A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

novembro 10, 2020

Lembranças de infância – o sítio de meus avós!

O sítio Boa Vista pertencia aos meus avós paternos Primo Martini e Virgínia Rosin Calore Martini. Ficava próximo da cidade de Rio Claro/SP, no Distrito de Morro Grande (hoje Ajapi), onde tudo era lindo e cheirava gostoso. Não possuía energia elétrica. A luz da lua cheia era a única luz que tinha nas noites escuras. Na casa, somente lampiões e lamparinas, que deixavam a gente com a parte interna do nariz toda preta por conta da queima do querosene. 
Na frente da casa tinha um barranco e nele um jardim muito bem cuidado pela minha avó, cheinho de rosas, dálias, margaridas. Tinha uns caminhos, que nós chamávamos de trilhos, os quais levavam aos locais mais usuais, como o galinheiro, o paiol, o poço.  

Pedro Cirilo Martini – meu tio

Em frente à porta da cozinha, alguns metros abaixo, ficavam o terreiro, onde secava-se os grãos de café e o paiol, que era um galpão coberto, fechado com madeira, o qual servia para guardar a colheita, sempre cheinho de milho, já seco, usado para alimentar as galinhas.  Tinha também os jacás com batatas, as abóboras e ferramentas.

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setembro 29, 2020

A comida é um reflexo da nossa vida, das nossas relações, da nossa história

Fazer um bolo não é só bater gemas e açúcar, claras, colocar farinha, fermento, manteiga e leite. O jeito de fazer esse bolo, de preparar alimentos, pode mostrar a história de uma família, suas tradições, seus caminhos. O cheiro que vem da cozinha não nos induz apenas que haverá bife com cebolas para o almoço, mas nos remete às idas na casa das nossas avós e tias. O apitar da panela de pressão não nos alerta só que o feijão está pronto. O cheiro nos faz lembrar do tempero especial da mãe, da tia, da avó e todas as lembranças das conversas que já tivemos durante as refeições ou festas de aniversários que habitam nossas memórias mais queridas.

As memórias que eu tenho da cozinha e comidas de minha mãe, tias e avó percorrem todo um universo afetivo registrado próximo a fogões e mesas. Penso que a comida conta muito sobre a nossa própria história e nos ajuda a olhar e a pensar sobre a vida de um jeito especial.

Quem não tem receitas de família guardadas em cadernos ou em folhas de papéis avulsos? Como não preservar as histórias que eles nos revelam? Muitas dessas anotações trazem receitas retiradas das embalagens, das caixas e das latinhas, ou passadas por alguma pessoa conhecida. E tudo isso diz muito sobre nós, sobre a maneira como vivemos e quem somos.

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julho 16, 2020

Mais lembranças de minha infância

A minha infância foi muito próxima do campo.

Nasci em Rio Claro/SP e vivi alguns anos na Fazenda e Haras São José do Morro Grande, próxima ao distrito de Ajapí. Depois mudamos para a cidade. Mas, meus avós paternos e alguns tios, com suas famílias, continuaram no campo. Portanto, desde muito pequeno tive a oportunidade de frequentar o sítio da minha família. Apesar de não ser uma região de grande representatividade agrícola, sítio com afloramentos de piçarras, meus avós e tios sempre tiveram grande contato com a terra e suas atividades, cultivando vegetais e criando animais.

Tio Pedro Cirilo Martini e irmãos, no Fazenda e Haras São José do Morro Grande

Lembro-me claramente das idas à horta de minha avó, descalço, para colher temperos, legumes e frutas, e aos pastos com animais.

Mas, mesmo morando na cidade, sempre tivemos horta e galinheiro em casa.

Isso ficou no passado e a vida dá muitas voltas! Há 20 anos venho me tornando um morador tipicamente paulistano e podendo fazer um interessante comparativo entre os modos de vida rural e urbano. Gosto muito de mexer na terra, de plantar. Isso recarrega minhas energias. E aqui, na selva de pedra, talvez uma das constatações mais evidentes tenha sido de que a percepção sobre o campo é distorcida para quem mora na cidade.

