A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

abril 28, 2020

Quando a pandemia do COVID-19 terminará?

Atenção: as estimativas de datas finais são baseadas em dados estritamente para fins educacionais e de pesquisa e podem conter erros!

Fonte: https://ddi.sutd.edu.sg/

Baseado em dados até 28/04/2020

O site ancorado nesse link fornece monitoramento preditivo e contínuo da manifestação do COVID-19 pelo mundo, levando em conta o monitoramento de casos confirmados. O modelo SIR (suscetível infectado-recuperado) busca informações nos dados já divulgados de diferentes países para estimar as curvas do ciclo de vida da pandemia e prever quando a ela poderá terminar nos países e no mundo. Tudo baseado em dados estatísticos. Como as informações mudam rapidamente, os monitoramentos preditivos são atualizados diariamente com os dados mais recentes. A motivação, teoria, método e cautela estão registrados neste artigo .

* Isenção de responsabilidade: os organizadores do site deixam claro que o conteúdo dele é estritamente para fins educacionais e de pesquisa e pode conter erros. O modelo empregado e os dados são imprecisos para as realidades complexas, em evolução e heterogêneas nos diferentes países. Portanto, as previsões são incertas por natureza. 

Baseado em dados até 28/04/2020

O site alerta que os leitores devem tomar quaisquer previsões com cautela. O otimismo excessivo baseado em algumas datas de término previstas é perigoso, pois pode afrouxar nossas disciplinas e controles e causar a reinfestação do vírus e da infecção, portanto deve ser evitado.

Baseado em dados até 28/04/2020

março 18, 2020

O novo Coronavírus requer Ética da parte de cada um de nós!

Há muitas perguntas que povoam nossa cabeça nesse momento de pandemia do Novo Coronavírus. Vou mesmo ficar em casa todo o dia? Vou comprar mais comida no supermercado? Público ou não a minha opinião nas redes sociais? Participo ou não das manifestações que estão sendo marcadas, como bater panelas na janela às 22h00? Posso confiar nas decisões das autoridades? Confio ou não nos vídeos e “textões” que insistentemente recebo em minhas redes sociais? Nesta altura de pandemia em que precisamos tomar decisões individuais com impacto importante na sociedade, como vamos conseguir lidar com a complexidade, a incerteza e a necessidade de ação coletiva? Coletiva sim! Você não pode pensar somente em seu próprio umbigo! Não é fácil, a nível individual, compreender como agir. Será que a ética pode nos ajudar a decidir no que fazer?

No atual momento precisamos pensar de forma estruturada em como agir. Fazemos muitas coisas no piloto automático, julgamos muito os outros e achamos e opinamos sobre muitas coisas sem o necessário conhecimento. A pandemia – esta epidemia que ocorre em todo mundo e ao mesmo tempo – exige mais de nós. Exige exercícios de reflexão, de introspeção, de fazermos valer os nossos valores éticos. Exige, acima de tudo, responsabilidade, e exige que sejamos construtivos.

Pense no coletivo! Se todos saírem às compras, fazendo estoque de comida, isso é bom? Claro que não! E a sua resposta para esse questionamento te fará pensar se deve ou não fazê-lo.

Foque-se no contexto e nas consequências. O que acontecerá se eu não seguir as instruções sobre a quarentena? Se a sua resposta for uma maior probabilidade de apanhar o vírus ou contagiar alguém – e vai ser – tente ficar o máximo possível em sua casa!

Exercite suas virtudes! Tão importante em responder sobre o que você deve fazer é se perguntar como você quer ser. Que tipo de pessoa você quer ser nesse contexto de pandemia?

Nem sempre há respostas absolutamente certas ou erradas, mas ao menos você conseguirá ser uma pessoa mais consciente e informada. Sempre questione o universalismo dos seus atos ou nas suas consequências ou em pensar que tipo de pessoa quer ser. Ou melhor ainda, pense em todos esses questionamentos. Suas respostas poderão não coincidir, pois o pluralismo ético faz parte da vida real. O essencial é você conseguir fundamentar-se em algo e argumentar de forma coerente o que decidir, principalmente quando estamos, como no momento que ora vivemos, em contextos novos, complexos, difíceis e que nos deixa cheio de dúvidas.

