A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

dezembro 18, 2012

Largo do Arouche e seu maravilhoso Chichá

Moro na Avenida Dr. Vieira de Carvalho há cinco anos. Mas, muito antes disso já admirava uma árvore do Largo do Arouche e não sabia a qual espécie pertencia. Ela é enorme, linda, majestosa! E qualquer um que a vislumbra logo percebe que deve ter alguns séculos. Descobri que é um Chichá (Sterculia chicha), também conhecido como boia-unha-d’anta, pau-de-cortiça, pau-de-boia, arachichá, araxixá, axixá e bóia. Essa árvore pode crescer de 8 a 25 metros de altura. Tem tronco castanho-amarelado de 30 a 60 cm de diâmetro.

A copa desse exemplar do Largo do Arouche é arredondada, as folhas são grandes.

O fruto recebe o nome de xixá (não confundir com o nome da árvore, que é chichá), termo Indígena, que significa “Fruto semelhante a mão ou punho fechado”.

No site Árvores de São Paulo,  originado de “uma ação do ambientalista Ricardo Cardim que tem como objetivo conectar as pessoas sobre a importância do verde urbano para a qualidade de vida e resgatar a biodiversidade nativa da cidade de São Paulo”, há um pouco mais sobre esta maravilhosa árvore. Veja abaixo.

O grande chichá do Largo do Arouche em 1940

                                 O grande chichá do Largo do Arouche em 1940

Raras são as árvores antigas na Capital paulistana. Como diria o historiador Benedito Lima de Toledo, São Paulo foi três cidades em um século, ou seja, foi destruída e reconstruída diversas vezes no século 20. Destas intensas transformações, as árvores também foram vítimas assim como as construções. (more…)

São Paulo e suas árvores centenárias

Acabo de receber da Hellen, uma grande amiga, a indicação de um site belíssimo, elaborado pelo botânico e ambientalista Ricardo Cardim, que conta a história de árvores seculares existentes na cidade de São Paulo, raras sobreviventes da Mata Atlântica.

O site se chama Veteranas de GuerraVisitem. Vão adorar!

Veteranas de guerra

UMA HOMENAGEM ÀS ÁRVORES SOBREVIVENTES DA MATA ATLÂNTICA


São Paulo é o dinâmico resultado da demolição e reconstrução de sucessivas cidades em pouco mais de um século. Nesse curto espaço de tempo, a cidadela com 30 mil habitantes tornou-se a metrópole com 20 milhões de habitantes, e sua natureza praticamente desapareceu. Originalmente muito rica em biodiversidade, São Paulo apresentava extensas florestas de Mata Atlântica, araucárias, cerrados e várzeas, que formavam uma paisagem única. Durante o processo de urbanização, a vegetação ancestral foi sendo eliminada e substituída por espécies de origem estrangeira, motivação cultural que acarretou na extinção em massa da fauna e flora nativas e a situação atual de 80% da vegetação urbana ser de origem estrangeira, ou seja, exótica.  (more…)

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