A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

março 26, 2020

O centro de São Paulo e o coronavírus

Filed under: amor,Atualidades,Brasil,São Paulo,Uncategorized — Augusto Jeronimo Martini @ 16:16
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Moro na Avenida Vieira de Carvalho há 12 anos, em pleno centro histórico de São Paulo, e poucas vezes há vi tão limpa e vazia. Parabéns aos coletores e varredores de ruas e avenidas. Estão fazendo um trabalho exemplar.

Estou em quarentena há alguns dias. Trabalho desde casa e esporadicamente vou até as janelas ver o movimento da rua. Hoje, do lado de fora, tudo parece estar mais bonito. Sol, luz, rua limpa, manjericão florindo, antúrios recebendo a luz solar.

Mas, no meio do boulevard, o índio vigia, pois o inimigo invisível está à espreita. Fora #Covid19, fora #coronavírus!

março 18, 2020

O novo Coronavírus requer Ética da parte de cada um de nós!

Há muitas perguntas que povoam nossa cabeça nesse momento de pandemia do Novo Coronavírus. Vou mesmo ficar em casa todo o dia? Vou comprar mais comida no supermercado? Público ou não a minha opinião nas redes sociais? Participo ou não das manifestações que estão sendo marcadas, como bater panelas na janela às 22h00? Posso confiar nas decisões das autoridades? Confio ou não nos vídeos e “textões” que insistentemente recebo em minhas redes sociais? Nesta altura de pandemia em que precisamos tomar decisões individuais com impacto importante na sociedade, como vamos conseguir lidar com a complexidade, a incerteza e a necessidade de ação coletiva? Coletiva sim! Você não pode pensar somente em seu próprio umbigo! Não é fácil, a nível individual, compreender como agir. Será que a ética pode nos ajudar a decidir no que fazer?

No atual momento precisamos pensar de forma estruturada em como agir. Fazemos muitas coisas no piloto automático, julgamos muito os outros e achamos e opinamos sobre muitas coisas sem o necessário conhecimento. A pandemia – esta epidemia que ocorre em todo mundo e ao mesmo tempo – exige mais de nós. Exige exercícios de reflexão, de introspeção, de fazermos valer os nossos valores éticos. Exige, acima de tudo, responsabilidade, e exige que sejamos construtivos.

Pense no coletivo! Se todos saírem às compras, fazendo estoque de comida, isso é bom? Claro que não! E a sua resposta para esse questionamento te fará pensar se deve ou não fazê-lo.

Foque-se no contexto e nas consequências. O que acontecerá se eu não seguir as instruções sobre a quarentena? Se a sua resposta for uma maior probabilidade de apanhar o vírus ou contagiar alguém – e vai ser – tente ficar o máximo possível em sua casa!

Exercite suas virtudes! Tão importante em responder sobre o que você deve fazer é se perguntar como você quer ser. Que tipo de pessoa você quer ser nesse contexto de pandemia?

Nem sempre há respostas absolutamente certas ou erradas, mas ao menos você conseguirá ser uma pessoa mais consciente e informada. Sempre questione o universalismo dos seus atos ou nas suas consequências ou em pensar que tipo de pessoa quer ser. Ou melhor ainda, pense em todos esses questionamentos. Suas respostas poderão não coincidir, pois o pluralismo ético faz parte da vida real. O essencial é você conseguir fundamentar-se em algo e argumentar de forma coerente o que decidir, principalmente quando estamos, como no momento que ora vivemos, em contextos novos, complexos, difíceis e que nos deixa cheio de dúvidas.

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março 13, 2020

Espírito brincalhão – Osho

Filed under: amor,Coisas que eu gosto,Saúde,Uncategorized,Yoga — Augusto Jeronimo Martini @ 16:57
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A partir do momento em que você acredita que a vida é leve e que tudo que nos ameaça pode ser criação da nossa própria mente e do nosso imaginário ilusório, parece que um grande alívio invade a nossa alma e um novo mundo de possibilidades se abre à nossa frente.

No texto da carta isto está escrito da seguinte maneira: “O Zen excluiu-se do mundo sério. Criou um mundo próprio muito divertido, cheio de risos, no qual até os grandes mestres se comportam como crianças.”