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março 6, 2020

Simplicidade – Osho

Olhe para a imagem da carta que está estampada abaixo. E perceba o quanto ela se expressa por si só, sem ser preciso que falemos muito dela.

Um ser caminha pela natureza colhendo flores e nos remete à sensação do quanto o simples é belo. Tão simples que nos esquecemos de agradecer e contemplar a beleza que existe em pequenos gestos como colher uma flor, remover de um vaso as ervas daninhas, sentir o cheiro da terra ao receber a água que umedece e alimenta o solo.

Simplicidade

Na verdade, não é preciso que nada extraordinário nos aconteça para que haja união e integração dentro do nosso ser. Uma ação feita com amor e carinho pode nutrir profundamente nossa alma.

Vamos ler juntos o que o autor diz à pessoa que tirou esta carta:

“Neste momento, você passa por um período em que esta maneira cordata, natural e extremamente simples de encarar as situações que se apresentam trará resultados muito melhores do que qualquer tentativa de ser brilhante, perspicaz ou, de alguma forma, extraordinário. Deixe de lado toda pretensão de fazer alarde quanto a ter inventado mais alguma coisa útil, ou a vaidade de encantar seus amigos e colegas com seu talento de prima-dona. A contribuição especial que você tem para oferecer neste momento será maior se você encarar as coisas sem resistência e com simplicidade, um passo de cada vez”.

Se a descrição desta carta tocou seu coração e você tem sentido que está difícil ser feliz com pouco e na simplicidade, sugiro que faça este exercício com imagens mentais todos os dias, ao acordar, por 7 dias.

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dezembro 20, 2019

O melhor Natal certamente é aquele que vive na nossa memória

Em minha infância, lá pelos idos dos anos 60 e 70, o Natal, sem sombra de dúvida, tinha um cheiro especial. Os meses de outubro e novembro para mim são inesquecíveis, pois tinha o perfume das flores da jabuticabeira, mangueiras carregadas, com alguns frutos já amadurecendo, as flores em seus mais diversos tons pipocando nos jardins das casas…

E essa profusão de cores e cheiros segue à entrada de dezembro quando os vaga-lumes em seu piscar noturno, nos jardins e terrenos baldios, anunciavam a chegada da data mais esperada do ano. Como no comercial do Bradesco que está sendo exibido essa semana nos canais de TV, os capturávamos e colocávamos em um vidro e depois eram soltos. Era mágico ver aqueles pequenos seres emanando suas luzes.

Dezembro era também a época da grande faxina nas casas: eram lavadas e esfregadas as paredes, janelas e o chão de tijolo. Cada peça da casa era lavada, limpa. Tudo ficava com jeito de novinho. Sim, tudo lavado e esfregado, pois pintar era caro demais. Contavam-se os dias em uma ansiedade angustiante. Todas as semanas a casa passava por uma faxina. Mas, a de Natal era a maior!

O pinheiro de Natal – que era um galho de pinheiro, mas outras tantas um galho seco de qualquer árvore – tinha um ritual especial – seu tamanho era escolhido a dedo, pois tinha que se acomodar no canto da sala. Uma velha lata era preenchida com areia e tijolos velhos para imprimir firmeza e servir de pé, e a grama barba-de-bode que colhíamos nos terrenos baldios fazia o acabamento. Sob a árvore montávamos o presépio que ganhei, salvo engano, da D. Edna de Godoy Nevoeiro, dona da loja de ferragens Casa Nevoeiro, que ficava na Rua 4, esquina da avenida 3, em Rio Claro/SP, meu primeiro emprego formal. Minhas irmãs poderão confirmar essa origem. A gruta de Belém, que acomodava a manjedoura, era feita com uma caixa de papelão, coberta de musgos ou capim seco. Ah, e a cada ano, mesmo em situações de “aperto”, uma nova peça era comprada e incorporada ao “acervo”.

