A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

abril 8, 2020

Curiosidades sobre o Imposto de Renda no Brasil

  1. Introdução

2. Presidente da República e políticos com alíquota maior no imposto
3. Fiscalização proibida de solicitar livros de contabilidade dos contribuintes
4. Isenção para os rendimentos da primeira profissão
5. Uma dedução que existe ininterruptamente desde 1926
6. Na declaração em separado, só o marido pode considerar filho como dependente
7. Imunidade para rendimentos de escritor, jornalista e professor
8. Governo torna sem efeito decisão do Supremo Tribunal Federal
9. Imposto de renda do solteiro
10. Mulher não podia fiscalizar imposto de renda
11. Maiores rendimentos sem desconto na fonte
12. Conferentes de Alfândega
13. O Leão ruge pela primeira vez
14. Uma Declaração de Bens nos mínimos detalhes
15. Primeira lei ecológica do imposto de renda
16. Leis que foram personalizadas
17. Declaração por Computador
18. Carnê-Leão

As primeiras legislações que trataram sobre o imposto de renda no Brasil e os assuntos relacionados serão demonstrados a seguir de modo a expor, quando iniciou-se cada cenário do contribuinte brasileiro:
21/10/1843 – Lei n° 317 – Aplicada a vencimentos recebidos dos cofres públicos;

04/09/1924 – Decreto n° 16.581 – Primeiro Regulamento do Imposto de Renda após sua instituição;

29/11/1954 – Lei n° 2.354 – Instituiu o desconto na fonte, sobre rendimentos auferidos de trabalho;

Entre 1963 a 1965 – Maior alíquota aplicada da tabela progressiva, podendo chegar até a 65%;

30/11/1964 – Criação do CGC

30/12/1968 – Decreto-lei n° 401 – Criação do CPF

Exercício 1968, ano-calendário 1967 – Primeiro processamento eletrônico do IR

23/10/1979 – Decreto-lei n° 1.705 – Instituição do Carnê-leão

1985 – Maior participação do Imposto de Renda na Receita Tributária da União (sem considerar Receita Previdenciária) com 57,3%.

Exercício 1991, ano-calendário 1990 – 1º programa para preenchimento de declaração de IRPF e IRPJ em computador.

1997 – 1° programa Receitanet

Presidente da República e políticos com alíquota maior no imposto

A preocupação em obter recursos para o Tesouro era tão grande que a Lei nº 2.919 de 31 de dezembro de 1914, que orçou a Receita Geral da República dos Estados Unidos do Brasil para o exercício de 1915, estabeleceu imposto sobre vencimentos, ordenados etc em que o Presidente da República, senadores, deputados e ministros de Estado tinham alíquota mais elevada. A proposta do imposto sobre vencimentos era tão abrangente que ninguém devia escapar da contribuição.
Sobre as quantias que fossem efetivamente recebidas em cada mês por qualquer pessoa civil ou militar que percebessem vencimentos, ordenados, soldo, diária, representação, gratificação de qualquer natureza, porcentagens, quotas, pensões graciosas ou de inatividade, reforma, jubilação, aposentadoria, disponibilidade, ou qualquer outro título pela prestação de serviços pessoais, era cobrado o seguinte imposto:

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janeiro 23, 2020

Prefeitura de São Paulo inicia projeto-piloto de visitação aos parques naturais

Serão 05 unidades de conservação, sendo quatro na zona sul e uma na zona leste. São elas: o Parque Natural Municipal Itaim, Parque Natural Municipal Bororé, Parque Natural Municipal Jaceguava, Parque Natural Municipal Varginha, na zona sul, e o Parque Natural Municipal Fazenda do Carmo, na zona leste. São áreas gigantescas – o tamanho do Parque Natural Municipal Itaim equivale a quase 500 campos de futebol, e as cinco unidades juntas somam mais de 2 mil hectares!


A Divisão de Gestão das Unidades de Conservação (DGUC) da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) iniciará em janeiro de 2020 um projeto inédito de visitação piloto aos Parques Naturais Municipais (PMNs), até então visitados exclusivamente mediante agendamento prévio. A atividade terá início no dia 14 de janeiro, com o PNM Itaim, contemplando quatro PNM da região sul. No dia 4 de fevereiro, entra na agenda o PNM Fazenda do Carmo, na zona leste, com visita sempre às terças-feiras.

