A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

março 29, 2017

Site Atados! Juntando Gente Boa!

Você é daquelas pessoas que tem vontade de fazer um trabalho voluntário, mas não sabe como? Então você precisa conhecer o site Atados! Juntando gente boa.

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O Atados é uma plataforma que traz várias opções de Atos (atividades voluntárias), ONGs e uma lista de pessoas, para que você possa procurar gente com vontade de ajudar! Tudo é feito de forma bem fácil. Há um filtro para quem quer buscar uma atividade em local ou área específica. Há vagas pelas regiões de São Paulo (capital), mas também há opções para voluntariado online – a distância.

De acordo com notícias recentes, 73% dos brasileiros nunca se envolveram com atividades sociais na vida. Mas muitos nem sabem como fazer isso! (more…)

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janeiro 30, 2016

A recordação de uma bela amizade

De 1985 até 2002 fui servidor público do município de Rio Claro e trabalhei no Arquivo Público e Histórico. Naquela época a diretora da Autarquia era a Profª. Dra. Ana Maria de Almeida Camargo, Arquivista e Historiadora, professora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – FFLCH/USP, com a qual ainda hoje cultivo uma bela e amizade.

Esse trabalho foi importantíssimo em minha vida profissional, além de que por lá  fiz muitos amigos e também levei amigos da época em que trabalhei na Casa Nevoeiro de Ferragens (entre os anos de 1977 até abril de 1985) os quais viraram assíduos frequentadores de todos os eventos que fazíamos.

Uma dessas amizades que carregarei para lá é este senhorzinho que está comigo na foto abaixo  – Angelo Patrizzi, italiano, chaveiro aposentado da Cia. Paulista de Estradas de Ferro. Era como um avô para mim. Ia frequentemente me visitar no trabalho, apesar de seus 90 e poucos anos. Era muito ativo.

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Eu, com Angelo Patrizzi, no Arquivo do Município de Rio Claro, em 1987

O Patrizzi morava ao lado da Casa Nevoeiro e desde janeiro de 1977, quando fui trabalhar de vendedor na loja, diariamente ia conversar comigo nos intervalos de atendimento. Contava-me do seu dia a dia, de seus anos de trabalho na oficinas da Paulista, da vida familiar, do casamento com a D. Elvira, que, naquela época já se encontrava meio adoentada. De vez em quando tirava o relógio do bolso, olhava as horas e dizia: “quando eu morrer vou deixar esse relógio para você”. E eu retrucava: “Imagine! E o senhor ainda viverá muitos anos”. (more…)

fevereiro 20, 2015

Morri! E agora? O que fazer com meu corpo?

Hoje o assunto do post é um tanto tétrico. Vou falar sobre o pós-morte –  sabia que além do enterro convencional, você pode transformar suas cinzas em esculturas, quadros (as cinzas são misturadas na tinta), jóias, diamantes e até pode enviá-las à lua?  Também há o velório que se transforma em evento social, entre outros.

Você morreu! E aí? Nada mais precisa ser simples e comum. Tudo pode ser reinventado. 

Desde um enterro comum, até a cremação que costuma ser rejeitada por parecer um processo caro. Mas, comparada a todas as taxas de um sepultamento convencional, cremar ainda é mais econômico do que sepultar, sabia? Só a gaveta de um cemitério qualquer aqui em São Paulo, não deve sair por menos que 3 mil reais, pelo que ouvi falar. E isso nos cemitérios mais simples. Em alguns outros essa quantia pode ser bem maior. E para enterrar tem o caixão, flores, preparação do morto, a taxa de sepultamento, fora a manutenção do túmulo. Sem contar que hoje em dia as pessoas não vão muito ao cemitério. Somado a esses fatores a cremação tem a vantagem de ser a alternativa que menos agride o meio ambiente.

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O Roberto, daqui alguns anos!

E se o desejo é dar um destino diferente para o ente querido, o primeiro passo é justamente a cremação. É a partir das cinzas do morto que se pode inventar de tudo. Até para se despedir das cinzas existem alternativas. Se a ideia é jogar ao mar, há uma urna biodegradável especialmente elaborada para a ocasião. Feita de papel machê e coloridas com tintas naturais, a urna em formato de concha é das mais vendidas no litoral. Também há as urnas feitas de areia e gel (hidrossolúvel) e uma feita com fibra de coco que acompanha sementes de árvores nativas com instruções de plantio. Quando uma pessoa é cremada, as cinzas se transformam numa espécie de adubo, rico em cálcio, magnésio, etc..