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dezembro 15, 2019

Encontro de 50 anos – alunos da EM Dijiliah Camargo de Souza

Meus amigos da Escola Municial Dijiliah Camargo de Souza, de Rio Claro/SP, turma de 1970: que delícia vê-los nessas fotos! Nesse segundo encontro, muita gente, como é de praxe, não foi. Inclusive eu!

Mas grande parte de nossa turma estava lá, revendo os grandes parceiros da infância e nossas mestras – Sônia Lopes Lanzoni e Meire Custódio, que nos mostraram os bons caminhos a seguir entre os anos de 1967 a 1970, relembrando histórias e diluindo as saudades. Saudade dos amigos, de tudo o que foi vivido, mas principalmente de quem fomos. De nossa versão mais simples, ingênua e até “demodê” aos olhos dos jovens de hoje.

Saudade mesmo do que nem lembrávamos mais – pequenos “causos” que viraram anedotas – mas que os amigos lembram por nós. Daquilo que fazíamos, dos papéis que interpretávamos nas leituras e “descrições” que criávamos quando D. Sônia nos mostrava uma figura a qual tínhamos que descrever, dos apelidos e manias tão singulares.

Nesses encontros testemunhamos a passagem do tempo no rosto e no relato de experiências de cada um.

Por algum tempo esquecemos nossos dramas, a vida lá fora, as dificuldades cotidianas. A vida trouxe nos trouxe cicatrizes sim – visíveis ou não – mas nesses encontros temos a sensação de que o tempo não passou.

De que nesse hiato de 50 anos permanecemos os mesmos, independente dos rumos e feições adquiridos.

Reencontrar amigos significa localizar a nós mesmos, é estarmos alinhados com uma porção de nós que existiu e se diluiu, mas necessita ser (re)ativada de tempos em tempos. É reencontrar nosso referencial, o pedaço de nossa história a partir do qual tudo o mais virou mera comparação e entender que, se algum dia fomos tocados, essa relíquia permanece conosco.

Existe poesia nesses reencontros…

Um encantamento sentido por aqueles que se deixaram cativar. Pois como dizia o poeta: “As coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão”.

E aos amigos do tempo do Grupo Escolar lanço aqui um desafio: deixem registrado nos comentários uma lembrança daquele tempo. Abaixo segue a minha, aquela que está mais latente em minha memória:

– era a primeira semana de aula do 1º ano letivo, e salvo engano o ano era 1967. Naquele dia iríamos ter a visita do Profº Glória, não lembro ao certo se era o Diretor da Escola ou o Supervisor de Ensino Local. Um aluno pediu permissão para a D. Sônia para ir ao banheiro. Ela consultou o garoto se poderia aguardar um pouquinho, pois o Profº Glória estava na sala ao lado e a nossa seria a próxima a ser visita. O garoto disse que sim, que aguardaria. Assim que nosso visitante entrou pela porta da sala, todos nos pusemos em pé, como era de costume. E esse garoto ao levantar urinou nas calças. Coitadinho. Foi motivo de chacota (hoje Bullyng) por vários meses. Algum tempo depois, sempre que nós o encontrávamos na rua ele baixava os olhos, com receio de que iríamos fazer algum tipo de gozação.

Um grande abraço e um beijo em cada um de vocês. Saudades!

Leiam também: Grupo Escolar da Vila Alemã, em Rio Claro/SP – atual E.M. Djiliah Camargo de Souza

novembro 18, 2019

Pão caseiro, pão de mãe

A noite passada sonhei com minha mãe. Ela estava na cozinha de nossa casa sovando a massa do pão.
No final da tarde lembrei do sonho e resolvi fazer pão. Comecei a preparar tudo, separei os ingredientes, sem nenhuma receita – 70% de trigo branco, 30% de trigo sarraceno, aveia, sementes de abóbora, girassol, linhaça, quinoa, ervas de Provence, sal, açúcar, azeite, água, fermento biológico seco.

