A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

abril 21, 2014

Templo Zu Lai, o maior templo budista da América Latina

Em 2012 comemorei o meu aniversário no Solo Sagrado, da Igreja Messiânica. Esse ano, seguindo a mesma linha de meditação e contemplação da data, fui conhecer o Templo Zu Lai.

Ele fica pertinho de São Paulo – a cerca de 40 quilômetros da capital paulista, em Cotia –  cidade que abriga sítios e condomínios.  E é lá que está o maior templo budista da América Latina, inaugurado em 05 de outubro de 2003. Numa área de 150 mil metros quadrados, o Templo Zu Lai atrai centenas de pessoas por fim de semana — um número cada vez maior de budistas e também de curiosos em busca de relaxamento. O templo foi inspirando nos palácios da dinastia Tang, que comandou a China entre os séculos VII e X.

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Clique aqui Passeio virtual 360º e faça um passeio virtual pelo Templo Zu Lai.

 Além de contato com as tradições do budismo chinês, é possível meditar, ter aulas de Yoga e tai chi chuan, e diversos cursos, como o de filosofia budista, meditação, culinária vegetariana, ikebana, curso básico de chinês e caligrafia chinesa e se alimentar de comidas vegetarianas (o almoço sai por 20 reais). Lá é realizada a divulgação da prática de meditação e diversas cerimônias, como o Refúgio na Jóia Tríplice, Cinco Preceitos, Oito Preceitos e ainda rituais de casamentos e funerais. (more…)

abril 13, 2014

Monte seu altar – um cantinho para oração e meditação!

Existem altares de todos os tipos e para todas as crenças. Desde a pré-história os humanos constroem altares para orações, sacrifícios e oferendas em torno de suas divindades. O cristianismo agregou essa prática cultural de outros povos e manteve um espaço dentro das igrejas, capelas e altares domésticos para as imagens de santos e anjos.

Até o século passado nada mais comum que encontrar nas casas um nicho com um oratório ou uma mesinha coberta com toalha de renda e muitas imagens de santos. Com a sociedade cada vez mais laica e o afastamento progressivo das pessoas do sagrado, há cada vez vemos menos esse tipo de espaço reservado para a oração e introspecção.

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Além dos católicos, muitas religiões orientais como o budismo e o xintoísmo possuem altares. Nas religiões de culto afro, os altares são elementos de identidade e devoção ao orixá protetor. Eu acredito que a religião é um ato de ligação entre os humanos e as divindades e procuro praticar isso na minha mente e em meu dia a dia.

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Como dizia minha avó e minha mãe: não vivemos apenas de pão e água! Então, é melhor pensar em conversar mais com Deus e todas as boas energias, agradecer e pedir discernimento para entender aquelas que não saíram como idealizamos.

Pensando em tudo isso, resolvi montar um altar em meu apartamento, mas para respeitar meu multiculturalismo em relação as religiões, fiz dois espaços sincréticos mas muito especiais. Um com meus mestres espirituais, Francisco de Assis e Prabhat Ranjan Sarkar, também conhecido como  Shrii Shrii Anandamurtijii. No prédio onde moro, por ser um apartamento por andar, tenho dois halls: um do elevador, onde fiz o meu canto de meditação, e o outro, na entrada do apartamento, onde montei meu altar católico.  (more…)

abril 11, 2014

48º Hanamatsuri (nascimento de Buda), na Praça da Liberdade, em São Paulo

Hoje fui almoçar no bairro da Liberdade, pois queria dar o banho de chá doce no Buda criança, como faço todos os anos, e levo meus três pedidos. A  Festa das Flores (conhecida como Hanamatsuri)  acontece desde 1966 no Bairro da Liberdade para celebrar o aniversário de Buda Shakyamuni.  Esta é a 48.a edição.

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Hanamatsuri (nascimento de Buda)

A festa é realizada anualmente no sábado anterior à primeira lua cheia do mês de abril (amanhã, dia 12). Durante toda essa semana está ali, na saída do Metrô Liberdade (na rua da Liberdade),  um altar ricamente ornado por flores com o Buda criança, para que as pessoas possam dar um banho de chá doce (Amacha). Muitos aproveitam para fazer seus pedidos enquanto derramam o chá sobre a cabeça de Buda. Esse ato representa a chuva perfumada que teria caído sobre Buda logo depois do seu nascimento. A cada ano, uma seita budista fica resonsável pela organização do evento, sendo que no sábado anterior à primeira lua cheia de abril, a escultura segue da Praça da Liberdade até o templo, sobre um elefante branco.

Na língua japonesa “Hana” significa flor e “Matsuri” significa festival, assim Hana Matsuri  quer dizer “Festival das Flores”, mas é uma celebração ao nascimento de Buda. A abundância de flores durante a festa simboliza o jardim de Lumbini, local onde a rainha Maya, esposa do rei Suddhodhana, deu luz ao menino Sidarta. (more…)

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