A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

abril 8, 2015

Goiânia, Goianenses e seu Mercado Central

No post anterior falei sobre Goiânia, cidade que me causou encantamento. E neste, vou falar sobre os moradores.

Das cidades que conheço, certamente Goiânia enquadra-se no 1º lugar em simpatia. Vou relatar três casos para ilustrar melhor minha afirmação.

1) saí do Aeroporto Santa Genoveva e atravessei a rua até o ponto de ônibus mais próximo. Eram perto de 20h, estava quente e caía uma garoa fininha. E lá encontrei um Goianense. Logo em seguida chegou um casal, também de São Paulo, que pediu informação para a moradora sobre como chegar num dos setores da cidade, por ônibus. Solícita e simpática, informou que teriam que ir até um terminal e fazer a baldeação para que pudessem ir ao hotel. E os aconselhou a pegar um táxi. Ficava longe e seria trabalhoso fazer o trajeto por ônibus. Em seguida, retirou o celular da bolsa e ligou para um amigo taxista para consultar quanto é que eles pagariam, enfim, deu todas as informações e desejou-lhes boa estadia;

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2) na sexta-feira Santa resolvi que queria jantar no Setor Oeste. Saí do hotel em que me hospedei que ficava no Setor Aeroporto, caminhei algumas quadras e parei para pedir informação, pois desconfiava que estava andando em sentido contrário. Um simpático Goianiense, o Sr. Mathias, me disse: “você vai a pé filho? Pode ser perigoso! Um minuto que vou pegar as chaves do carro e o levarei até o restaurante” (que ficava na Praça Tamandaré). E assim o fez! Imaginem a minha surpresa; (more…)

novembro 27, 2014

A infância dos anos 60 e seus sabores

No tempo de minha infância não havia nada, mas vivi com muito pouco e aproveitei tudo.

O auge de minha infância e adolescência foi nas décadas de 60 e 70. Era um tempo maravilhoso e quem visita o A Simplicidade das Coisas com frequência já sabe que eu sempre escrevo sobre ela.

Quando bem pequeno morei na Haras e Fazenda São José do Morro Grande – até meus 4 ou 5 anos – onde minha mãe era cozinheira, meu pai tratorista, meu avô paterno administrador e meus tios agricultores. Tais terras pertenciam ao Sr. Renato Mário Pires de Oliveira Dias, e que, além de plantações agrícolas tinha também um Haras. Segundo minha mãe, o Renatinho, como era chamado o filho do proprietário, gostava de fotografar (ou seja, “tirar retrato” como se dizia naquela época). E são de autoria dele as quatro únicas fotografias que tenho da época em que morei na Fazenda. Seguem abaixo, junto com uma “3×4”, a minha primeira nesse formato e com 7 anos.

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Olhando estas fotos antigas pude lembrar de alguns episódios e fiquei com saudades de minha infância. Então, tive a ideia de escrever alguns “fragmentos gustativos” daquela época. Neste texto trago à memória as coisas que eu mais gostava de comer e beber. Se você nasceu na década de 70 pode ser que se identifique com algumas delas. Seguem: (more…)

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