Tenho o modo de preparo de minha mãe guardado na memória, mas quis inovar e comecei a misturar, sovar, deixei descansar e coloquei para assar.

Assim que ele foi para o forno o perfume de pão fresquinho tomou conta do apartamento, me levou de volta para a infância e pude matar pelo menos um pouco das saudades daqueles momentos que sem dúvida me fizeram amar e apreciar o tempo gasto ao preparar uma receita para quem você ama, exatamente como minha mãe fazia.

setembro 22, 2019

As ervas medicinais e os dons de meu pai como erveiro

Em homenagem ao Dia da Árvore, ao meu pai, e à natureza!

Quem já passou pelo “A Simplicidade das Coisas” conhece minhas origens, a história de minha família, toda ligada com a imigração italiana do final do século XIX e minha identidade e paixão pela natureza, grande parte dela herdada de meu pai, Antonio Martini, que congregava saberes sobre centenas de plantas medicinais. O trabalho com as ervas medicinais tradicionais era um de seus objetivos de vida. Sua história foi registrada desde sempre pelo convívio com as pessoas mais velhas e mais velhos bebendo desses aprendizados nos sítios e fazendas onde nasceu, cresceu e viveu grande parte de sua existência.

Meu pai, Antonio, com o xará dele, o Tony – quando dei esse nome ao cão foi o maior blá-blá-blá lá em casa!

A mais clara lembrança de infância que tenho é de um quintal sempre florido e onde não havia uma flor ou planta que não servisse como remédio. Era uma cultura  tradicional que destacava a importância da aliança entre a ciência e o saber tradicional. Hoje penso que devemos cobrar a maior valorização para os erveiros que tanto contribuem para a saúde e o registro dos saberes ancestrais.

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setembro 19, 2019

Fontaneto d’Agogna – a terra dos Grazioli

MUNICIPALIDADE DE FONTANETO D’AGOGNA

Fontaneto d’Agogna é uma comuna italiana da região do Piemonte, província de Novara, com cerca de 2.741 habitantes. Estende-se por uma área de 21 km², tendo uma densidade populacional de 121 hab/km². Faz fronteira com Borgomanero, Cavaglietto, Cavaglio d’Agogna, Cavallirio, Cressa, Cureggio, Ghemme, Romagnano Sesia, Suno.

Brasão de Fontaneto d”Agogna

Nome dos residentes : Fontanetesi
Número de habitantes : 2741
Altitude : 0 msldm;
Área : 21 km²
Festival do Santo Padroeiro : 15/8/2019
Site oficial Sant’Alessandro : http://www.comune.fontaneto.no.it

HISTÓRIA E TERRITÓRIO

Os primeiros assentamentos remontam, na era neolítica, na Baragge del Monteregio, ao longo das colinas e cursos de água e, na época romana, ao longo dos rios Sizzone e Agogna. O nome de Fontaneto deriva de fontanili. Entre os destaques do lugar temos: a fundação se deu por volta de 908, oriunda de um castro e mosteiro beneditino; o sinodo per la condanna della pataria (movimento contra a corrupção eclesiástica); a construção em 1412 de um novo castelo pelos Visconti que, desde 1524 e por mais de cem anos, foi o epicentro das lutas entre espanhóis e franceses, até sua destruição em 1638 pelos espanhóis e nova reconstrução na segunda metade dos anos 1600. No século XVIII, o território passou para o comando dos Savoy. No século XIX, as propriedades do Visconte chegaram até os ramos da família e várias obras foram realizadas, como o cemitério.
Centro agrícola com muitas fazendas, no século XX, com o desenvolvimento industrial, sua estrutura produtiva e social mudou. Hoje se vê a presença de várias pequenas e médias empresas, algumas das quais também são de importância internacional no setor de alimentos e hidro-termo-sanitários.
Uma vila com áreas montanhosas e de várzea, é atravessada pelas torrentes dos rios Sizzone e Agogna e é rica em muitas nascentes.

