A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

agosto 6, 2014

O voto deve ser facultativo ou obrigatório no Brasil?

Novamente está chegando a época de eleição e isso deveria interessar a todos nós. É o futuro de nosso país que está em jogo! Mas, e o voto obrigatório? Ele atrapalha ou ajuda no andamento do estado democrático de direito do nosso País?

O voto obrigatório é adotado no Brasil desde 1932, faz parte do Código Eleitoral de Getúlio Vargas e permanece até hoje. O princípio até que é interessante: todo cidadão poder ter a oportunidade de escolher seus representantes. Mas, tem um porém: o cidadão tem que votar mesmo que não queira. Resultado: vota em qualquer um ou em quem já detém certo poder em uma região ou em quem compra voto.

Eleições

E, por essa obrigatoriedade, devemos ainda dizer que vivemos em uma Democracia? Bem, existem as opções de voto branco e nulo. Mas, mesmo assim será preciso que você “perca tempo indo votar em ninguém”! (more…)

julho 1, 2014

Plano Diretor de São Paulo – como será a cidade até 2030

São Paulo será uma cidade mais compacta, com pessoas vivendo mais próximas de seus trabalhos e mais perto do transporte público, com mais áreas verdes e uma maior quantidade de moradias populares destinadas aos que não conseguem pagar os aluguéis abusivos cobrados na cidade. Tudo isso deve acontecer nos próximos 16 anos, de acordo com as diretrizes do novo Plano Diretor, recém aprovado pelos vereadores, após longos nove meses de discussões.

Acesse o Infográfico da Folha e entenda o Plano Diretor!

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O novo Plano Diretor contempla quais áreas da cidade poderão ganhar quais tipos de construções, quais as alturas máximas dos prédios, quantas vagas de garagem cada apartamento terá, onde estarão as áreas verdes e qual o limite de crescimento da cidade. (more…)

maio 23, 2014

Perfil @aminhaempregada, no Twitter, escancara a doença do preconceito no Brasil

Gosto muito de ler o jornal El País. Seus colunistas são fantásticos e há uma versão on line em português para aqueles que não dominam o Espanhol. Li ontem um texto intrigante – algo mais para a coleção das histórias de discriminação que acontecem em nosso País. Falava de um perfil criado no Twitter e que satiriza a herança escravocrata brasileira sob o codinome @aminhaempregada. A pseudo “brincadeira” toca em um assunto sério, a começar pela inclusão do pronome possessivo “minha” no codinome do perfil virtual, que demonstra um papel de posse de alguém que lhe serve. O autor, que preferiu ficar no anonimato, responde os posts preconceituosos de parte dos brasileiros, que em algum lugar de sua imaginação se acham seres superiores em relação a seus empregados.

empregada

Twitter @aminhaempregada

 “Minha empregada não chega, disse que tá sem ônibus, minha casa tá imunda. Vadia, vem andando!”, diz alguém, nem se importando com a greve de ônibus que deixou São Paulo com 260 km de congetionamento no último dia 20. “Minha empregada é anta, ela tava arrumando meu quarto, tocou quatro vezes o celular e ela nem para me levar e nem avisa!”, diz outra, essa sim, uma anta tuiteira. Chocante, não?

Mais chocante ainda é saber que esse tipo de comentário faz parte do cotidiano do brasileiro, mesmo depois de 126 anos da abolição da escravatura. No caso do perfil @aminhaempregada, alguém apenas decidiu reuni-los, para que pudessem ser “apreciados” em toda sua crueza. Mas, há um lado muito positivo dessa história toda. O perfil no Twitter materializa um preconceito que em sua essência é intangível e que ganha a função de espelho, onde o brasileiro pode se reconhecer como um idiota por adotar atitudes similares aos que estão sendo expostos na rede por seus comentários. (more…)

janeiro 13, 2014

Os filhos da classe C mudarão a cara do Brasil

A classe C é hoje protagonista na sociedade brasileira. São 40 milhões que, saídos da pobreza, constituíram um estrato que está influenciando na própria identidade do país. Os filhos dessas famílias constituídas pelos trabalhadores de mais baixo nível profissional, em sua maioria analfabetos ou quase, são uma novidade tão importante que, segundo Renato Meirelles, diretor do Instituto Data Popular, podem chegar a “mudar a cara do Brasil”.

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Manifestantes durante protesto em Brasília, em junho de 2013. / EVARISTO SÁ (AFP)

Ao contrário de seus pais, que não estudaram, estes jovens já frequentam a escola e sabem mais do que eles. Querem, além disso, continuar sua formação para poder dar um salto social. Serão adultos muito diferentes de seus progenitores, segundo o perfil apresentado no estudo Geração C, feito pelo Data Popular, sobre esses 23 milhões de jovens entre 18 e 30 anos, que recebem salários de até 1.020 reais por mês, e representam 55% dos brasileiros dessa idade. (more…)

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