A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

junho 12, 2017

Programa Juventude Legal, do balneário de Praia Grande, conscientiza jovem sobre o seu papel social

Seis escolas receberão as atividades durante todo o mês de junho

O programa Juventude Legal já tem o calendário de junho confirmado. Nesta fase, seis escolas de Praia Grande recebem as atividades do projeto que é realizado pela Subsecretaria de Assuntos da Juventude (Subjuve) e tem por objetivo aproximar a população jovem dos serviços prestados pela Administração Municipal.

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O programa leva palestras e exposições sobre a importância da participação política e social dos grêmios estudantis e busca conscientizar os jovens sobre as diversas situações vivenciadas nesta faixa etária. Busca também demonstrar aos alunos as possibilidades de formação técnica e do mercado de trabalho em geral, e é oferecido aos estudantes do Ensino Médio do Município.  (more…)

junho 8, 2017

A aventura da família Grazioli – Parte 1

Estive pensando sobre a vinda de meu bisavô materno para o Brasil.
Giacomo Antonio Grazioli, nascido em Fontaneto D’Agogna, Piemonte, Província de Novara, Itália, em 08/05/1857, era filho de Angelo Grazioli e Maria Travaini. Emigrou para o Brasil em 01/08/1888, logo após o falecimento de sua primeira mulher, Angela Platini, (filha de Giuseppe Maria Travaini e  Vittoria Fioramonti, nascida em Fontaneto d’Agogna, em 06/08/1829) que contava com 59 anos na época de sua morte. Portanto, a menos que a data no documento esteja equivocada, quando se casaram ela era 28 anos mais velha que meu bisavô – bem incomum para a época.
Quando Giacomo Antonio emigrou para cá, veio com 04 filhos:

 

  • Antonia GRAZIOLI, nascida em 08.04.1881
  • Angelo GRAZIOLI, nascido em 29.07.1883
  • Rosa Maria GRAZIOLI Rosa Maria, nascida em 14.11.1885
  • Francesco Alessandro GRAZIOLI, nascido em 11.02.1888
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Casou-se em segundas núpcias com minha bisavó, Angela Pelosi. Eu não tinha a data e tampouco o local do casamento. Mas, ontem, descobri! Casou-se em Araras/SP, no dia 23/02/1889 (o registro do casamento no religioso foi em 02/03/1889), ou seja,  somente 6 meses após sua chegada.
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Gostaria muito de saber como se deu isso tudo!
Ele deve ter vindo para o Brasil como a maioria dos imigrantes – iludido com as propagandas divulgadas lá na Europa. Vendiam sonhos maravilhosos na nova terra. Vide cartaz abaixo.
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Mal sabia que viria para cá para substituir a mão de obra escravagista. E que cairia num conto do vigário – pois, aqui, a vida não era nada fácil.
Penso que o casamento foi arranjado, como eram quase todos  na época. Ele, com 30 anos de idade, já tinha 04 filhos da primeira mulher. E depois, teve mais 06 filhos com a minha bisavó: Luiz, Antonio, Felipe, Angelina, Maria e João, o meu avô.
Parentes ligados a esse ramo da família, faço um desafio para vocês. Vamos falar com os mais velhos e tentar descobrir mais informações? Não tenho nenhum dado sobre o que aconteceu com os irmãos do João Grazioli, por exemplo. Tampouco sobre os pais dele. Se descobrirem algo, postem aqui nos comentários do blog!
Obrigado.

junho 6, 2017

GefeSP promove o concurso de foto mais curtida no Instagram durante a 20ª Feira do Estudante CIEE

A promoção da foto com o nosso mascote Gefe, do Grupo de Educação Fiscal Estadual – GefeSP, no Instagram, durante a 20ª Feira do Estudante CIEE, foi um sucesso! Muitas participações incríveis! Seguimos o critério estipulado que foi para as três fotos mais “curtidas” até o final da promoção – em 31/05/2017.

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Agradecemos todos que participaram e usaram sua criatividade ao registrar os instantâneos!

SOBRE O MASCOTE GEFE

Quem é o Gefe? É um menino de 10 anos, residente na cidade de São Paulo, curioso, proativo, bondoso, extremamente comunicativo, inteligente, confiável e honesto.

Mora numa rua tranquila, num bairro residencial (Vila Esperança). Seu Pai (Sr. Francisco) é motorista e sempre ensina algo sobre Cidadania e Civilidade ao filho, e sua mãe (D. Sonia) é professora e trabalha na escola da Vila Esperança.

Gefe gosta muito de ler, de estudar e de se divertir com seus amigos e com seu irmãozinho que se chama Giba. Adora jogos de todos os tipos, ama jogar futebol com os amigos, empinar pipa, andar de bicicleta e de Vídeo Game. (more…)

junho 1, 2017

Infância no interior…

Eu cresci, as cidades cresceram, o mundo evoluiu e a tecnologia tomou conta de tudo. Minha infância foi vivida em Rio Claro/SP, o adensamento populacional da cidade e o avanço da urbanização alteraram muito as maneiras como as crianças passaram a se divertir. O desenvolvimento tecnológico e a falta do espaço público para as brincadeiras infantis redefiniu com rapidez as maneiras de a molecada interagir, conversar, pular, dançar, correr e inventar o mundo.

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Algumas brincadeiras do meu tempo de moleque sumiram nos dias atuais. Eu adorava, por exemplo, rodar pneu. Um moleque era colocado dentro de um pneu grande, sem a câmara de ar; outra fazia a roda girar por uma grande extensão. E foi assim que eu tive a primeira e única quebra de osso em minha vida! Trinquei o braço esquerdo. Fiquei 30 dias engessado e tendo que aprender a escrever com a mão direita! A sensação de desconforto causada pela posição do corpo face ao movimento da roda (vez por outra alguém passava mal, vomitava ou se esborrachava) era descontada pela excitação que o movimento arriscado gerava. Rodar pneu era adrenalina pura!

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