A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

maio 3, 2010

Viagem ao Chile… post 4

21/11/2007 – quarta-feira

Em Viña del Mar há muitas praças e todas são muito arborizadas, lembrando as que vemos na Europa e em Buenos Aires também. Há também inúmeros canteiros de flores multicoloridas. Não fosse por uma agitação nas ruas e pela quantidade de pedras, a cidade lembra muito Campos do Jordão e Poços de Caldas.

Isla Negra

Me chamou a atenção a quantidade de “perros” que há pelas ruas e como eles são grandes e de todas as raças! Muitos abandonados. Todos lindos! Dizem que são abandonados durante o retorno das férias.

Outra coisa maravilhosa em Viña del Mar são os pães – como são gostosos!

Cajon del Maipo

Agora um pouco sobre  o Congresso –  a abertura foi num Teatro fantástico, com um orquestra idem. No intervalo teve um coffe e o Carlos, marido da Rose, foi solicitar ao garçom onde ele poderia encontrar água; este virou-se e perguntou “Para Beber ou para bañar-se???” Rs.  Imaginem só o quanto rimos dessa pergunta.

Serviram uns docinhos típicos deliciosos… após as conferências, fomos almoçar em um Restaurante na Av. San Martin, a rua do agito, dos bares e restaurantes, a mais “badalada” da cidade; almoçamos uma Parrilhada! Que espetáculo! Uma mistureba de carnes e lingüiças. Argh!

Nesse dia, ví as comunicações que me interessavam e depois fomos bater pernas pelas calles de Viña. Fomos até a “orilha del mar” a orla que acompanha a cidade e ficamos horas conversando, ouvindo o barulho do mar e sentindo a brisa gelada do pacífico, que aliás também é lindo! A paisagem que se tem da orla é belíssima.

Calle Londres - Santiago

Depois fomos para as lojas, principalmente de Artesanías; engraçado que lá as ruas e calçadas se misturam, se confundem… para nós, seria como um grande calçadão, mas fomos pegos de surpresa por carros várias vezes…

E como Viña del Mar é cara!

Uma das únicas coisas fantásticas e por um preço acessível se comparado ao Brasil, são as peças de prata e as pedrarias! Anéis, brincos, colares, pulseiras, tudo é de muito bom gosto! Neste dia também fomos ao Mercado Municipal de Viña, que é simples e não nos atraiu muito. Ainda fomos em um supermercado no qual fomos atendidos pelo “servidor” de vinhos, o Christian, um maitre gente boa pra caramba que nos atendeu na área de bebidas e nos ofereceu degustação de vinhos! Pensem só – eu, um apreciador de vinhos! O cara foi extremamente gentil e degustamos um vinho tinto da vinícola Casa Blanca. Muy rico! E ainda nos indicou as principais comidas típicas do Chile:

  • Pastel de Choclo;
  • Humitas;
  • Cazuela de vacuno, pollo e chancho;
  • Empanada de pino e mariscos;
  • Reineta a la plancha;
  • Cebiche de corvina;
  • Machas a la Parmesana.

Meu Deus é muita coisa para experimentar! Quase morri de tanto comer e beber no Chile!

No Chile se come abacate (palta) com tudo: na comida, no lanche, nas saladas… hoje comemos em um restaurante que o prato principal era atum, arroz, ovo cozido, tomate, alface, palmito e Palta! Não fica ruim não, pelo contrário… Até no Mac Donald’s tem palta no lanche!

Na quinta-feira assisti toda a programação do evento. Na hora do almoço, a Rose e o Carlos foram me buscar no hotel e andamos pelo outro lado de Viña a “orilha del mar”; o oceano realmente é lindo. Estava friozinho, mas a chilenada estava lá de biquíni e tomando sol!!!

As avenidas da cidade são todas muito arborizadas, principalmente a Libertad, e há flores por todos os lados!  À tarde, não satisfeito com a maratona do meio-dia, ainda fui conhecer o “Relógio de Flores”. Se parece com o que tem em Poços de Caldas, fica bem na entrada da cidade, em um morro, super florido e que é muito bonito. Na sua frente fica outro balneário com outro ângulo do Pacífico e com uma visão linda.

Esqueci de registrar que continuo com a mesma fama de “Guia de Turismo de Pobre!!!”, Fuço, fuço, fuço e acabo descolando os passeios por preços acessíveis. Também neste dia fizemos nossa reserva para visitar a vinícola Concha y Toro, no sábado, já em Santiago, às 11h00. Agendamos pelo telefone e “tive que arranhar um espanhol daqueles!”

Quanto aos meios de transporte Viña del Mar não te deixa na mão; possui micro-ônibus, circulares, lotação, táxi, metrô e charrete.

Acabei saindo do hotel do Congresso, que era caríssimo. Fiquei em um hotel na Calle Vianna, uma avenida central e bem movimentada, onde dava para se ter a noção da movimentação diária da cidade…

Também há inúmeros pontos com cabines telefônicas, onde você pode conectar-se na internet e “cambiar ou comprar sus pesos”.

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