A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

outubro 25, 2014

Projeto Centro Aberto em São Paulo testa intervenções urbanas em escala real

São Paulo é uma cidade surpreendente. Acredito que todos que a habitam tem com a metrópole uma relação de amor e ódio. Aqui, os contrastes são tão gritantes que deixam sua população dura, como a figura daqueles três macaquinhos que não querem ver, ouvir ou escutar. Basta uma caminhada pelo centro para ver muitos contrastes. Mas hoje a minha surpresa foi boa, muito boa. Em minha caminhada deparei-me com uma alteração num espaço já conhecido – o largo de São Francisco. E essa intervenção é convite para que cada cidadão se aproprie da área central da cidade, vivenciando transformações urbanísticas projetadas pelos técnicos que as idealizaram e opinando diretamente sobre o impacto delas. Essa é a proposta do projeto Centro Aberto, que a Prefeitura implantou a partir do dia 26 de setembro nos largos São Francisco e Paissandu, como os primeiros pilotos. Clique aqui e saiba mais sobre o Centro Aberto.
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Foto: Portal Aprendiz

Cadeiras de praia, bicicletários, banheiros públicos, aparelhos de ginástica, atrações musicais, karaokê, cinema, wi-fi livre e feirinhas gastronômicas compõem algumas das atividades que tentarão atrair a população para as regiões centrais.

Projetado pelo escritório dinamarquês Gehl Architects, a finalidade da iniciativa é transformar esses lugares em calçadões abertos a pedestres e ciclistas durante os finais de semana. Nos próximos dois meses, quem frequentar os espaços poderá sugerir mudanças e melhorias para a Prefeitura de São Paulo, tornando o projeto um “laboratório” para a revitalização do centro, de acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando de Mello Franco.

Detalhamento das intervenções no Largo Paissandu

Detalhamento das intervenções no Largo Paissandu

Ou seja, o Centro Aberto é um teste em escala real. Após vivenciar as transformações imaginadas, o cidadão poderá avaliá-la para então o poder público torná-la permanente – ou não. O processo de elaboração das propostas, colaborativo e participativo, reuniu entidades da sociedade civil com atuação no centro da cidade, arquitetos, urbanistas, estudantes e órgãos da administração municipal.

O Vale do Anhangabaú será um dos locais que receberá o maior número de intervenções do projeto Centro Aberto. Veja aqui um infográfico sobre o que será feito na região.

Leia a matéria na íntegra aqui.

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