O objetivo é oferecer à população a possibilidade de visitar áreas com a presença de remanescentes de Mata Atlântica, realizando trilhas e participando de outras atividades educativas voltadas à sensibilização para a conservação da biodiversidade. O projeto contempla quatro parques naturais em janeiro (Itaim, Jaceguava, Varginha e Bororé) e mais um em fevereiro (Fazenda do Carmo), sempre prevendo um dia da semana para cada espaço.

Piloto
A primeira visita monitorada está prevista para o dia 14 de janeiro, uma terça-feira, às 10h, no PNM Itaim, região sul de São Paulo – cada parque terá seu dia fixo de visitação, conforme a agenda/quadro abaixo. Para surpreender o visitante, em cada um deles foi implantada uma trilha, de acordo com suas características físicas, capacidade (número de visitantes simultâneos) e grau de dificuldade. Técnicos do Herbário Municipal e da Divisão da Fauna Silvestre contribuíram para identificar a vegetação e os animais que podem ser avistados ao longo das trilhas, definindo assim seus atrativos. Como a visita será monitorada, as informações complementares serão fornecidas ao longo da caminhada.

Mas as atrações vão além do que os olhos podem definir. Em números, os Parques Naturais Municipais da zona sul possuem mais de 1500ha de remanescentes de Mata Atlântica. Os parques atualmente contam com gestores e equipes terceirizadas de manejo e vigilância. 

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janeiro 14, 2020

13 prédios icônicos do Centro de São Paulo para você visitar

Sabe aquele dia que você quer passear, mas não quer gastar muito?

E se a gente te contar que pode visitar diversos prédios históricos da capital, chegar de metrô e andar entre um e outro a pé, em caminhadas de poucos minutos. Vários desses prédios abrigam hoje centros culturais, com programação de excelente qualidade, muitas vezes de graça ou pagando muito pouco. E em alguns deles você ainda pode ter vistas incríveis da cidade. Dá uma olhada nas nossas opções para aproveitar o que o Centro de São Paulo tem de melhor. E anote as dicas de transporte para se locomover sem estresse.

1. CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil

Bem no coração da história de São Paulo, fica este belíssimo edifício de 1901 com mais de quatro mil metros quadrados e quatro andares. O espaço abriga shows, teatro, exposições, cinema e outras manifestações artísticas. Sempre tem alguma programação rolando e as exposições são sempre excelentes – e gratuitas. No andar térreo há um café aconchegante e uma loja com artigos culturais, e no terceiro andar um restaurante.

CCBB Centro SP

Rua Álvares Penteado, 112
De quarta a segunda, das 9h às 21h
Terças é fechado
Telefone: (11) 3113 3651

COMO CHEGAR: Desça na estação Sé do metrô (linha vermelha) e ande em direção à Rua Quinze de Novembro, depois vire à esquerda na Rua da Quitanda.

2. Farol Santander

O prédio mais alto do país está de cara nova! Inaugurado no aniversário de São Paulo de 2018, o edifício de 35 andares hoje oferece exposições temporárias de arte contemporânea e uma instalação contando a história do prédio e da cidade. Tem ainda uma pista de skate e um café no mirante, com vista para a cidade. É preciso comprar ingresso pela internet, por este link.

Farol Santander Centro SP

R. João Brícola, 24
De terça a sábado, das 9h às 20h
Domingo das 9h às 19h
Segunda é fechado
Telefone: (11) 3553-5627

COMO CHEGAR: Desça na estação São Bento do metrô (linha azul), ande na direção da Rua Boa Vista e chegue a Rua João Brícola.

3. Bolsa de Valores

O coração financeiro de São Paulo está aberto ao público e dá a oportunidade para que você conheça como funciona um mercado de ações. Além da imponência do prédio, é possível fazer uma visita guiada e entender como funciona o mercado de ações de uma das maiores bolsas do mundo.

