A Simplicidade das Coisas — Augusto Martini

maio 3, 2010

Viagem ao Chile…post 1

Cassino em Viña del Mar

Cassino em Viña del Mar

Muitas passagens estão repetidas, frases podem parecer sem sentido, mas é apenas a transcrição de minhas anotações durante a viagem e de minhas lembranças; não me preocupei com a ortografia, sentido, coerência, coesão etc… Só em vislumbrar as lembranças… Poucas das boas coisas que ficam em nossas vidas e que fazem sentido em nossa existência: as lembranças dos momentos vividos… Serão vários posts, ok? Espero que gostem!  Duro mesmo foi voltar para a realidade…

18 e 19/11/07 – domingo e segunda-feira

Troca da guarda - Santiago

Embarquei em São Paulo em um vôo direto para Santiago – era final de tarde. Cheguei em Santiago eram 23h45 e ao desembarcar bateu aquela ansiedade, afinal estava sozinho! O que iria fazer? Será que encontraria brasileiros? Será que daria para conhecer a Vinícola Concha y Toro e as casas de Pablo Neruda? Como chegaria a Viña  del Mar? Será que a grana daria para todas as coisas que desejava realizar? Muitas preguntas…

Quando o avião estava pousando, imaginei como seria maravilhosa a visão das Cordilheiras dos Andes. Mas como era primavera, as montanhas estariam cobertas com pouca neve,  com aquela camada “bem lá em cima”… Isso eu vi no retorno.

O Chile, como sabemos, é uma extensa e longa faixa de terra, com o privilégio de ter os Andes e o Pacífico em suas laterais; basicamente, ou grosseiramente,  o país é divido em três regiões: a Norte,  do deserto do Atacama; a Central: Santiago e Viña, por exemplo,  que é o eixo comercial; e a Sul que compreende a região dos Lagos. Meu destino era a região central: Viña del Mar, Valparaíso, Isla Negra e Santiago…

Mercado Municipal - Santiago

Viña del Mar

Viña del Mar

A alfândega chilena é bem diferente da peruana, da boliviana e da paraguaia, segundo dizem. Vai um tempo para você passar e retirar as bagagens. Saindo do saguão do aeroporto, minha primeira idéia foi pegar um táxi e ir até Viña del Mar – local onde se realizou o VII Congresso de Arquivologia do Mercosul (VII CAM) do qual participei como expositor. Pelo táxi, paguei uns “módicos” U$ 86. Que arrependimento… depois descobri que de ônibus teria gasto cerca de R$ 18,00.

E, para ir de táxi, fiquei no aeroporto esperando uma hora, pois o carro seria enviado pelos organizadores do Congresso.  Então fui lanchar; eu não estava com fome e só tomei um refrigerante; aliás o mais caro de toda a minha vida: R$ 5,50!!! E nem era de garrafa, era em copo plástico! Já haviam me dito que tudo no Chile era caro!!!

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1 Comentário »

  1. Muuuuito boa a sua viagem. Em viagens curto mais o contato com a natureza, por isso gostei das fotos do Post “04” Pequeníssima queda d’agua e flores amarelas e Post “06” vista aérea da Cordilheira, muito boas!!! Em minha viagem a Foz do Iguaçu “no lado Argentino” paguei por um refrigerante em lata um preço mais caro que uma(duas?) Garrafa(s) Pet de dois litros aqui em SP…

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    Comentário por Emília — maio 5, 2010 @ 14:15 | Responder


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