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janeiro 21, 2020

A revolução da horta caseira

Enquanto os alimentos orgânicos não chegam à mesa de todos uma alternativa é plantá-los em casa.
Até 50 anos atrás, muita gente tinha a sua horta no quintal e a verdura para a salada ou o legume para sopa estavam sempre fresquinhos. Quando eu era uma criança, em Rio Claro/SP, tínhamos a nossa própria horta. Mas as cidades cresceram e a revolução que aumentou a produção no campo se estabeleceu, consequentemente caiu a qualidade dos alimentos.
Para nossa felicidade a internet está cheia de ideias, cursos, e inspirações para nos ajudar a começar a cultivar nossos alimentos e transformar o o meio em que vivemos.
Com apenas quinze minutos é possível assistir ao documentário “A revolução da horta caseira” e mudar totalmente de posição frente ao sentimento de impotência que sentimos com relação à sociedade violenta atual. Em “A Revolução da Horta Caseira” a família Dervaes mostra como conseguiu revolucionar sua comunidade com um simples ato: plantar sua própria comida. E ela não fez isso em algum sítio em um interior distante, mas no meio da cidade de Pasadena, Califórnia, em uma pequena casa, contendo um quintal de concreto.


No início, uma típica casa norte-americana oferecia um jardim com grama e blocos de cimento pelo chão, mas a família resolveu reformar com as próprias mãos o local, retirar a grama e plantar alimentos. Aproveitando cada espaço, eles construíram até mesmo hortas verticais e a produção de vegetais foi tamanha que a família hoje vende o excedente para restaurantes orgânicos, como forma de obter alguns poucos alimentos que não produz como arroz, trigo, aveia, açúcar e óleo. Além disso, a família Dervaes foi além: como viver em uma sociedade que abusa da natureza e destrói tudo que toca? Bem, eles resolveram colocar a mão na massa e produzir a própria energia elétrica a partir de óleo de cozinha usado pelos restaurantes orgânicos próximos de sua comunidade. Com o biodiesel à postos, eles ainda criaram um chuveiro solar com água filtrada por plantas, um forno solar, que utiliza da energia do sol para cozinhar e outro forno de barro. Por fim, eles ainda se beneficiam de painéis solares.
Atualmente, a comunidade toda se voltou para o belo jardim horta dos Dervaes e iniciativas de educação ambiental e feiras ecológicas são organizadas pela comunidade urbana para dispersar estes ideais para outros bairros e entre as crianças. De fato, esta iniciativa que dura mais de dez anos proveio apenas do ato desta família de resolver mudar a si mesmos.
É fato que parece impossível conseguir frear os impulsos de grandes poderosos com apenas algumas mãos, mas este incrível documentário mostra que a mudança é viável e nossa maior arma é a potencialidade de dizer basta e mudar de rumos. Como diz o pai Dervaes, o maior ato de revolução começa na horta. Mão à obra então!

Fonte: https://jardimdomundo.com/

janeiro 14, 2020

13 prédios icônicos do Centro de São Paulo para você visitar

Sabe aquele dia que você quer passear, mas não quer gastar muito?

E se a gente te contar que pode visitar diversos prédios históricos da capital, chegar de metrô e andar entre um e outro a pé, em caminhadas de poucos minutos. Vários desses prédios abrigam hoje centros culturais, com programação de excelente qualidade, muitas vezes de graça ou pagando muito pouco. E em alguns deles você ainda pode ter vistas incríveis da cidade. Dá uma olhada nas nossas opções para aproveitar o que o Centro de São Paulo tem de melhor. E anote as dicas de transporte para se locomover sem estresse.

1. CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil

Bem no coração da história de São Paulo, fica este belíssimo edifício de 1901 com mais de quatro mil metros quadrados e quatro andares. O espaço abriga shows, teatro, exposições, cinema e outras manifestações artísticas. Sempre tem alguma programação rolando e as exposições são sempre excelentes – e gratuitas. No andar térreo há um café aconchegante e uma loja com artigos culturais, e no terceiro andar um restaurante.