Bolsa de Valores Centro SP

R. Quinze de Novembro, 275
Segunda a sexta, das 9h às 17h
Sábados e domingos é fechado
Telefone: (11) 2565-4000

COMO CHEGAR: Desça na estação São Bento do metrô (linha azul), ande na direção da Rua João Brícola. Agora é só ir em direção a Rua Quinze de Novembro.

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janeiro 5, 2020

A tradição do dia de Reis, na Espanha

O dia 6 de janeiro é o dia mais aguardado pelas crianças espanholas, e também pelos mais crescidos. Sim, é neste dia que se abrem os presentes de natal! O “Día de los Reyes Magos” é uma das festas mais populares da tradição cristã em Espanha, que assinala a visita dos três reis magos ao menino Jesus e também o final do período de Natal. O dia é celebrado um pouco por todo o mundo, mas na Espanha tem um significado especial.

Entrega de presentes

A entrega de presentes neste dia é a tradição espanhola mais conhecida. O costume tem o propósito de replicar o gesto dos reis magos que, quando visitaram o menino Jesus, ofereceram ouro, incenso e mirra. No dia 6 de janeiro pela manhã, as crianças abrem os seus presentes, oferecidos com o objetivo de manter viva esta tradição.

Cartas aos reis magos

Associada ao Dia de Reis está outra tradição: em vez de enviarem cartas ao Papai Noel, as crianças espanholas enviam cartas aos reis magos com os seus pedidos de presentes para receberem no dia 6 de janeiro. As cartas são normalmente redigidas na véspera da celebração, no dia 5 de janeiro, e amarradas em balões de cores que são largados no céu, levando os desejos das crianças.

“Rosca de reyes” com chocolate quente

Comer “roscón” ou “rosca de reyes” acompanhada de um chocolate quente é outra das tradições célebres na Espanha associadas a esta festividade, que remonta à Idade Média e simboliza paz, amor e esperança, além de fortalecer a convivência familiar. A forma circular do “roscón” representa o amor eterno de Deus e a coroa do rei, enquanto as frutas decorativas representam as distrações do mundo.


O mais legal é que dentro da rosca vem duas surpresas. Ao comer, quem encontrar uma figurinha terá sorte por todo o ano. E quem encontrar uma fava pagará o Roscón. Gostou dessa tradição? A Espanha é um país com muitas curiosidades a descobrir.

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dezembro 20, 2019

O melhor Natal certamente é aquele que vive na nossa memória

Em minha infância, lá pelos idos dos anos 60 e 70, o Natal, sem sombra de dúvida, tinha um cheiro especial. Os meses de outubro e novembro para mim são inesquecíveis, pois tinha o perfume das flores da jabuticabeira, mangueiras carregadas, com alguns frutos já amadurecendo, as flores em seus mais diversos tons pipocando nos jardins das casas…

E essa profusão de cores e cheiros segue à entrada de dezembro quando os vaga-lumes em seu piscar noturno, nos jardins e terrenos baldios, anunciavam a chegada da data mais esperada do ano. Como no comercial do Bradesco que está sendo exibido essa semana nos canais de TV, os capturávamos e colocávamos em um vidro e depois eram soltos. Era mágico ver aqueles pequenos seres emanando suas luzes.

Dezembro era também a época da grande faxina nas casas: eram lavadas e esfregadas as paredes, janelas e o chão de tijolo. Cada peça da casa era lavada, limpa. Tudo ficava com jeito de novinho. Sim, tudo lavado e esfregado, pois pintar era caro demais. Contavam-se os dias em uma ansiedade angustiante. Todas as semanas a casa passava por uma faxina. Mas, a de Natal era a maior!

