A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

novembro 30, 2015

“Guia economicamente correto do self-service”, por Gabriel Dib

A minha rotina e a de milhares de pessoas que trabalham no centro de São Paulo é a de almoçar rapidamente em restaurantes do tipo self-service. Isso é só uma das nuances de como a sociedade capitalista privilegia o trabalho e a otimização do tempo em troca de uma vida saudável.

Até uns dois anos atrás tínhamos no trabalho um sistema de “bandejão” que atendia a quase todos perfeitamente (digo a quase todos porque muitos não gostavam das opções e da comida) e por um preço super em conta. Mas o restaurante foi fechado e passamos a receber mensalmente tickets alimentação no valor mensal de R$ 350,00 – que claro, não cobre as despesas com alimentação.

E assim é a nossa rotina na hora do almoço – ir ao restaurante, misturar um monte de comidas diferentes no prato, pesar na balança e comer e voltar ao trabalho em menos de uma hora.

Infelizmente, eu e meus amigos de trabalho não temos tempo nem dinheiro (ou tickets) para fugir dos self-services. O único jeito de conciliar essa comida rápida e pronta com uma alimentação saudável é sabendo escolher as opções certas.

Mas, comecei a escrever esse post, pensando em compartilhar o texto que li no blog Almoço grátis – quem paga o seu?,  escrito por Gabriel Dib, que na semana passada postou um Guia economicamente correto do self-service. Segue abaixo. Tenho certeza que você irá gostar! (more…)

novembro 26, 2015

Prefeitura de Avaré conquista o 2º lugar do Prêmio Nacional de Educação Fiscal

O Prêmio Nacional de Educação Fiscal valoriza e premia projetos que atuam sobre o resgate da função social dos impostos e o acompanhamento dos gastos públicos no país.

Com a presença do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, entre outras autoridades, a Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais – Febrafite premiou, na noite do dia 24/11, os projetos vencedores do Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2015, na Embaixada de Portugal, em Brasília.

Para Levy, a educação fiscal, se aplicada desde cedo, cria vínculos de cidadania e forma bons cidadãos, fato que permite que a sociedade viva com capacidade de se programar e entender o mundo à sua volta.

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A participação social é condição fundamental para a transformação que desejamos para o País. Por esta razão, a Febrafite lançou o prêmio em 2012, em parceira com a Escola de Administração Fazendária – Esaf. Em seu discurso, o presidente da Febrafite, Roberto Kupski, comemorou os mais de 500 projetos inscritos nas quatro edições.  Só em 2015 o Prêmio recebeu mais de cem projetos. Kupski reconheceu o esforço não só dos projetos concorrentes ao longo das quatro edições, mas de todos que executam a educação fiscal.  (more…)

novembro 25, 2015

Fundação Casa de Rui Barbosa lança o sítio “Escravidão, Abolição e Pós-abolição”

A Fundação Casa de Rui Barbosa lançou no último dia 23/11 o sítio Escravidão, abolição e pós-aboliçãohttp://www.memoriaescravidao.rb.gov.br/, que tem como proposta contribuir para a pesquisa nos temas e também fomentar a formação de novos pesquisadores.

Recomendado para internautas de todas as idades, o sítio disponibiliza as seguintes áreas:

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– Documentos digitalizados que podem ser consultados e baixados pelo pesquisador;

– As exposições “O registro da escravidão na vida privada” e “A abolição e seus registros na vida privada”, que reúnem documentos sobre os dois temas e estão representadas em dois catálogos; (more…)

novembro 24, 2015

Para você que pensa que cursar uma faculdade é ter tudo na vida!

Tenho uma prima que vive no interior e que tem 30 e poucos anos. Fez cursos técnicos de enfermagem e instrumentista cirúrgica e hoje entrou em contato comigo para perguntar o que penso sobre ela fazer faculdade de Artes. Disse que pela minha percepção tal curso pouco ou nada tem a ver com ela. E que fazer uma faculdade não é pouca coisa. Há que se pensar primeiro se é realmente o que gostaria de fazer, ou seja, a tal “profissão ideal” ao perfil dela. Depois, é preciso no investimento (financeiro) e no tempo a ser dedicado aos estudos. Ela é casada, tem um filho, portanto, uma família a zelar.

