A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

agosto 27, 2019

Seis hábitos para reduzir o risco de Alzheimer

Seis hábitos para reduzir o risco de Alzheimer
Fonte: EL PAÍS BuenaVida

Os anos se tornam exaustivos para quem tem parentes afetados por alguma demência, e também para os que acham que poderão herdá-la de pais e avós. Porém, os casos geneticamente determinados são minoritários e quase sempre ocorrem em idade precoce (os primeiros sintomas costumam começar antes dos 60 anos, alguns até aos 40). 

No caso da doença de Alzheimer, menos de 1% dos casos são determinados pela hereditariedade. “Isso significa que 99% são casos esporádicos, em que a doença é causada pela interação entre uma predisposição genética e fatores ambientais como o nosso estilo de vida”, explica a porta-voz do Grupo de Estudo de Comportamento e Demências da Sociedade Espanhola de Neurologia, Sagrario Manzano. E isso, até certo ponto, pode ser evitado.

É por isso que os cientistas, ao mesmo tempo que procuram uma cura para a demência, estão investigando o que poderia ser feito para evitá-la, o que é feito de errado para que ocorram tantos casos (a Organização Mundial de Saúde estima 10 milhões de novos diagnósticos anualmente) e como se poderia impedir sua aparição ou, pelo menos, retardá-la o máximo possível.

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junho 14, 2014

Trud – uma imigrante romena de alma brasileira! Parte 2

Em setembro de 2012 escrevi um texto sobre a Trud, minha vizinha romena que vivia aqui, no prédio onde moro. Quando ela e o marido emigraram para Israel, fugindo do regime comunista “até aliança, eu deixei para trás”, lembrava a Trud. Mais tarde, ela e o marido – já falecido e sepultado no cemitério do Butantã –, se instalaram definitivamente em São Paulo.

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Seu nome de batismo é Gertrud Milstein e é nascida na Transilvânia, a “terra do Drácula”, como ela mesmo diz.  Há aproximadamente um ano e meio começou a desenvolver o mal de Alzheimer e atualmente vive no Residencial Israelita na Vila Mariana. 

Hoje fiz uma visita a ela. Como de costume, muito simpática e sorridente, veio me receber no corredor e mostrou o apartamento onde vive. Fiquei contente em vê-la feliz, amada e respeitada por todas as cuidadoras do lugar. Andei com a Trud pelos jardins do lugar e ela me dizia: “veja que lindas as palmeiras e árvores. A natureza é linda!”  As vezes ela lembrava quem sou, as vezes não. Perguntava repetidamente sobre sua mãe e eu dizia: “ela está bem, não se preocupe”. (more…)

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