A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

novembro 24, 2016

Oficinas de bioconstrução, fitoterapia e autoconhecimento

1 de novembro de 2016 • Atualizado às 09 : 52
Fonte: http://ciclovivo.com.br/

Ecovila em SP tem Oficinas de bioconstrução, fitoterapia e autoconhecimento

Os participantes das oficinas vão se alimentar com ingredientes colhidos na horta comunitária orgânica. | Foto: Divulgação

A programação de novembro da Ecovila Clareando, em Piracaia, a apenas 90 Km de São Paulo, é ideal para quem quer fazer um detox da cidade e conectar-se à Natureza. As Oficinas de Bioconstrução (dias 12 e 13), Autoconhecimento (dias 19 e 20) e Fitoterapia (dias 26  e27) são ferramentas para quem busca maior empoderamento: aprender a fazer a própria casa, cuidar da própria saúde e conhecer a si mesmo. Os participantes das oficinas vão se alimentar com ingredientes colhidos na horta comunitária orgânica (sempre que possível, claro). A hospedagem será na casa dos próprios moradores. As casas oferecem água mineral da nascente na torneira, chuveiro aquecido por energia solar, tratamento de esgoto natural. O valor de cada oficina é de R$ 280 e já inclui hospedagem e alimentação. As inscrições podem ser feitas pelo email: projetocasaclara@gmail.com.

Veja abaixo os detalhes de cada oficina:

Bioconstrução – A Oficina de Bioconstrução, nos dias 12 e 13 de novembro, vai apresentar as principais técnicas (pau a pique, adobe, superadobe, cordwood, tadelakt e bambu) que não agridem o meio ambiente de uma maneira bem bacana: em uma visita guiada pelas casas da Ecovila. “Vamos ver na prática como é possível morar em casas sustentáveis”, afirma o oficineiro e bioconstrutor Angelo Negri, morador da Ecovila que construiu sua própria casa. O projeto da sua casa ganhou o prêmio Planeta Casa em 2012 de melhor projeto arquitetônico. Os participantes vão aprender a erguer uma parede de pau a pique (ou taipa de mão) do zero. A parte mais gostosa é quando os participantes, juntos, amassam o barro para fazer a massa. “Ao pisar descalço no barro há uma reconexão com a terra”, afirma Negri.

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novembro 20, 2016

Giacomo Puccini e sua Tosca – para mim, ele é pop!

Sim eu aprecio muito a música clássica. Apesar de não ter um profundo conhecimento sobre a mesma, gosto imensamente. Enquanto meus amigos ouviam Rock eu já gostava de ouvir Mozart,  Frederic Choppin, Beethoven, J. S. Bach e outros famosos compositores deste gênero de música. Todos os anos na noite de Natal na minha paróquia ouvia Messias Hallelujan de G. F. Handel. E me emocionava!

Eu adoro música, sou bem versátil. Tenho o certo dia para o tipo de música. Tem dias que posso escutar bossa nova o dia todo. Outro dia Frank Sinatra, Nat King Cole, Celine Dion, Barbara Streisand, Rod Stewart,  Tony Bennett, Neil Diamond, Dionne Warwick, Elvis, Elton John, etc, etc..

Também aprecio chorinho, samba enredo ,bolero e tango. Quando toca uma música eu logo digo: adoro esta música. Qual música que realmente não gosto? Rapp e funk!

Bem já escrevi bastante sobre o assunto por aqui, mas é sempre  o que acontece quando escrevo sobre algum assunto apaixonante. Boa música é uma coisa de Deus!

Adoro as óperas e suas árias, principalmente trechos de La Boheme, Madame Buterfly, Tosca (deu para perceber que gosto de Puccini e que ele é um de meus preferidos, não é?). Mas, como música, nada se compara ao intermezzo de Cavalleria rusticana (ouça e me diga se não é verdade). Porém, adoro também as óperas de Mozart.

Voltando ao Giacomo Puccini, li o trecho que segue abaixo no site Sobretudo, música  e o transcrevo.

Sentimentos poderosos como o amor e seu oposto, o ódio, e uma variante desses dois elementos – o ciúme –, fazem parte do enredo de Tosca, uma das óperas mais conhecidas de Giacomo Puccini. Ah, e o poder personificado no mal. Você conhece esse enredo, não? Pensando bem, faz parte da vida cotidiana.