CCBB Centro SP

Rua Álvares Penteado, 112
De quarta a segunda, das 9h às 21h
Terças é fechado
Telefone: (11) 3113 3651

COMO CHEGAR: Desça na estação Sé do metrô (linha vermelha) e ande em direção à Rua Quinze de Novembro, depois vire à esquerda na Rua da Quitanda.

2. Farol Santander

O prédio mais alto do país está de cara nova! Inaugurado no aniversário de São Paulo de 2018, o edifício de 35 andares hoje oferece exposições temporárias de arte contemporânea e uma instalação contando a história do prédio e da cidade. Tem ainda uma pista de skate e um café no mirante, com vista para a cidade. É preciso comprar ingresso pela internet, por este link.

Farol Santander Centro SP

R. João Brícola, 24
De terça a sábado, das 9h às 20h
Domingo das 9h às 19h
Segunda é fechado
Telefone: (11) 3553-5627

COMO CHEGAR: Desça na estação São Bento do metrô (linha azul), ande na direção da Rua Boa Vista e chegue a Rua João Brícola.

3. Bolsa de Valores

O coração financeiro de São Paulo está aberto ao público e dá a oportunidade para que você conheça como funciona um mercado de ações. Além da imponência do prédio, é possível fazer uma visita guiada e entender como funciona o mercado de ações de uma das maiores bolsas do mundo.

Bolsa de Valores Centro SP

R. Quinze de Novembro, 275
Segunda a sexta, das 9h às 17h
Sábados e domingos é fechado
Telefone: (11) 2565-4000

COMO CHEGAR: Desça na estação São Bento do metrô (linha azul), ande na direção da Rua João Brícola. Agora é só ir em direção a Rua Quinze de Novembro.

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janeiro 5, 2020

O Dia dos Reis Magos e a bruxa Befana, na Itália!

Na Itália, as festas de fim de ano acabam somente no dia 6 de janeiro, cuja data é a mais aguardada pelas crianças. Esta é a celebração mais alegre da época, dia de uma bruxa boa chamada Befana.  A bordo da sua vassoura voadora, a Befana entrega doces aos bons meninos. Aos rebeldes, carvão no lugar de presentes.  Algumas lojas vendem doces de nome “carbone” (carvão), que realmente se parecem com carvões.

Uma das coisas interessantes em viajar é conhecer novas culturas. O que também pode ser alcançado através de leituras, é claro. E ao contrário do que muita gente pode pensar, as festas de fim de ano não são iguais em todos os lugares não.

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Na Europa, de um modo geral, as pessoas não dão muita importância para noite do dia 24 de dezembro, véspera de Natal. Na Itália, se come modestamente, não se pode comer carne, assim como na Páscoa, e esse ritual que é bem intimo recebe o nome de vigília. E a meia noite, as pessoas vão para missa. Nada além disso. Terminada a missa, voltam pra casa. Árvore de Natal tem, mas eles gostam mesmo é de montar presépios. Acho que é por isso que em minha família, totalmente de descendência italiana – e em minha infância – a noite de Natal nunca foi igual aquela dos meus vizinhos. Nunca tivemos a tradição de trocar presentes. E até pouco tempo atrás associava isso a infância pobre que tive.  (more…)

dezembro 20, 2019

O melhor Natal certamente é aquele que vive na nossa memória

Em minha infância, lá pelos idos dos anos 60 e 70, o Natal, sem sombra de dúvida, tinha um cheiro especial. Os meses de outubro e novembro para mim são inesquecíveis, pois tinha o perfume das flores da jabuticabeira, mangueiras carregadas, com alguns frutos já amadurecendo, as flores em seus mais diversos tons pipocando nos jardins das casas…

E essa profusão de cores e cheiros segue à entrada de dezembro quando os vaga-lumes em seu piscar noturno, nos jardins e terrenos baldios, anunciavam a chegada da data mais esperada do ano. Como no comercial do Bradesco que está sendo exibido essa semana nos canais de TV, os capturávamos e colocávamos em um vidro e depois eram soltos. Era mágico ver aqueles pequenos seres emanando suas luzes.