Olhe bem para a carta e veja que a personagem dela celebra a vida irradiando luz e brilho de todo o seu corpo. Ela não se importa com que os outros vão falar dela. Apenas caminha sentindo-se capaz de encantar as crianças com sua cara de palhaço e com seus gestos largos e destemidos, sorrindo para a vida, criando a música da sua existência.

Para esta carta, Osho tem a seguinte interpretação: “Quando o Valete do Fogo entra em sua vida é um sinal de que você está preparado para receber o novo. Alguma coisa maravilhosa está despontando no horizonte e você tem exatamente a qualidade da inocência e da lucidez para recepcioná-la de braços abertos”.

É isso que propomos a você. Abra seu coração para o mundo onde a alegria, o bom humor e o otimismo são seus companheiros dia e noite. A mente acredita em seus pensamentos e os transforma em crenças e ações.

Se precisar de uma forcinha, aqui está um exercício com imagens mentais para você fazer durante 7 dias. Se gostar dos resultados pode repetir por mais 14 perfazendo um total de 21 dias. Se estiver fazendo algum outro exercício com imagens mentais espere acabar o ciclo que já começou, imprima este e aguarde para começar depois de fazer um intervalo de 7 dias entre o que acabou e o que vai começar. Sua mente precisa de um tempo para mudar de assunto.

Então, lembrando sempre que deve estar sentado, com os olhos fechados, pés firmemente apoiados no chão, mãos sobre as pernas, respire lentamente até sentir que está calmo e tranqüilo e relembre sua mente que sua intenção é conseguir enxergar o novo.

E veja, sinta, perceba ou imagine-se sentado perto de uma janela da onde você vê uma praça. Nesta praça tem um coreto e uma banda toca algo dentro deste coreto. Imagine crianças e adultos dançando ao ritmo desta melodia. Sinta quanta alegria e inocência existe nesta cena. Levante-se dessa cadeira e saia correndo na direção dessa festa. Entre neste grupo alegre e comece a dançar com todos sentindo todo seu corpo balançar e seu coração bater radiante de alegria, pleno de inocência. Então, respire e abra os olhos.

Nota: Se ao ouvir a banda tocar perceber que a música que o conjunto toca é lenta e triste abra os olhos imediatamente. Respire uma vez e recomece o exercício ouvindo uma música viva e muito alegre.

por Izabel Telles

março 10, 2020

Voltando-se para dentro – Osho

Observe bem esta carta que se chama “Voltando-se para dentro”. Uma mulher repousa serenamente sobre suas pernas e assiste com um sorriso tranqüilo às cenas que sua mente e as mentes ao seu redor criam, emanam, bisbilhotam, informam, procurando penetrar no seu mundo interior e particular.

Voltando-se para dentro

O autor descreve a figura desta carta dizendo que a mulher apenas constata estes pensamentos sem julgá-los, tampouco identificando-se com eles. Limita-se a observá-los como se fossem o tráfego de uma estrada ou as ondulações das águas de um lago.

Mas, o mais fantástico do texto do autor é esta parte que vou compartilhar literalmente com você: “Voltar-se para dentro simplesmente significa que você tem estado perseguindo um desejo atrás do outro, que esteve correndo cada vez mais, para chegar repetidas vezes à frustração; que cada desejo traz infelicidade, que não existe nenhum preenchimento por meio dos desejos; que você nunca chegará a lugar nenhum, que o contentamento é impossível. Percebendo a verdade de que correr atrás de desejos não leva a lugar nenhum, você acaba parando. Não que você faça algum esforço para parar. Se você fizer algum esforço para parar, de uma maneira sutil você ainda estará correndo atrás de alguma coisa novamente. Você ainda está desejando – talvez, agora, seja a ausência de desejo o seu desejo.

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março 8, 2020

Conexão – osho

Filed under: amor,Atualidades,Coisas que eu gosto,Tarô,Uncategorized,Yoga — Augusto Jeronimo Martini @ 12:46
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Olhe alguns segundos para esta carta. Veja que beleza a ideia de conectarmos o nosso coração aos golfinhos, desde sempre símbolo de paz, bondade e cura.

Conexão

Vou transcrever literalmente o que o autor escreveu sobre esta carta porque não seria capaz de criar nada mais perfeito!

“A experiência de relaxar o coração, durante a meditação, não é algo que possa ser apossado ou forçado. Ela vem naturalmente, à medida em que vamos ficando mais sintonizados com o ritmo do nosso próprio silêncio interior. A figura desta carta espelha a doçura e a delicadeza desta experiência. Os golfinhos que afloram do coração e perfazem um arco em direção ao terceiro olho refletem o espírito brincalhão e a inteligência que se manifestam quando somos capazes de estabelecer conexão com o coração, e de nos mover no mundo a partir daí.”