Nas óperas, na literatura e em alguns casos da vida real, esses elementos se apresentam potencializados; essa é a diferença. Quem sabe, críticas em relação a determinado esquematismo dos “librettos” ou aos roteiros dos musicais, sejam injustos: se na ficção alguma coisa parece exagerada, pensando bem, a realidade é mais tudo e mais alguma coisa em sua crueza; a mulher traída mutila seu par, o traficante deixa expostas cabeças cortadas de suas vítimas para servirem de exemplo, o vizinho estupra e mata o amigo em guerras. (more…)

novembro 17, 2016

As mesinhas são a parte mais suja do avião – muito mais do que os banheiros

Se você faz parte daquelas pessoas que se preocupa com germes e bactérias, não pense que é apenas nos banheiros públicos que ocorrem situações de extrema sujeira. Vai ficar surpreso ao descobrir que existem objetos do dia a dia que podem ser ainda mais sujos que o mal falado sanitário. Leia abaixo.

mesa

Quando viajamos de avião notamos que há um lugar que se suja muito rapidamente, principalmente no caso de viagens de longa duração: o banheiro. Embora os tripulantes façam o possível para mantê-lo limpo, não é incomum que entre os 300 passageiros tenhamos que conviver com alguns indivíduos que sujam o local sem maiores preocupações. No entanto, apesar do nojo que um banheiro usado possa nos causar, esta não é a parte mais suja de um avião. Na realidade, o objeto mais sujo está muito mais próximo de nós do que imaginávamos.
A mesinha presa à parte traseira dos assentos é a área que mais concentra micróbios em toda a aeronave. É o que afirma o site Travelmath, que enviou um microbiologista especialista neste tipo de micro-organismo para analisar diferentes objetos e lugares que os viajantes utilizam quando entram em um avião.
A lista dos objetos mais sujos é a seguinte:
1. A mesinha individual.
2. Os botões que acionam os bebedouros.
3. O ar-condicionado que fica na parte superior de cada assento.
4. O botão que aciona a descarga do vaso sanitário.
5. A fivela do cinto de segurança.
6. A fechadura do banheiro dos aviões.
Sem dúvida a mesinha de apoio ganha de goleada do restante dos objetos: ela tem o dobro de micróbios do segundo classificado, e 1000% a mais do que o terceiro. A partir do ar-condicionado a quantidade de micro-organismos é quase residual, por isso pode-se considerar que os aviões são lugares limpos.
Higiene nas aeronaves.
O especialista, após ver os resultados, recomenda que ninguém coma qualquer pedaço de comida que tenha entrado em contato direto com a superfície da mesa de apoio. Aparentemente esta área é a mais contaminada pois não costuma ser limpa, e também porque os restos de comida que caem nela criam o ambiente perfeito para que os pequenos micro-organismos nasçam, cresçam e se reproduzam.
Felizmente a análise da Travelmath também traz boas notícias: em nenhum dos locais analisados foram identificados restos de bactérias perigosas, como a E. Coli, ou restos fecais.

Fonte:Yahoo Noticias International – 10 de novembro de 2016

novembro 11, 2016

Estado de São Paulo é agraciado com o 1º Lugar do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, na categoria Instituições, e com o 3º Lugar, na categoria Escolas

Os cinco vencedores da quinta edição do Prêmio Nacional de Educação Fiscal foram divulgados na noite desta quarta, dia 09, no Clube de Engenharia de Brasília, em cerimônia marcada pela diversidade de temas dos finalistas do ano que atuam com a temática da educação fiscal no país. Dos 141 projetos inscritos nas categorias Escolas e Instituições, 10 chegaram à final, destes dois são projetos do Estado de São Paulo.

Para o presidente da Febrafite, Roberto Kupski, a entrega do prêmio é um momento especial para a federação, suas associadas, auditores fiscais e representantes dos projetos finalistas, pois todos são vencedores. Em sua manifestação, ele citou sobre o momento atual do Brasil, onde tanto se fala em ajuste fiscal, como uma oportunidade para se falar mais em educação fiscal, sem deixar de ver as necessidades da sociedade. “O país clama por uma consciência sobre a importância de pagar tributos e sobre monitorar sua correta aplicação”, disse.

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Na categoria Instituições, o grande vencedor foi o projeto “Cuidando do Meu Bairro”, uma iniciativa da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. A professora Gisele Silva Craveiro levou para a universidade a premiação em dinheiro no valor de dez mil reais e troféu.