Não há mesmo limite para as cinzas, nem mesmo o céu. É possível enviá-las ao espaço e ter suas cinzas espargidas na superfície lunar. Outros níveis são o da órbita terrestre, o suborbitário e o espaço profundo. Um serviço oferecido pela Celestis, empresa dos Estados Unidos especializadas em voos espaciais memoriais e que tem parceria com a agência espacial Nasa, pode levar suas cinzas ao espaço e espargi-las na superfície lunar. Ou na órbita terrestre. Parte das cinzas é colocada em uma pequena cápsula e enviada à sede da Celestis nos Estados Unidos. A cápsula permanece lá até o lançamento do foguete que vai levá-la ao seu destino final. Os parentes recebem um convite para o evento, caso desejem participar, mas as despesas de viagem não estão incluídas. Todo o lançamento é gravado em vídeo, que pode ser assistido depois. (more…)

outubro 14, 2014

Grupo Escolar da Vila Alemã, em Rio Claro/SP – atual E.E. Djiliah Camargo de Souza

Se você é leitor do blog já sabe que sou saudosista! Sai dia e entra dia e fico lembrando momentos do passado. Sim, eu vivo o presente! Talvez não como devesse, mas tenho os pés no chão (muitas vezes a cabeça na Lua, em Marte ou nos anéis de Saturno) e penso sim no futuro. Mas falar da infância e relembrar os momentos vividos com meus amigos tem um gostinho de saudade e de certa forma alegra a alma. Adoro o Mário Quintana, O João Paschoalotti, meu amigo de São Carlos sabe disso. Trocávamos cartas, coisa de gente antiga. E tem um pensamento do Quintana que ele me escreveu certa vez e que é tão verdadeiro que não sai do meu pensamento: “O passado não reconhece seu lugar, está sempre presente.”

A segunda pessoa na foto, da esquerda para a Direita, é a Profa. Jair, diretora do antigo Grupo Escolar da Vila Alemã, hoje EE Djiliah Camargo de Souza.

A segunda pessoa na foto, da esquerda para a Direita, é a Profa. Jair, diretora do antigo Grupo Escolar da Vila Alemã, hoje EE Djiliah Camargo de Souza.

E nesses últimos dias “conversei” pelo Facebook com amigos de infância, pessoas que não vejo há anos… Alguns há muitos e muitos anos é bem verdade! Não vou dizer quantos, pois isso me faz parecer mais velho. Eu sei… Estou ficando velho, mas não me sinto assim. No fundo no fundo sei que serei uma eterna criança. Ainda gosto de assistir desenhos do Pica Pau, Zé Colmeia, Tom e Jerry… Quanto os vejo na TV sempre me pego rindo sozinho… (more…)

maio 12, 2014

Educação Financeira nas Escolas – material didático para professores

A Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil) apresentou no último dia 08 durante um seminário, aqui em São Paulo, a Plataforma Aberta, para acesso aos livros do Programa de Educação Financeira nas Escolas. A ferramenta pode ser usada por professores, escolas e organizações da sociedade civil ligadas à educação. Com esse material, os professores poderão desenvolver nos alunos a capacidade de análise crítica sobre o contexto financeiro pessoal e do mundo, ajudando-os a tomar decisões para a compra e o investimento conscientes.

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Ao todo, são nove livros (temas principais) contendo 72 situações didáticas que orientam os professores a aplicarem conceitos financeiros ligados aos conteúdos sociais. Os livros foram usados em um projeto piloto desenvolvido com jovens de 14 a 21 anos do ensino médio, que receberam aulas de educação financeira como parte da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), ligada ao Ministério da Educação (MEC).

Faça o download dos materiais aqui

O projeto foi conduzido em 448 escolas em todo o país e envolveu 27 mil alunos e 1,5 mil professores, que tiveram 16 horas de treinamento. Depois das aulas, uma pesquisa foi feita com mais 550 escolas para identificar as diferenças entre os alunos que receberam aulas de educação financeira e os que não receberam. Segundo a AEF-Brasil, foi constatado que os integrantes do primeiro grupo apresentaram um nível de conhecimento financeiro 7% maior dos que os do segundo grupo. As famílias dos alunos que participaram das aulas tiveram um nível de poupança 1% maior do que antes do curso. (more…)

setembro 7, 2013

Picnic na cidade grande!

Um costume bem europeu e que também vi em minhas passagens aqui por nossos vizinhos da América do Sul (Argentina – Buenos Aires, La Plata, Mendoza… e Chile – Santiago, Viña del Mar…) é o de se reunir em grandes parques para fazer picnics. Essa prática tão gostosa de preparar uma cesta para picnic bem que podia também virar mania aqui no Brasil. Tenho um amigo que nos dois últimos anos, na data de seu aniversário, ou perto dela, chama os amigos para um picnic na Praça Buenos Aires, em Higienópolis. Uma delícia!

Quando criança, em Rio Claro, fazíamos picnics na beira do Ribeirão Claro aproveitando as tardes ensolaradas de domingo. Também o Horto Florestal, atual Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade, era o lugar ideal para eventos como esse.

Que tal aproveitar um final de semana ensolarado para um picnic com os amigos?

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A primeira dica é convidar os amigos! O que acha de reunir antigos amigos de faculdade? E o pessoal do trabalho? Convide todos de quem gosta, afinal, quer coisa mais deliciosa que compartilhar momentos com quem se ama?

Depois disso será a hora de decidir o local. Prefira parques ecológicos, campos abertos, com muitas árvores e flores… Em São Paulo tem o Horto Florestal, na Zona Norte, O Ibirapuera, o Parque da Aclimação, a Praça Buenos Aires, o Parque Ecológico do Tietê, o Jardim Botânico… Enfim, lugar bonito não vai faltar. (more…)

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