PATRIMÔNIO E EMBLEMAS
Na colina fica a Torre del Mirasole datada do século XIX. Na vila, o castelo do século X, redefinido no século 15 e depois restaurado no século 18, cercado por um fosso; ao lado do Oratório dos Santos Fabiano e Sebastiano, reconstruídos no século XVII, está a abadia original em cujas paredes há vários murais. Há muitas igrejas: como a monumental BV Assunta, construída como uma capela do cemitério noa anos Mil e ampliada em nos 1800, com um painel do século XVI de Sperindio Cagnola, uma tela de Tanzio da Varallo e o scurolo neoclássico de Antonelli; a Anunciação reconstruída em 1751, com afrescos de 1516; S. Rocco (1514), com afrescos e um modelo de altar desenhado por Antonelli; S. Martino, já mencionada em 1347 e ampliada em 1800, vinculada ao culto da água por conta de uma fonte próxima.
É um município que faz parte da Reserva Naturale delle Baragge.
Fontaneto d’Agogna está incluída nos itinerários temáticos: arqueológicos, castelos, palácios, vilas e jardins históricos do século XVII na área de Novara, Antonelliani, com passeios a pé pelas colinas de Novara, trilhas da R Reserva Naturale delle Baragge, com pontos de observação de aves.
Os alimentos e vinhos produzidos na região incluem gorgonzola, mel, ensopados, tapulon, frituras, batatas da vinha e a produção de vinhos da linha Colline Novaresi DOC. No início do verão, acontece o tradicional festival de “Fontaneto Arte Sapori”.

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agosto 28, 2019

7 dicas preciosas para ter uma mente saudável e feliz

7 dicas preciosas para ter uma mente saudável e feliz
 Fonte: Thaís Garcez – Revista Seleções

Ao que se constata, a boa saúde pode ou não nos fazer felizes, mas a felicidade sem dúvida contribui enormemente para uma vida e mente saudável. Pesquisas já mostraram, e a conexão “mente-corpo” é irrefutável: os pensamentos e as emoções afetam de forma considerável o bem-estar físico.

Em determinado dia, tendemos a ter um monte de emoções e humores. Conceitos como alegria, propósito e autoestima são muito complicados para serem reduzidos a um simples “Você está feliz?”. Porém, pesquisadores têm identificado as atitudes específicas, as escolhas de estilo de vida e as características pessoais que melhor contribuem para a felicidade e a vida longa e saudável.

1. A importância da autoestima

Muitos fatores – a genética, o alimento consumido, o ambiente, a atividade física, a doença, o sono e até as estações do ano – influenciam o estado emocional. Mas, no cerne disso tudo, está como nos enxergamos. Se você tiver um nível saudável de autoestima, não só conseguirá lidar com as mudanças da vida melhor como provavelmente será mais contente, além de confiante e bem-sucedido. Talvez seja mais saudável também. Estudos mostram que a autoestima mais elevada pode, na verdade, ajudar a proteger as pessoas contra a depressão e a ansiedade; condições que podem impor maior risco de tudo, desde resfriados e vírus até osteoporose e doença cardíaca.

2. Ame a vida

Além de alimentar a mente e nutrir o humor, não há maneira mais segura de conter o relógio biológico do que manter a vitalidade. Dizer sim à vida – mantendo o coração, a mente e a alma ocupados – é a melhor prescrição para se ter um espírito rejuvenescido. Portanto, se você optar por ser feliz, também estará propenso à saúde. Inclusive, pessoas felizes ficam menos doentes e se recuperam mais rápido. O otimismo, aliás, tem sido relacionado a defesas imunológicas mais fortes.

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