O projeto busca oferecer uma ferramenta para que a sociedade possa conhecer melhor a temática do orçamento público, exercer o controle e fiscalização dos gastos realizados em equipamentos públicos da cidade e promover ações concretas no seu bairro. Por meio do georreferenciamento a ferramenta permite que o cidadão verifique por bairro como está a distribuição do orçamento e o status de cada uma das rubricas (planejado, empenhado ou liquidado). Além disso, o site permite que dúvidas sejam encaminhadas diretamente ao SIC do município de São Paulo e faz o acompanhamento e monitoramento das respostas, sendo que tanto pergunta, quanto resposta, permanecem públicas ao acesso de qualquer cidadão. (more…)

novembro 7, 2016

Lembranças de minha infância: os meus primeiros refrigerantes – Cerejinha e Tubaína!

Filed under: Uncategorized — Augusto Jeronimo Martini @ 20:58

A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

Quem viveu a infância nos anos 60 sabe muito bem o que relatarei aqui.

Durante os meus primeiros anos de vida poucas vezes tomei refrigerante. Explico – era artigo de luxo! Tomei algumas poucas Tubaínas (desta vou falar mais adiante) na casa da Tia Nica, uma vizinha, ou nas festas de aniversário de meu avô, Primo Martini, que fazia anos em 01 de janeiro e sempre comemorava com uma comilança daquelas comuns em famílias italianas.

Nasci em 1959 e meus pais foram morar “na cidade” por volta de 1965. Comecei minha vida escolar no Grupo Escolar da Vila Indaía (fiquei uma semana por lá) e logo depois fui transferido para o Grupo Escolar da Vila Alemã, atual E. E. Profa. Djiliah Camargo de Souza. E foi nessa escola em companhia de minha turma de primeiro ano e de minha professora de primeiras letras, Sônia Lopes Lanzoni, que consegui ter o…

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Dia de finados e as lembranças da minha infância

Filed under: Uncategorized — Augusto Jeronimo Martini @ 20:57

A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

Final dos anos 60, rua M-1-A, Vila Martins, Rio Claro/SP. A vizinhança era como uma grande família. Morávamos em uma casa de esquina, na avenida M-1-A com a mesma rua. Os fundos de nossa casa faziam limite com a casa de Dona Josefa e de Giuseppe Barbi. Tinham um filho, o José Luiz. Logo depois vinha a casa da D. Cida, uma benzedeira, com a qual moravam seu irmão (que diziam virar lobisomem nas noites de lua cheia) e sua sobrinha Marivone. Em seguida mais duas casas da família Barbi, que se limitavam com a linha da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Na frente da casa da D. Cida moravam D. Carolina Barbi, seu marido e o Cláudio, meu amigo de infância.

pipa

A partir da rua M-1-A o quarteirão era formado pela casa da “tia” Nica, sobre a qual já escrevi aqui no blog. Em seguida D. Diva, Sr. Alcides Barbi e os filhos Nenê e…

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novembro 1, 2016

O Día de los Muertos, no México

Filed under: Uncategorized — Augusto Jeronimo Martini @ 15:24

O dia de Finados, além de um dia de lembranças e saudade, pode ser também um dia de festa. Fantasias, apresentações teatrais, caveiras bem simpáticas e muita alegria.
O Día de los Muertos (Dia dos Mortos) no México começou antes da chegada dos colonizadores espanhóis. A festa acontece nos dias 01 e 02 de novembro, coincidindo com as celebrações católicas dos dias de Todos os Santos (01) e Finados (02).
A festividade mexicana é declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Veja na reblogagem do post a seguir.

A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

No México a morte não é encarada como aqui no Brasil! Lá ela é divertida, engraçada, festiva, onde cada caveira brincalhona tem um significado. Quando tentamos entender a visão deles, passamos a ver a relação com a morte (e a comemoração que fazem) de outra forma.

Se você tem curiosidade de saber como é que essa festa acontece, continue lendo esse post.

Bem diferente do que nós brasileiros estamos acostumados a ver e fazer no Dia de Finados, no México o Día de los Muertos (Dia dos Mortos) é uma festa, uma das maiores comemorações do país, que começa no dia 31 de Outubro e termina na noite do dia 2 de Novembro, embora possa se esticar até meados do dia 3 e 4. 

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