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Pensando em tudo isso lembrei de um post que li dias atrás no blog garotasespertas. As três organizadoras do blog (Rafaela de Paula, Cibele Bastos e Elora Morgado) escreveram sobre esse assunto, cujo título é “Faculdade não é para todos. Ainda bem! =D”  . Elas dizem que segundo um levantamento divulgado pela plataforma britânica Approved Index, que assessora empresas de operações B2B (Business-to-Business), aqueles que não possuem graduação são maioria entre os bilionários. Ainda de acordo com essa pesquisa, o ranking dos 100 mais bilionários do mundo coloca os não graduados à frente dos formados em áreas de negócios, economia, engenharia, produção e medicina. (more…)

novembro 11, 2015

Como conseguir a cidadania italiana no Brasil

A Itália é um dos países que reconhecem a cidadania pelo conceito de jus sanguini, ou seja, o direito de sangue. Isso significa que brasileiros que tenham descendência italiana podem requerer pela dupla-cidadania independente se são filhos, netos, bisnetos ou mesmo tataranetos de italianos.

Para conseguir a dupla-cidadania não há limite de gerações, no entanto, há algumas questões de gênero. Caso os ascendentes forem todos homens, não há problemas, mas, se for mulher, é preciso que seus filhos tenham nascido após 1948. Isso porque, segundo a legislação italiana, as mulheres não podiam transmitir sua nacionalidade para filhos ou maridos. Essa lei vigorou em países ocidentais até recentemente, mas caiu na França em 1973, na Alemanha em 1979, na Itália e Espanha em 1983.

(iStock/Getty Images)

(iStock/Getty Images)

O primeiro passo para conseguir cidadania italiana é procurar pelo Consulado Italiano que atende ao seu Estado e entrar com um pedido de solicitação do reconhecimento.

Mas, se você morar no estado de São Paulo, não tenho uma boa noticia. Dei entrada em meu pedido de análise dos documentos em 11 de fevereiro de 2005.  Fui chamado para apresentar os documentos no último dia 04/11/2015. No ato da apresentação o funcionário consular olha os documentos apresentados. Se estiverem em ordem – com os originais italianos, as certidões brasileiras necessárias em inteiro teor, reconhecidas e traduzidas para o italiano, etc. –  informa sobre o pagamento de uma taxa de 300 euros a ser realizada no ato e com a ressalva que isso não quer dizer que você conseguirá a certidão de nascimento italiana necessária para requerer a cidadania e consequente emissão do passaporte. Os documentos serão analisados. E estando corretos ou não, você tendo direito ou não a certidão, não há devolução dessa taxa em hipótese alguma.

Abaixo, confira todas as informações necessárias para conseguir a cidadania italiana aqui no Brasil.

Quem tem direito à cidadania

Todos aqueles que forem descendentes de italianos têm direito à cidadania, mas existem algumas limitações quanto à transmissão pela linha materna – apenas os nascidos após 1948 têm o direito. Filhos nascidos de união não matrimonial, casos de reconhecimento de paternidade ou maternidade durante a minoridade do filho e adoção estão inclusos no direito de cidadania. Casamentos de mulheres com descendentes de italianos também dão à mulher o direito a cidadania. Já os homens não poderão ter a dupla-cidadania reconhecida se se casarem com italianas ou descendentes de italianos(as), somente os filhos deste casal poderão ter o reconhecimento. Os homens, neste caso, podem requerer a naturalização italiana. (more…)

novembro 10, 2015

Febrafite divulga os dez melhores projetos de Educação Fiscal do ano de 2015

No último dia 05/11, em Brasília,  foram anunciados os dez projetos de educação fiscal em atividade no Brasil que disputarão as premiações nas categorias Escolas e Instituições do Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2015, na noite do dia 24 de novembro, na Embaixada de Portugal, na capital federal.