O pinheiro de Natal – que era um galho de pinheiro, mas outras tantas um galho seco de qualquer árvore – tinha um ritual especial – seu tamanho era escolhido a dedo, pois tinha que se acomodar no canto da sala. Uma velha lata era preenchida com areia e tijolos velhos para imprimir firmeza e servir de pé, e a grama barba-de-bode que colhíamos nos terrenos baldios fazia o acabamento. Sob a árvore montávamos o presépio que ganhei, salvo engano, da D. Edna de Godoy Nevoeiro, dona da loja de ferragens Casa Nevoeiro, que ficava na Rua 4, esquina da avenida 3, em Rio Claro/SP, meu primeiro emprego formal. Minhas irmãs poderão confirmar essa origem. A gruta de Belém, que acomodava a manjedoura, era feita com uma caixa de papelão, coberta de musgos ou capim seco. Ah, e a cada ano, mesmo em situações de “aperto”, uma nova peça era comprada e incorporada ao “acervo”.

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novembro 28, 2019

50 coisas que você tem que fazer em São Paulo pelo menos uma vez na vida

Fonte: Guia da Semana – https://www.guiadasemana.com.br/

Quem mora em São Paulo (ou conhece bem a cidade) sabe que existem programas quase que obrigatórios. Não por serem badalados ou algo do tipo, mas pelo fato de que oferecem diferentes pedacinhos do melhor da capital.

Pensando nisso, o Guia da Semana listou 50 coisas que você tem que fazer em SP pelo menos uma vez na vida. Confira:

* Vale lembrar que diante da imensidão de nossa cidade, existem muitos outros lugares e programas incríveis que não estão na lista. Esta é apenas uma das muitas possibilidades de seleção. Caso você ache que algum local deveria estar na matéria, sugira nos comentários.

FAZER UMAS COMPRINHAS NA 25 DE MARÇO

Faça chuva ou faça sol, a Rua 25 de Março está sempre lotada. Tradicional quando o assunto é compra barata, o local, que oferece artigos decorativos, passando por bijuterias, calçados, óculos, roupas, tecidos, utensílios domésticos, guarda-chuvas, equipamentos eletrônicos e muitas bugigangas.

TOMAR UMA CERVEJA NO TRADICIONAL BAR BRAHMA CENTRO

Bar Brahma do Centro era reduto de intelectuais, músicos e políticos nas décadas de 50 e 60. O bar foi resgatado em 2001 pelos empresários Álvaro Aoas e Luis Marcelo, e hoje aposta temporadas fixas de nomes da velha-guarda do samba ou MPB em seu salão principal.

São cerca de 1500 apresentações por ano. Entre elas, destaque para artistas como Cauby Peixoto, Demônios da Garoa, Mariana Belém e Elza Soares. Para beber, escolha entre as boas caipirinhas e o chopp Brahma.

AZER UM HAPPY HOUR EM UM DOS BARES DA AUGUSTA E ESTICAR PARA BALADA

A região da rua Augusta sempre teve e sempre terá uma das noites mais vivas da cidade de São Paulo. Seus bares e casas noturnas recebem gente de todos os estilos e é abrigo para qualquer um que queira curtir as melhores baladas e bons momentos no happy hour.

Sugestões: Caos, Ibotirama, Igrejinha, Violeta Bar, Bar Augusta 472, Exquisito, Tex, The Pub, Dona Teresa…

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novembro 27, 2019

A poliglota da praça

Moro e trabalho no centro histórico de São Paulo. São 25 minutos de caminhada até a Escola de Governo e outros 25 minutos na volta pra casa, na avenida Vieira de Carvalho. Caminhada que faço com o maior prazer, todos os dias, apesar do cheiro e da sujeira que imperam na “SP.megalópole”.

Quase obrigatoriamente “me obrigo” a passar pela Praça da Sé. Para observar a rotina da cidade, os passantes e, principalmente, os moradores de rua.

Cercado de tanta gente, uma pessoa em especial sempre chamou a minha atenção. A mulher da foto atrai minha atenção e desperta minha curiosidade. Dela gostaria de ter maiores informações. [Por isso, caro leitor, se souber algo sobre ela, registre no espaço de comentários, após o texto. Agradeço!]

Ela está quase sempre por lá, em qualquer horário do dia. Sentada ou deitada aos pés desta frondosa árvore que você vê na foto, quase na “boca” da entrada principal da estação Sé do metrô, vizinha do posto da guarda municipal.

