A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

julho 29, 2019

École 42, de programação: sem ‘aula’ e sem diploma, chega ao Brasil e de graça!

Fonte: Por Renato Jakitas – O Estado de S. Paulo – 24/07/2019

Até o ano passado, Renato Querino tinha o que considerava uma vida “bem encaminhada”. Recém-casado, estava se formando em análise de sistemas e trabalhava havia quatro anos em um grande banco. Tudo mudou quando ouviu falar de uma escola de programação criada na França. Sem professores e sem exigências prévias, a École 42 tinha caído nas graças dos recrutadores das principais empresas de tecnologia, interessados em alunos capazes de aprender código resolvendo desafios. Querino largou o emprego e mudou para o Vale do Silício, onde a escola abriu sua segunda unidade. Tivesse esperado um pouco mais, poderia ter ficado no Brasil: em agosto, duas unidades da École 42 começarão a operar por aqui, no Rio e em São Paulo. 

Independentes entre si, as duas unidades poderão receber mais de 800 alunos – serão 450 na capital fluminense e 360 estudantes em São Paulo. O Brasil será o 14º país a receber a marca, fundada em Paris em 2013. No Vale do Silício, onde estuda Querino, há 1,5 mil pessoas. Assim como em todo o mundo, os cursos da École 42 no País serão gratuitos. Mas a dedicação é alta: na média, os estudantes passam cerca de 50 horas por semana dentro da 42. 

Quase lá. Unidade de SP, liderada por Karen e Mariana, abre em agosto
Quase lá. Unidade de SP, liderada por Karen e Mariana, abre em agosto. Foto: Daniel Teixeira – Estadão

“Fico aqui umas 12 a 14 horas por dia. Tem gente que precisa ser lembrado para sair e tomar um banho”, diz Renato Querino. Os depoimentos são similares. “É a coisa mais difícil que já fiz em minha vida, mas entendi que frustração faz parte da formação do programador”, afirma Fernanda Moura, administradora de 44 anos que está no início do programa, também nos EUA. Entre os nomes que apoiam a escola, há gigantes do Vale do Silício, como Jack Dorsey, do Twitter, Brian Chesky, do Airbnb, e até Tony Fadell, o pai do iPod. 

Caminho para se formar na 42 é nada suave

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julho 14, 2019

Lembranças de infância: algumas brincadeiras!

Nasci em Rio Claro, São Paulo. Meus pais moravam no Haras e Fazenda Morro Grande, distrito de Ajapi. Dessa época não tenho nenhuma lembrança, além das contadas pelos meus pais e avós e 04 fotos em preto e branco registradas pelo filho do fazendeiro, Renato Pires de Oliveira Dias Junior. Depois que fomos morar na cidade tenho registro de memórias deliciosas e outras nem tanto. Eu e meus amigos brincávamos na rua até perto de 19h, quando era a “hora de entrar”. Não se ouvia falar de assaltos, raptos ou assédio infantil, como hoje se ouve. Tínhamos medo do “homem do saco”, figura inventada por minha mãe, que dizia que se desobedessemos seríamos levados por ele.

Aproveitava muito a companhia dos amigos, corríamos muito, pulávamos, fazíamos estrepulias, até ficar bem cansados. Aí entrávamos, tomávamos um banho de tanque ou bacia, jantávamos e íamos para a cama muito cansados.

Lembro-me que existiam poucas brincadeiras onde fazia-se a distinção entre brincadeiras de menina ou brincadeiras de menino, mas existiam. Vou citar algumas que lembro e das quais participava.

Bolinha de gude: além de jogar, colecionar bolinhas de gude era uma delícia. As completamente transparentes eram as mais desejadas. Mas tinha algumas que vinham com uns desenhos dentro, verdes, com riscos coloridos, outras que pareciam ter penas dentro, e tinha aquelas gigantes! E existiam fases no jogo, umas mais fáceis, outras mais difíceis. Tinha um jogo que desenhava-se um círculo no chão, tinha o mata-mata e o triângulo também. E tinha que “encaçapar as bolinhas nas biroscas”. Era dos jogos o que eu mais gostava.

Pular Corda: podia-se brincar sozinho ou em companhia de duas ou mais pessoas. Como cansava, mas como era bom! Tínhamos canções que eram cantadas enquanto os jogadores pulavam a corda. Uma que lembro era mais ou menos assim: “Um homem bateu em minha porta e eu abri! Senhoras e senhores…”

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julho 5, 2019

Minuto Verde – A voz das árvores – Ficus Benghalensis, Pau Brasil e Ipê

Ficus Benghalensis
Pau Brasil
Ipê

A Egap – Escola de Governo do estado de São Paulo (atual Egesp – Escola de Governo do estado de São Paulo), em parceria com a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz, a UMAPAZ, preparou estes dois vídeos que fazem parte de uma série especial sobre as nossas árvores, denominada “A voz das árvores”.

julho 4, 2019

Minuto Verde – A voz das árvores – Eucalipto e Figueira Lacerdinha

Eucalipto
Figueira Lacerdinha

A Egap – Escola de Governo do estado de São Paulo (atual Egesp – Escola de Governo do estado de São Paulo), em parceria com a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz, a UMAPAZ, preparou estes dois vídeos que fazem parte de uma série especial sobre as nossas árvores, denominada “A voz das árvores”.

julho 3, 2019

Minuto Verde – A voz das árvores – Pinheiro do Paraná e Ceboleiro

Pinheiro do Paraná – Araucária
Ceboleiro

A Egap – Escola de Governo do estado de São Paulo (atual Egesp – Escola de Governo do estado de São Paulo), em parceria com a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz, a UMAPAZ, preparou estes dois vídeos que fazem parte de uma série especial sobre as nossas árvores, denominada “A voz das árvores”.

Minuto Verde – série aves e pássaros

Diga sim à liberdade das aves! O Minuto Verde é uma parceria entre a UMAPAZ, da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e a EGAP, da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (atual EGESP – Escola de Governo do estado de São Paulo, da Secretaria da Fazenda e Planejamento).

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