Dezembro era também a época da grande faxina nas casas: eram lavadas e esfregadas as paredes, janelas e o chão de tijolo. Cada peça da casa era lavada, limpa. Tudo ficava com jeito de novinho. Sim, tudo lavado e esfregado, pois pintar era caro demais. Contavam-se os dias em uma ansiedade angustiante. Todas as semanas a casa passava por uma faxina. Mas, a de Natal era a maior!

O pinheiro de Natal – que era um galho de pinheiro, mas outras tantas um galho seco de qualquer árvore – tinha um ritual especial – seu tamanho era escolhido a dedo, pois tinha que se acomodar no canto da sala. Uma velha lata era preenchida com areia e tijolos velhos para imprimir firmeza e servir de pé, e a grama barba-de-bode que colhíamos nos terrenos baldios fazia o acabamento. Sob a árvore montávamos o presépio que ganhei, salvo engano, da D. Edna de Godoy Nevoeiro, dona da loja de ferragens Casa Nevoeiro, que ficava na Rua 4, esquina da avenida 3, em Rio Claro/SP, meu primeiro emprego formal. Minhas irmãs poderão confirmar essa origem. A gruta de Belém, que acomodava a manjedoura, era feita com uma caixa de papelão, coberta de musgos ou capim seco. Ah, e a cada ano, mesmo em situações de “aperto”, uma nova peça era comprada e incorporada ao “acervo”.

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novembro 26, 2019

Curso Online “Criança em paz: meditação do coração”

Fonte: Visão Futuro

Como a meditação infantil transformou a vida de professores e alunos.

O programa Transforma Escola, idealizado pela Dra. Susan Andrews e desenvolvido pelo Instituto Visão Futuro para Facilitadores que buscam espalhar o bem-estar na educação, foi aplicado para professores do ensino fundamental na cidade de Tabapuã, São Paulo.

O objetivo desse programa era ajudar os professores e reconhecê-los como profissionais que têm uma grande responsabilidade de educar, mas estão sobrecarregados e estressados com todas as demandas da profissão. 

No decorrer do programa foram ensinadas aos professores técnicas de relaxamento, respiração profunda, escuta empática, bem como a forma ideal deles mostraram às crianças na sala de aula como reconhecerem suas emoções e se acalmarem através da respiração profunda e da meditação.

O resultado foi surpreendente! 

Professores relataram que melhoraram significativamente sua capacidade de entender os desafios e necessidades dos alunos, o que resultou em uma conexão maior entre professor-alunos.

Além do mais, os alunos também estavam mais calmos e concentrados por aplicar as técnicas de meditação. 

Segundo Eduardo, de 8 anos, um dos alunos da escola: “A classe fica muito calma” (durante e após as práticas de meditação).

E ele continua:

“Eu já estava tentando tirar 10 em matemática há muito tempo, mas o máximo que consegui foi 9,5. Depois que comecei a meditar, finalmente consegui tirar o meu 10!”.

Transforme também a vida de suas crianças preenchendo-as com mais alegria, paz e autocontrole, praticando os exercícios do curso online “Criança em Paz – Meditação do Coração”.

Esse curso foi desenvolvido pela Dra. Susan Andrews, do Instituto Visão Futuro, para promover a harmonia na escola e na família, ajudando as crianças a meditarem e a terem uma mente em paz.

A criança que fizer este curso certamente irá potencializar seu desenvolvimento, vai aumentar sua aprendizagem, fortalecer sua saúde, e sentir mais alegria e amor no coração!

Pesquisadores e estudiosos de diversas partes do mundo estão descobrindo que uma ciência antiga e milenar, quando aplicada na vida das crianças, tem um poder transformador.

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outubro 30, 2019

Aplicativo “Olho na Escola”

Fonte: Tribunal de Contas do estado de São Paulo

Lançado no último dia 11 de outubro pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), o aplicativo ‘Olho na Escola’ alcançou, em menos de uma semana, a marca de 1.530 downloads. Somente nos três primeiros dias após o lançamento, o aplicativo teve mais de 1.000 downloads de usuários interessados na interface.

