A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

maio 23, 2018

A História da Família Calore – meus bisavós paternos

De todas as pesquisas genealógicas de minha família, hoje eu consegui a informação mais completa de um dos meus antepassados – Cirillo Calore – meu bisavô por parte de avó paterna (Virgínia Calore Martini casada com primo Martini).

Cirilo era filho de Antônio Calore e de Santa Vezu. Nasceu em Padova em 31 de outubro de 1877 (sic), as 9h00. O registro foi feito em 02 de novembro, na presença do oficial do Estado Civil e de duas testemunhas. A família Calore estava estabelecida em Padova, região do Vêneto, com residência na Via Voltabarozzo, número 118, código postal 35127 (local marcado na imagem abaixo).

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Em 25 de novembro de 1894, Cirillo casa-se com Maria Rosin, em Padova,  nascida na mesma cidade. E aqui cabe uma observação: no registro do ato de Matrimônio consta que Cirillo tinha a época 23 anos e Maria 21 anos. Mas se levarmos em conta a data constante no registro do ato de Nascimento, essa idade não bate. Pelo registro de nascimento, em 1894 Cirillo teria 17 anos. Mas, caso tenha se casado com 24 anos, ele teria que ter nascido em 1871 e não em 1877.

Ainda não consegui levantar a data em que chegaram ao Brasil e também não sei quais filhos nasceram na Itália. Esse será meu novo desafio.

Meus bisavós tiveram vários filhos (Genoefa, José, Antonio, Carlos, João, Santa, Joana, Alba e Catarina). Entre eles minha avó paterna – Virgínia Rosin Calore Martini – nascida em 28 de novembro de 1902. Avós paternos Antônio Calore e Santa Vezu. Avós maternos Angelo Rosin e Luiza Noventa.

Cirillo faleceu em 13 de junho de 1946, com 74 anos, às 5h00, no distrito de Corumbataí, bairro Morro Grande, atual Distrito de Ajapi/Rio Claro/SP, por conta de um derrame cerebral.

Virgínia casou-se em Rio Claro no dia 09 de junho de 1923, Com Primo Martini, nascido em 01 de janeiro de 1902. Ele era filho de Luigi Martini e Thereza Sbrissa. Mas essa já é uma história que já contei aqui.

Cirillo Calore

setembro 28, 2014

A casa da minha infância

Houve um tempo em que meu pai saiu do Haras e Fazenda São José do Morro Grande, onde ele era tratorista, minha mãe cozinheira, meu avô, Primo Martini, administrador e meus tios, camponeses. Eu tinha mais ou menos 4 anos. Moramos primeiro na Rua 3-A, na Vila Alemã, em casa geminada. Na outro lado moravam minha tia Joana, irmã de minha mãe, e meu tio Cezar, irmão de meu pai, com seus filhos, meus primos-irmãos. Tempos depois eles voltaram a morar em uma fazenda.

Minha primeira casa - na Fazenda São José do Morro Grande

Minha primeira casa – no Haras e Fazenda São José do Morro Grande

Depois nos mudamos para a Rua M-1-A,  e mais algum tempo depois na mesma rua, na esquina da Avenida M-1-A, na Vila Martins. Tínhamos na frente da casa a linha férrea da Maria Fumaça, que ligava Rio Claro a Ajapí, Ferraz e Corumbataí, que logo depois foi desativada. E, quase nos fundos, a linha férrea da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.  (more…)

agosto 13, 2013

Mais algumas lembranças de minha infância e de minha vida… parte 3

Da casa que morávamos na Rua 3-A, na Vila Alemã, e dos vizinhos, tenho poucas lembranças. Lembro-me da Luiza, da Sandra, da D. Mariquinha que tinha alguns filhos com os quais brincávamos. Na casa da esquina da Avenida 38-A morava uma família de negros, amigos excelentes, mas que, em princípio me causou medo e explico por que. Vizinho da fazenda onde morávamos havia um senhor que sempre passava por ali e que se tornou figura popular em Rio Claro, o “Gibi”.  Era um negro simpático que sempre carregava um saco nas costas. E, para causar medo, as mães diziam que naquele saco estavam crianças desobedientes. Como era amigo da família, sempre que passava pela Vila Alemã parava em casa para conversar com meus pais. Como era pequeno, associei a etnia com o medo. Mas, depois tudo ficou bem. Brincávamos todos juntos. Dividíamos as alegrias e tristezas.

Pais na fazenda

Meus pais, em visita ao Haras Fazenda São José do Morro Grande, muitos anos depois de nossa saída. Ao fundo, a casa da colônia em que moramos

 A rua era de terra. Não havia calçada em frente da casa que fosse até o meio fio – apenas umas fileiras de tijolos rentes à parede, para proteção em caso de chuva. A casa era pintada com cal amarela e pela falta de calçada, a água da chuva, ao bater no barro, tingia a parede com um barrado de vermelho. A iluminação pública era precária. Apenas dois postes no quarteirão iluminavam a rua. E as luzes eram fracas. E sempre faltava energia. Volte e meia tínhamos que usar lamparinas a querosene.  (more…)

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