A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

maio 29, 2020

Gilberto Dimenstein e sua relação com a morte

Retrato de Gilberto Dimenstein – Foto de Bruno Santos/Folhapress

Agora pouco, enquanto terminava de lavar as louças do almoço, ouvi a notícia da morte do jornalista Gilberto Dimenstein, aos 63 anos, vítima de um câncer de pâncreas, com metástase no fígado.
Dimenstein foi o criador do site Catraca Livre, jornalista premiado e escreveu no jornal Folha de São Paulo por 28 anos, de 1985 a 2013 – foi diretor da sucursal em Brasília, correspondente em Nova York, colunista e membro do conselho editorial de 1992 a 2013.
Também passou pela CBN, Jornal do Brasil, O Globo, Correio Braziliense, Última Hora, Veja e Revista Visão antes de se dedicar ao jornalismo de causas sociais.
Durante o tratamento contra o câncer Dimenstein definiu a clareza maior da morte como “uma dádiva”. “Não é o fim, mas um começo”, disse em relato à Folha de São Paulo (relato reproduzido abaixo) sobre o diagnóstico da doença, recebido no ano passado.
O texto com a visão otimista sobre a doença e a nova forma de viver a vida viralizou na web. Dimenstein desceu do trem de alta velocidade de onde via uma linda paisagem borrada para escutar bem-te-vis e curtir o neto.
No relato, o jornalista dizia estar vivendo o momento mais feliz de sua vida. “Câncer é algo que não desejo para ninguém, mas desejo para todos a profundidade que você ganha ao se deparar com o limite da vida.”
Ao fazer um balanço de sua vida, Dimenstein avaliou ter feito o bem por praticar um jornalismo de empoderamento. Ele dedicou a carreira a buscar, promover, fomentar, levantar recursos e dar visibilidade a projetos de inovação e de inclusão.
Dimenstein também se dedicou a projetos educacionais. Criou o programa bairro-escola, desenvolvido por meio do Projeto Aprendiz e replicado pelo mundo com ajuda da Unicef e Unesco. O projeto de formação profissional foi considerado referência mundial e “um exemplo de inovação comunitária” pela Escola de Negócios de Harvard.
Dimenstein era presidente do conselho da Orquestra Sinfônica de Heliópolis, em São Paulo, e membro do conselho consultivo do Museu do Amanhã, no Rio.
O texto abaixo, que li em dezembro do ano passado, não sai de minha cabeça. Leia e guarde-o!

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maio 28, 2020

21 dias de meditação, com Deepak Chopra

O que é abundância para você? Já parou para pensar sobre isso? Para o médico indiano, Deepak Chopra a resposta vai além da riqueza e envolve, entre outros fatores, a paz de espírito. Por isso, ele criou a técnica “21 dias criando abundância”, no qual há atividades diárias de reconhecimento e meditação, que acalmam e aliviam a mente. A intenção é procurar e expandir a consciência de si. Com isso, todo o resto como amizades, criatividade, dinheiro e tudo o que desejar virá até você espontaneamente!

Deepak Chopra, o idealizador do desafio

Deepak Chopra é indiano, formado em medicina pela Universidade de New Delhi com especialização em endocrinologia. Possui mais de 25 livros publicados, e é visto como um especialista em ayurveda, espiritualidade e medicina que equilibra a mente e o corpo.

Para Chopra, a medicina tem uma proposta reducionista, tratando os sintomas sem analisar o que acontece no corpo e na mente, seu histórico de vida, emoções e seu estado psicológico.

“No coração de cada ser humano há duas deusas: Lakshmi, deusa da Prosperidade, é bonita e generosa. Se você a venerar, ela poderá lhe conceder tesouros e riquezas, mas ela é inconstante e poderá também retirar seu apoio sem lhe avisar. A outra deusa é Saraswati, a deusa da Sabedoria. Se você venerar Saraswati, e se dedicar a conquistar sabedoria, Lakshmi ficará com ciúmes e prestará mais atenção a você. Quanto mais você busca à sabedoria, mais fervorosamente Lakshmi irá persegui-lo e derramar sobre você abundância e prosperidade.” Deepak Chopra.

Como funciona o desafio?

São 21 dias de meditação que devem seguir um linha pré-estabelecida onde cada dia possui um foco e mantras específicos para você meditar. Não pode haver falhas: qualquer dia perdido exige o reinício do processo!

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maio 19, 2020

Compras de equipamentos para combate à Covid-19 têm fraudes pelo mundo

Dispensa de licitação pela pandemia leva a irregularidades em vários países

Patrícia Campos Mello – FOLHA – 16/05/2020 – SÃO PAULO

Não foi só no Brasil que as compras emergenciais de respiradores e equipamentos de proteção contra o coronavírus deram origem a um festival de irregularidades. Em países da Europa, África e nos Estados Unidos, houve inúmeros episódios de compras superfaturadas sem licitação, entrega de produtos com defeito e fornecedores descumprindo contratos.

Uma fazenda de framboesas chamada Silver Raspberry (Framboesa prateada) recebeu 5,4 milhões de euros (R$ 34 milhões) do governo da Bósnia para importar cem respiradores da China e equipar os hospitais do país.

Cada respirador saiu por cerca de R$ 340 mil, muito acima do preço normalmente cobrado: mesmo em meio à escassez de equipamentos e à disputa entre países, o aparelho dificilmente custa mais de R$ 150 mil.

Para completar, os ventiladores não eram adequados para UTIs que tratam pacientes graves com a Covid-19 —o modelo era para uso em ambulâncias. O dono da fazenda e processadora de frutas Framboesa Prateada é o apresentador de TV Fikret Hodzic, que comanda o programa “Você também pode ser uma estrela”. Ele negou ter cobrado preços superfaturados e disse que usou conexões na China para empreender o que ele chamou de “missão humanitária”.

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maio 14, 2020

Como minha mãe dizia: o que é do gosto, regalo da vida!

Filed under: Uncategorized — Augusto Jeronimo Martini @ 8:30

Em tempos de pandemia do Covid19, é tempo de repensar a vida! Fiquem com esse texto, escrito há quase 3 anos.
Namaskár!

A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

Hoje, vindo para o trabalho, vi uma cena muito estranha que prefiro não descrever aqui. Mas que fez eu lembrar de um jargão que minha mãe sempre repetia nas mais variadas situações: “O que é do gosto, regalo da vida!”

Minha mãe era uma sagitariana simples, trabalhadora,muito inteligente e sábia! Já naquela época eu andava lado a lado com minha tradicional ansiedade existencial, entrava em discussões desgastantes com meu pai, pois ainda eu não sabia o quão parecido eu era com ele em meu modo de agir. Discussões normais em uma família onde todos têm personalidade forte. Então lá vinha minha mãe com a frase:

– “Dinho, o que é do gosto, é regalo da vida! Não discuta com seu pai!”

Eu levei um certo tempo para concordar com minha mãe. Típico de quem se preocupa com o mundo, eu queria que tudo ficasse bem. O olhar dela, me acompanhou…

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