Realizado pela Febrafite em parceria com a Escola de Administração Fazendária – Esaf, o prêmio visa o resgate da função social dos impostos, o acompanhamento dos gastos públicos e disseminar a informação sobre quais são os tributos, quais as políticas públicas são financiadas por eles, como se arrecada, como e onde se aplicam e como fiscaliza sua alocação, promovendo a transparência da arrecadação e sua aplicação. “É fundamental para desenvolvimento do país, que o cidadão contribuinte saiba interpretar o que dizem os orçamentos públicos, como são geridos e como os recursos neles previstos são aplicados”, ressalta o presidente da Febrafite, Roberto kupski, que também chama a atenção para o “exercício de cidadania por meio da educação fiscal”, como ferramenta para esclarecer os direitos e os deveres do Estado, da sociedade e do contribuinte.

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novembro 5, 2015

História da Educação Fiscal do estado de São Paulo – livro

APRESENTAÇÃO

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As pesquisas que deram origem a este trabalho tiveram início em 2006, época em que o Sr. Ivo Bento Garcia, Agente Fiscal de Rendas aposentado e ex-diretor do Departamento de Administração da Secretaria da Fazenda, entrou em contato com a equipe do Núcleo de Documentação e Informação, setor da Escola Fazendária do Estado de São Paulo. O motivo do contato foi seu interesse em doar uma coleção de fotografias sobre o concurso e os sorteios do Talão da Fortuna, uma campanha realizada pela Secretaria da Fazenda na década de 1960 com o objetivo de aumentar a arrecadação de impostos e combater a sonegação fiscal. O Sr. Ivo havia sido o presidente da Comissão Permanente do Talão da Fortuna.

A generosidade do Sr. Ivo e o cuidado em catalogar as fotografias e as demais informações e fontes documentais sobre o Talão da Fortuna despertaram o interesse da direção do NDI sobre a temática educação fiscal e os programas de governo voltados ao assunto. A partir de então, foram realizadas pesquisas, com o intuito de recuperar a história dos programas, e ações sobre a educação fiscal no Estado de São Paulo.

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novembro 2, 2015

Dia de finados e as lembranças da minha infância

Final dos anos 60, rua M-1-A, Vila Martins, Rio Claro/SP. A vizinhança era como uma grande família. Morávamos em uma casa de esquina, na avenida M-1-A com a mesma rua. Os fundos de nossa casa faziam limite com a casa de Dona Josefa e de Giuseppe Barbi. Tinham um filho, o José Luiz. Logo depois vinha a casa da D. Cida, uma benzedeira, com a qual moravam seu irmão (que diziam virar lobisomem nas noites de lua cheia) e sua sobrinha Marivone. Em seguida mais duas casas da família Barbi, que se limitavam com a linha da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Na frente da casa da D. Cida moravam D. Carolina Barbi, seu marido e o Cláudio, meu amigo de infância.

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A partir da rua M-1-A o quarteirão era formado pela casa da “tia” Nica, sobre a qual já escrevi aqui no blog. Em seguida D. Diva, Sr. Alcides Barbi e os filhos Nenê e Clayton, depois o D. Cida, Sr. João Barbi com os filhos Cristina e João. Logo depois vinha a família do Sr. Domingos, a qual descreverei por último. Na sequência vinha a mercearia do Sr. José “Campinas”, que tinha o filho Marcos e outros dos quais não lembro os nomes. Eu e meus amigos não brincávamos muito com eles. Tinham condições financeiras melhores que os demais do quarteirão e não se misturavam muito com a gente. (more…)

novembro 1, 2015

O Día de los Muertos, no México

No México a morte não é encarada como aqui no Brasil! Lá ela é divertida, engraçada, festiva, onde cada caveira brincalhona tem um significado. Quando tentamos entender a visão deles, passamos a ver a relação com a morte (e a comemoração que fazem) de outra forma.

Se você tem curiosidade de saber como é que essa festa acontece, continue lendo esse post.

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Bem diferente do que nós brasileiros estamos acostumados a ver e fazer no Dia de Finados, no México o Día de los Muertos (Dia dos Mortos) é uma festa, uma das maiores comemorações do país, que começa no dia 31 de Outubro e termina na noite do dia 2 de Novembro, embora possa se esticar até meados do dia 3 e 4.  (more…)

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