O conselho da carta é: ”permita-se ser mais gentil e mais receptivo neste momento, porque uma alegria indescritível espera por você logo ali, virando a esquina. Ninguém mais pode indicar-lhe onde ela está, e quando você a encontrar não terá palavras para descrevê-la aos outros. Mas ela está ali, profundamente dentro do seu coração, madura e pronta para ser descoberta.”

No entanto, se está com dificuldade de abrir o seu coração para o novo e para toda a magia que ele pode lhe proporcionar, sugiro que faça este exercício com imagens da mente durante 7 dias. Esteja sentado, pés apoiados no chão, mãos nas pernas, olhos fechados. Respire longamente algumas vezes até sentir que está calmo e pronto para levar sua atenção para a intenção deste exercício:

Contato e Harmonia.

Veja, sinta, perceba ou imagine-se entrando em contato com o seu coração. Sinta seus batimentos e imagine que ele é um golfinho que quer se comunicar com sua consciência. Ouça o que este golfinho tem para lhe dizer. Corrija o que ele pedir para ser corrigido ou aceite o que ele disser que você está fazendo certo.

Sentindo agora que este golfinho pulsa calmo e feliz porque você entrou em contato com ele, mantenha este contato para sempre, respire e abra os olhos.

por Izabel Telles

março 6, 2020

Simplicidade – Osho

Olhe para a imagem da carta que está estampada abaixo. E perceba o quanto ela se expressa por si só, sem ser preciso que falemos muito dela.

Um ser caminha pela natureza colhendo flores e nos remete à sensação do quanto o simples é belo. Tão simples que nos esquecemos de agradecer e contemplar a beleza que existe em pequenos gestos como colher uma flor, remover de um vaso as ervas daninhas, sentir o cheiro da terra ao receber a água que umedece e alimenta o solo.

Simplicidade

Na verdade, não é preciso que nada extraordinário nos aconteça para que haja união e integração dentro do nosso ser. Uma ação feita com amor e carinho pode nutrir profundamente nossa alma.

Vamos ler juntos o que o autor diz à pessoa que tirou esta carta:

“Neste momento, você passa por um período em que esta maneira cordata, natural e extremamente simples de encarar as situações que se apresentam trará resultados muito melhores do que qualquer tentativa de ser brilhante, perspicaz ou, de alguma forma, extraordinário. Deixe de lado toda pretensão de fazer alarde quanto a ter inventado mais alguma coisa útil, ou a vaidade de encantar seus amigos e colegas com seu talento de prima-dona. A contribuição especial que você tem para oferecer neste momento será maior se você encarar as coisas sem resistência e com simplicidade, um passo de cada vez”.

Se a descrição desta carta tocou seu coração e você tem sentido que está difícil ser feliz com pouco e na simplicidade, sugiro que faça este exercício com imagens mentais todos os dias, ao acordar, por 7 dias.

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março 5, 2020

Paciência – Osho

Filed under: amor,Atualidades,Coisas que eu gosto,Educação,Saúde,Tarô,Uncategorized,Yoga — Augusto Jeronimo Martini @ 16:27
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A carta da Paciência, no Neo Tarot do Osho, revela que:

“Nós nos esquecemos de como esperar; este é um espaço quase abandonado. No entanto, ser capaz de esperar pelo momento certo é nosso maior tesouro. A existência inteira espera pelo momento certo. Até as árvores sabem disso – qual é o momento de florescer, e o de deixar que as folhas caiam, e de se erguerem nuas ao céu. Também nessa nudez elas são belas, esperando pela nova folhagem com grande confiança de que as folhas velhas tenham caído, e de que as folhas novas logo estarão chegando. E as folhas novas começarão a crescer. Nós nos esquecemos de como é esperar: queremos tudo com pressa. Trata-se de uma grande perda para a humanidade… Em silêncio e à espera, alguma coisa dentro de você vai crescendo – o seu autêntico ser. Um dia ele salta e se transforma numa labareda, e a sua personalidade inteira é estilhaçada: você é um novo homem. E esse novo homem sabe o que é uma cerimônia, esse novo homem conhece os sumos eternos da vida”.

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