A ferramenta é um canal hábil que contribui para a melhoria da qualidade da Educação em mais de 14 mil escolas da rede pública do Estado de São Paulo – 3.620 estaduais, 10.534 municipais, num total de 14.159 unidades de ensino cadastradas até o momento, exceto as da Capital paulista.

O ‘Olho na Escola’ oferece a pais, alunos, professores, diretores e funcionários de escolas, assim como toda a população, a oportunidade para que enviem sugestões, elogios e reclamações sobre uma ou mais unidades escolares. 

“O aplicativo, além de buscar melhorias no ensino público e integrar a comunidade escolar, tem como proposta incentivar o controle social”, destacou o Presidente do TCE, Conselheiro Antonio Roque Citadini.
Além de desenvolver o aplicativo, a Corte de Contas paulista também realiza o acompanhamento de todos os casos. Os Conselheiros, relatores dos processos de prestações de contas das Prefeituras e da Secretaria Estadual da Educação receberão relatórios que servirão de subsídio para o julgamento anual das contas municipais. 

. Como funciona?

As mensagens – que possibilitam a inclusão de vídeos e fotos – serão visualizadas pelo gestor responsável pela unidade escolar, podendo o solicitante acompanhar o seu andamento, desde a ciência do Diretor da Escola até a respectiva solução.

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outubro 14, 2019

Brasil, quando imigrantes italianos substituíram escravos: viagem ao centro de acolhimento em São Paulo

A cidade de São Paulo, no Brasil, é a maior metrópole do hemisfério sul. Além disso, é também o centro econômico mais desenvolvido do hemisfério sul, além de ser a estrela guia da América Latina. Uma megalópole que tem mais de doze milhões de habitantes apenas na área urbana. 

No entanto, há apenas 150 anos, São Paulo era uma cidade pequena. “A chegada de uma grande quantidade de imigrantes mudou e moldou a cidade”, diz Angélica Beghini, historiadora à frente da equipe de pesquisa do Museu de Imigração do Estado de São Paulo. A maioria desses imigrantes era de nacionalidade italiana. 

Eles desembarcaram no porto de Santos e chegaram ao centro de recepção diretamente de trem. Antes do embarque, muitos já haviam assinado um contrato de trabalho aqui. Após a abolição da escravidão, o governo brasileiro organizou uma grande máquina de propaganda para atrair nova mão-de-obra para substituir os escravos. Os novos trabalhadores tinham que ser preferencialmente brancos e europeus, de modo que o “recrutamento” já estava começando do outro lado do hemisfério “, segundo Angélica. 

Os italianos chegaram em massa em São Paulo, tanto que hoje, mais ou menos, um em cada três paulistas tem origem italiana. Sua chegada moldou a cidade não apenas do ponto de vista econômico, mas também do ponto de vista sociocultural, reduzindo o crescimento do centro mais importante do hemisfério sul. 

Vídeo Por Mario Di Ciommo, do repubblica.it

setembro 30, 2019

Programa SP Amigo do Idoso: o que é

Fonte: http://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/portal.php/programas_spamigodoidoso

No Estado de São Paulo a transformação na estrutura etária populacional já é uma realidade. Hoje a população idosa representa 13,19% da população total (cerca de 5,6 milhões de pessoas), segundo dados de 2015 da Fundação SEADE – Fundação Sistema Estadual de Análises de Dados. Em algumas regiões, os índices de envelhecimento são bastante elevados como as regiões Noroeste, Baixada Santista e Grande São Paulo.

Para enfrentar esse desafio, o Governo do Estado de São Paulo instituiu pelo Decreto nº 58.047 de 15 de maio de 2012, o Programa que desenvolve ações intersecretariais baseadas no conceito do envelhecimento ativo da Organização Mundial de Saúde distribuídas em quatro eixos: proteção, educação, saúde e participação da população idosa do Estado.

Como funciona

– São 11 Secretarias de Estado envolvidas e o Fundo Social de São Paulo, sob a coordenação da Secretaria de Desenvolvimento Social.

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