado em Londres.

Início de uma crônica do códice. O texto começa em espanhol antigo e prossegue em nauatle. Fonte: El Pais

Início de uma crônica do códice. O texto começa em espanhol antigo e prossegue em nauatle. Fonte: El Pais

Erroneamente chamado códice nos EUA e totalmente atribuído de forma inequívoca a Domingo Chimalpáhin (1579-1660), o documento do final do século XVI e início do século XVII tem uma história tão intensa como os mesmos eventos que descreve. Sua história, cheia de altos e baixos, parece ter encontrado descanso após 187 anos fora do México. (more…)

abril 15, 2014

Análises apontam que papiro que fala da esposa de Jesus é verdadeiro!

Um pedaço de papiro antigo descoberto em 2012 e que contém uma menção à esposa de Jesus não é uma falsificação, de acordo com uma análise científica do texto. Acredita-se que o fragmento seja proveniente do Egito e contenha escritos na língua copta, que afirmam: “Jesus disse-lhes: ‘Minha esposa…’”. Outra parte diz ainda: “Ela poderá ser meu discípulo”. Quando o fragmento do documento foi descoberto, houve muito rebuliço. Pelo fato de a tradição cristã afirmar que Jesus não era casado, o documento atiçou os debates sobre o celibato e o papel das mulheres na Igreja.

Depois de muitos questionamentos feitos pelo Vaticano em 2012, documento escrito entre os séculos 6 e 9 é analisado por especialistas de Harvard, MIT e Columbia, que garantem que ele não é uma farsa!

Depois de muitos questionamentos feitos pelo Vaticano em 2012, documento escrito entre os séculos 6 e 9 é analisado por especialistas de Harvard, MIT e Columbia, que garantem que ele não é uma farsa!

Em 2012 o jornal do Vaticano declarou que o papiro era uma farsa, juntamente a outros estudiosos, que duvidaram de sua autenticidade baseados em sua gramática pobre, com texto borrado e origem incerta. Nunca antes um evangelho se referiu a Jesus como se Ele fosse casado, ou tendo mulheres como discípulos. Mas uma nova análise científica do papiro e da tinta, bem como da escrita e da gramática, mostrou que o documento é antigo. (more…)

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