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novembro 21, 2019

As 50 comidas e bebidas mais lembradas de Sampa

As 50 comidas e bebidas mais lembradas de SAMPA foram reunidas em uma lista. Quantas delas você já experimentou?

Veja e faça seu ranking!
1 — Feijoada — do Sujinho, na Consolação
2 — Pastel com Caldo de Cana — da Barraca do Zé, na Feira do Pacaembu
3 — Sanduíche de Pernil — do Bar Estadão, Viaduto Nove de Julho
4 — Bauru — do Ponto Chic, no Largo do Paiçandu
5 — Disco de Fraldinha — do Lambe-Lambe, em Higienópolis
6 — Pão de Queijo com Carne de Panela — da Venda Baianeira, na Barra Funda
7 — Picadinho — do Bar da Dona Onça, na Avenida Ipiranga
8 — Coxinha — do Veloso, na Vila Mariana
9 — Croissant de Chocolate — da Benjamin, em Higienópolis
10 — Virado à Paulista — do Bar do Vardemá, na Mooca
11 — Dadinho de Tapioca — do Mocotó, na Vila Medeiros
12 — Talharim à Corano — da Cantina Piolin, na Rua Augusta
13 — Sanduíche de Mortadela com Pão — do Mercado Municipal
14 — Esfiha de Carne — da Esfiha Juventus, na Mooca
15 — Batida de Maracujá com Limão — do Cu do Padre, em Pinheiros
16 — Hambúrguer — do Seu Oswaldo, no Ipiranga
17 — Mousse de Chocolate — do L’Entrecôte d’Olivier, na Avenida Lorena
18 — Espaguete à Carbonara — da Famiglia Mancini, na Rua Avanhandava
19 — Penne do Bruno — da Cantina C… Que Sabe!, no Bixiga

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novembro 8, 2019

“Algoritmos entendem você melhor do que você mesmo se entende” – Yuval Harari

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo
Por: Morris Kachani – 05 de novembro de 2019

Yuval Harari, historiador e filósofo israelense, autor da trilogia best seller Sapiens, Homo Deus e 21 Lições para o Século 21, esteve em um evento corporativo da HSM na manhã de hoje, onde apresentou um impressionante painel sobre o futuro da humanidade. Eis a transcrição de sua fala:

Quero usar esta oportunidade para falar sobre os novos desafios que nossa espécie vai enfrentar no século 21. Mas antes, talvez fosse bom mencionar todas as grandes conquistas da humanidade no passado recente, como inspiração para superar este novo momento.

Acredito que a maior conquista da humanidade foi superar a fome, por muitos anos considerada nossa grande inimiga. No passado, a maioria das pessoas conviveu com a fome. Hoje, mesmo com desastres naturais como as secas, ninguém morrerá de fome. Mesmo nos países em desenvolvimento, mais pessoas morrem por comer demais, do que de menos. A fome sumiu do mundo. Hoje a única fome que existe é a fome política.

Foto: HSM Open Space

Em países como Iêmen, Sudão, Síria, ainda se morre de fome, mas apenas porque políticos e governos querem que seus povos passem fome.

O segundo ponto foi a superação das infecções. Hoje mais se morre de doenças associadas à velhice do que de infecções. Antigamente as pessoas morriam mais jovens, não viviam o suficiente para morrer de câncer.

O terceiro ponto, foi de que conseguimos superar guerra e violência. Antigamente a guerra era entendida como algo natural de um mundo imperfeito, e que apenas Deus poderia resolver as coisas através de milagre. Pode não parecer, mas estamos vivendo a era mais pacífica da história. Tão pacífica que o significado de paz no mundo, mudou. Antigamente paz significava falta temporária de guerra. Hoje significa improbabilidade de guerra.

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novembro 5, 2019

A imigração Italiana no Brasil

No dia 2 de junho é celebrada A festa della Repubblica Italiana. A imigração italiana no Brasil teve como ápice o período entre 1880 e 1930, período em que meus antepassados para cá migraram, vindo trabalhar nas fazendas de café.

Em 11 dezembro de 2015 o “Globo Repórter” abordou esse tema em uma excelente matéria sobre “A imigração italiana no Brasil”.

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